quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Os Animais são Naturalmente Musicais?

Autor: Christine Kenneally
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/21748/os-animais-sao-naturalmente-musicais/

Resumo:
Trata-se de mais um artigo da edição especial sobre música e seus efeitos na mente humana e nos animais, da conceituada revista New Scientist, publicada em Fevereiro de 2008, que abordou de forma destacada a música.

Neste instigante artigo, a autora busca responder a várias perguntas, de acordo com as últimas pesquisas científicas, como: Como os animais são sensíveis à música? Se sim, que tipo de música eles mais gostam? Será que somente os seres humanos apreciam música? Como um pássaro canoro ouve um som musical?

Destaques:
"Em 2001, entretanto, um estudo de Anthony Wright e colegas da Universidade de Medicina do Texas, em Houston, colocaram essas descobertas em cheque. Descobriram que macacos Rhesus eram capazes de reconhecer melodias transpostas em uma oitava inteira, sem grandes dificuldades – mas apenas quando eram submetidos à musicas infantis, como "Parabéns a Você", caracterizadas por fortes transições tonais. Quando Wright submeteu os macacos à músicas com melodias fracas, descobriu que os macacos não eram capazes nem de se lembrar das canções, quanto mais executar transposições. Experimentos anteriores, aponta Wright, usaram músicas atonais ou mesmo notas sem qualquer melodia, o que poderia explicar os resultados contraditórios. Aparentemente, pelo menos neste sentido, nossa habilidade musical não é tão diferente dos primatas, já que também temos certa dificuldade em reconhecer musica atonal, se ela se move para cima ou para baixo, na escala."

"Aves, baleias, focas e humanos compartilham não apenas canções complexas, mas a habilidade de aprendê-las – não são apenas pré-programados para produzir sons musicais de acordo com uma marca de tempo genética, como são muitos animais. Isso lhes confere uma criatividade adicional. Da mesma forma que grupos humanos possuem diferentes tipos de tradição musical, diferentes grupos de baleias possuem dialetos próprios, e é possível para uma influenciar o gosto das outras. Tem sido documentado mais de uma vez que um grupo social de baleias irá abandonar suas canções características em favor de sons novos de um grupo social estranho."

"A perspectiva de que os pássaros têm prazer em cantar é sustentada por um estudo publicado em 2006 por Erich Jarvis e colegas do Centro Médico Universitário em Durham, Carolina do Norte. Descobriram um aumento nos níveis de dopamina em pássaros canoros machos, no momento em que cantavam. Os níveis aumentavam especialmente quando cantavam para uma fêmea. Dopamina, reconhecida como o neurotransmissor do bem-estar, é importante para o aprendizado. Ainda não está claro o papel que desempenha nos pássaros canoros, diz Jarvis, mas suspeitamos de que sua função primária seja a de induzir um reforço na aprendizagem e sua função secundária pode ser a de criar uma sensação de euforia."
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Dirigidos pelo Espírito ou Orientados por Propósitos?

Autor: William Crump
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/28746/dirigidos-pelo-espirito-ou-orientados-por-propositos-cump/

Resumo:
O material a seguir não é um artigo, ou, pelo menos, não foi escrito na forma de um artigo. Trata-se da resenha do livro "Uma Vida Com Propósitos", de Rick Warren, disponível aos leitores na conhecida livraria virtual Amazon.com.

O autor tem uma postura equilibrada, embora crítica, sem entrar em pontos polêmicos ou doutrinários, atendo-se principalmente ao bom-senso cristão.

Destaque:
"O livro enfatiza que o amor, os relacionamentos harmoniosos, a paz, e a interação com outras pessoas são os objetivos principais da vida cristã; compromisso e reconciliação, mas não necessariamente resolução, deveriam prevalecer quando problemas ou diferenças de opinião aparecem. Para chegar a esta conclusão, Warren parece descrever a Deus somente como um Ser eternamente benevolente, um Amigo ou Colega simpático, que sempre atenderá as suas necessidades. Isto remove de Deus a Sua onipotência, santidade e reverência. Warren não apenas evita descrever a Deus como um Juiz zeloso, que é intolerante para com o pecado, mas também faz pouco esforço em enfatizar que a pessoa deve, por ocasião de sua conversão, mudar de vida e abandonar o estilo de vida mundano. Tudo o que é necessário é "sussurrar" uma breve oração de aceitação e – zás – você está na família de Deus!"
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A Crise de Identidade Adventista: Uma Visão da Música de Adoração

Autor: Dr. Samuele Bacchiocchi
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/20149/a-crise-de-identidade-adventista-uma-visao-da-musica-de-adoracao/

Resumo:
Não é nenhuma novidade que a Igreja Adventista do Sétimo Dia - assim como todas as outras igrejas protestantes tradicionais - tem enfrentado uma forte crise de identidade. Esta crise deve-se a questionamentos, levantados principalmente pelos pressupostos humanistas e pós-modernos, os quais negam qualquer verdade estabelecida e buscam colocar o homem e suas necessidades no centro de tudo, inclusive da religião. Além disso, estratégias para o crescimento numérico de igrejas, baseadas nesses pressupostos, estão sendo adotadas indiscriminadamente por várias lideranças eclesiásticas.

O autor, como um palestrante internacional muito requisitado, tem notado, em todas as regiões do mundo que a falta de critérios bíblicos na escolha da música na adoração tem sido o principal fator contribuinte para esta crise de identidade. Desta forma, ele pretende contribuir com a igreja fornecendo um estudo acerca dos critérios e princípios bíblicos que devem nortear as nossas escolhas musicais. Isto é fundamentalmente importante se realmente desejamos adorar a Deus, uma vez que, se Ele revelou princípios nesta área, espera que Seus filhos se atenham a esses princípios.

Após uma longa introdução, em que outros fatores de crise na identidade adventista são rapidamente citados, o autor apresenta, de forma clara, didática e biblicamente sólida, vários princípios, extraídos principalmente das instruções e da prática com relação ao ministério musical levítico no Templo de Jerusalém.

Destaques:
"O cântico na Bíblia não é para o prazer pessoal nem para alcançar os "gentios" com melodias familiares a eles. É para louvar a Deus recitando Sua palavra - um método conhecido como "cantilena". Prazer em cantar não vem de uma batida rítmica que estimula as pessoas fisicamente, mas da própria experiência em louvar ao Senhor. "Louvem o Senhor, pois o Senhor é bom; cantem louvores ao seu nome, pois é nome amável". (Salmos 135:3; NVI). "Louvai ao Senhor, porque é bom e amável cantar louvores ao nosso Deus; fica-lhe bem o cântico de louvor". (Salmos 147:1)."

"A música tem um lugar e um propósito especiais no universo de Deus. É um presente divino à família humana através da qual os seres humanos podem expressar sua gratidão a Deus, enquanto experimentam satisfação dentro de si mesmos. O prazer de cantar não vem de uma batida rítmica que estimula as pessoas fisicamente, mas da própria experiência de louvar o Senhor. "Louvai ao Senhor, porque é bom e amável cantar louvores ao nosso Deus" (Salmos 147:1)."

"O ministério de música deve ser dirigido por pessoas treinadas, dedicadas, e inclinadas espiritualmente. Esta lição é ensinada pelo ministério de música no Templo o qual era executado por levitas experientes e maduros, os quais eram treinados musicalmente, preparados espiritualmente, apoiados financeiramente, e servidos pastoralmente. Este princípio estabelecido por Deus para os músicos do templo é aplicável aos ministros da música em nossos dias."
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(Falsas) Estratégias de Crescimento para a Igreja

Estamos escrevendo hoje para informar sobre a publicação não de um artigo, mas de 12 artigos!

Trata-se de duas séries que analisam as novas tendências de crescimento da igreja, notadamente aquelas baseadas nos livros "Uma Vida com Propósito" e "Uma Igreja Com propósito", de Rick Warren. Essas tendências têm influenciado grandemente a vida eclesiástica e os planos da esmagadora maioria das igrejas, tanto evangélicas quanto tradicionais.

A primeira série tem por título "Igreja Dirigida pelo Espírito ou Orientada por Propósitos?", de autoria de Berit Kjos e consiste de nove partes, a saber:

Parte 01 - Análise das Premissas Básicas
Parte 02 - Alargando a Porta para o Reino
Parte 03 - Suavizando a Palavra de Deus
Parte 04 - O Espírito de Adoração
Parte 05 - Evangelismo Orientado Pela Música
Parte 06 - Esquecendo-se do Temor de Deus
Parte 07 - Unidade e Comunidade
Parte 08 - Os Grupos Pequenos e o Processo Dialético
Parte 09 - Como Lidar com os Resistentes


A segunda série tem por título " O Que Há de Errado com a Igreja do Século 21?", escrita por Robert Klenck e divide-se em três partes:

Parte 1- Visão Geral do Movimento de Crescimento de Igrejas
Parte 2 - Diaprax na Igreja
Parte 3 - Como Diaprax se Manifesta na Igreja


Veja abaixo alguns parágrafos das partes publicadas.

Dada a grande importância deste tema para as questões da utilização da música na adoração (veja as partes 4 e 5 da primeira série), recomendamos a leitura atenta deste material, a fim de conhecermos as reais raízes das transformações pelas quais a igreja está passando.

Igreja Dirigida pelo Espírito ou Orientada por Propósitos?
Trechos

"Na Igreja de Saddleback, somos assumidamente contemporâneos ... Distribui um cartão para todos na igreja dizendo: 'Escreva os nomes das estações de rádio que você ouve.' Eu não perguntei isso aos incrédulos, mas para as pessoas da igreja: 'Que tipo de música você ouve?' Quando recebi as respostas, nem uma única pessoa respondeu: 'Ouço música de órgão.' Nem uma ... Então, tomamos a decisão estratégica de sermos uma igreja de música contemporânea. Logo depois que tomamos essa decisão e deixamos de tentar agradar a todos, a Igreja de Saddleback experimentou um crescimento explosivo..."
(Parte 01 - Análise das Premissas Básicas)

"Ao contrário das gerações anteriores, poucos aprenderam as verdades básicas sobre nosso Deus bíblico e Seus padrões morais. Muitos simplesmente rejeitam a noção de "pecado" como legalismo fora de moda e fecham seus olhos para seu poder corruptor em suas vidas. Quando se deparam com o ensino não ofensivo de hoje sobre o pecado, muitos traduzem isso para uma ainda mais confortável meia-verdade: "O pecado é uma parte normal da vida e sou tão bom quanto todo mundo - talvez um pouco melhor. Além disso, Deus me ama como sou." Em outras palavras, não há nenhum sentimento de culpa, de medo ou quebrantamento diante de nosso eterno Juiz! "Pelo contrário, de maneira nenhuma se envergonham, nem tampouco sabem que coisa é envergonhar-se." [Jeremias 6:13-15]"
(Parte 02 - Alargando a Porta para o Reino)

"Todavia, a incessante busca do homem por "uma forma nova e original" tem sempre nos tornado vulneráveis à tentação. Desde o início, Satanás oferece prazeres e sabedoria para aqueles que reformulam ou modificam a Palavra intemporal de Deus - misturando mentiras com a verdade, o que esconde a enganação. No Jardim do Éden, isso levou à desobediência de Eva e à alienação da humanidade. Em toda a Idade Média, levou a horrendas heresias e também à perseguição cruel daqueles que se firmavam na Palavra imutável de Deus. No nosso tempo, a chegada do pragmatismo e da pós-modernidade tem levado à outra rodada de revisões. E, com a rejeição pós-moderna aos absolutos imutáveis, isso parece não ter fim."
(Parte 03 - Suavizando a Palavra de Deus)

"Embora todas as partes do universo tenham sido criadas pelo nosso Deus soberano, Ele nos deixa usar Suas matérias-primas de acordo com nossas próprias inclinações - independente se elas honrem ou profanem Seu nome. Mas quando nos tornamos parte de Sua família e do Seu Reino, Ele nos faz responsáveis para com Seus elevados e santos padrões - e ao que revelou sobre Si Mesmo em Sua Palavra."
(Parte 04 - O Espírito de Adoração)

"'O estilo de música que você escolhe para usar em seus cultos será uma das mais decisivas (e controversas!) decisões que você tomará na vida da sua igreja,' escreveu Rick Warren em um artigo intitulado Selecting Worship Music. 'Você precisa fazer combinar a música com o tipo de pessoa que Deus quer que sua igreja alcance ... A música que você usa 'posiciona' sua igreja na cidade ou bairro. Ela define quem você é ... Ela vai determinar o tipo de pessoa que você atrai, o tipo de pessoa que você mantém e o tipo de pessoa que você perde.'"

"Assim, quando Rick Warren ofereceu a música que a maioria das pessoas queria, elas se arrebanharam para a igreja. Mas o "sucesso mensurável" não prova que Deus ordenou ou inspirou esse plano em particular. De fato, Deus nos adverte para não 'procurar agradar a homens'. [Gálatas 1:10; I Tessalonicenses 2:4] A popularidade no mundo nunca foi um sinal da aprovação de Deus."
(Parte 05 - Evangelismo Orientado Pela Música)

"Embora o amor de Deus seja incondicional, Suas promessas não são. A maioria está ligada - freqüentemente na mesma passagem em que aparecem - a especificações e condições para seu cumprimento. Mas essas condições e instruções são geralmente deixadas de fora. Da forma que são apresentadas no livro, muitas promessas de Deus para aqueles que - por Sua graça e Espírito - O seguem, se tornam, ao invés disto, universais e incondicionais afirmativas para todos os que lêem o livro. Não há necessidade de se entristecer pelos nossos pecados, de tremer diante de Sua Palavra, ou de arrepender-se de nossa dependência ao emocionalismo contemporâneo, pois todos estão bem diante daquele que ama a todos 'apaixonadamente' da maneira como somos."
(Parte 06 - Esquecendo-se do Temor de Deus)

"Não pode haver verdadeira ou duradoura unidade a não ser que ela seja baseada na Palavra de Deus e sem contemporizações. Quando as igrejas adotam as mesmas estratégias psicosociais usadas pelas escolas públicas para o treinamento multicultural - e também pelos governos e empresas em "desenvolvimento-comunitário" para a solidariedade social - precisam distorcer ou esconder as Escrituras contrárias, como II Coríntios 6:12-18. Não se pode agradar a Deus apoiando-se em métodos de sucesso do mundo. Quando as igrejas reinterpretam e adaptam partes da Bíblia de acordo com as percepções pós-modernas e as 'necessidades sentidas', mudam seu fundamento da sabedoria de Deus para as estratégias e regras humanas. Uma dessas estratégias é simplesmente descartar as advertências bíblicas e 'disciplinar' ou expulsar os membros preocupados e piedosos, reputando-os como 'divisivos'.
(Parte 07 - Unidade e Comunidade)

"Uma boa discussão depende de fatos e da lógica - informações sólidas - para apresentar um argumento lógico que possa persuadir os outros que algo é verdadeiro ou correto. Mas essa discussão didática choca-se com os propósitos do grupo dialético, que treina mentes diversas (lembre-se, todos são incentivados a trazer seus amigos) para ignorar as verdades ofensivas para o bem da unidade. Cada pessoa precisa aprender a compartilhar seus corações autenticamente , a 'ouvir' com empatia, colocar de lado os fatos divisivos ou os padrões bíblicos, e continuamente sintetizar as visões individuais e os valores em um terreno comum que evolua continuamente. É claro que esse processo de sentir-se bem ofusca a linha divisória de Deus entre o bom e o mau, entre a verdade e o erro. [Veja II Timóteo 4:3-4]"
(Parte 08 - Os Grupos Pequenos e o Processo Dialético)

"Uma razão por que as pessoas se conformam ao sedutor 'processo de transformação' nas igrejas evangélicas é o medo da perda. A rejeição machuca. No entanto, esse temor é útil para os agentes de transformação de hoje. Exatamente como a punição pública severa foi usada ao longo dos tempos para atemorizar as massas à conformidade exterior, assim também o temor da rejeição pessoal agora faz as pessoas de todas as idades 'a seguirem em frente e serem simpáticas com todos'."

"Uma vez que os agentes de transformação precisam estar totalmente comprometidos com sua missão ou propósito estratégico, precisam também ver os dissidentes como errados. Embora algumas questões possam ser negociadas, esta não é uma delas. A transformação bem sucedida depende de persuadir a vasta maioria a compartilhar o foco resoluto deles. Aqueles que discordam com suas estratégias manipuladoras são vistos como barreiras intoleráveis para o objetivo final: um novo modo coletivo de pensamento, de ser e de servir."
(Parte 09 - Como Lidar com os Resistentes)



O Que Há de Errado com a Igreja do Século 21?
Trechos

"Rick Warren fala sobre mudar a ênfase de programas de construção de igreja para um processo de construção das pessoas. O que ele está falando é da mudança do paradigma do modo tradicional de pensar para um modo transicional e, eventualmente, transformacional, que será alcançado por meio do uso do processo da dialética hegeliana - um tipo de pressão dos pares em um grupo. Ele descreve essa mudança de paradigma como a transição para uma "igreja do século 21" e descreve os pastores como "agentes da mudança". Esse "processo de construção de pessoas" é na realidade uma mudança na forma como as pessoas processam as informações factuais."
(Parte 1- Visão Geral do Movimento de Crescimento de Igrejas)

"Existe um par de outros fenômenos que ocorrem nos grupos pequenos. O primeiro é o vínculo, para que as pessoas se sintam 'plugadas' nessas grandes ou mega-igrejas. 'Os grupos pequenos são o modo mais eficiente de fechar a porta de trás de sua igreja.' - Rick Warren [10] Em segundo lugar, a participação nos chamados grupos de 'responsabilidade' é freqüentemente exigida nos compromissos assinados. A confissão regular e completa de todos os pecados a um líder ou parceiro de prestação de contas tem dois efeitos: Primeiro, a prestação de contas temporal a outro homem leva a uma mudança no pensamento do confessor para longe da noção que ele/ela está na presença constante de Deus e é responsável diante Dele somente para se preocupar com o que o parceiro de prestação de contas pensará ou dirá sobre qualquer pensamento ou ação em particular. Em segundo lugar, há uma lavagem cerebral que ocorre com a confissão, levando à submissão ao confessor."
(Parte 2 - Diaprax na Igreja)

"O Que é o Movimento de Crescimento de Igrejas? É a utilização de técnicas modernas de marketing pela igreja, de modo a atrair e manter um grande número de pessoas (atendendo às 'necessidades sentidas' delas). A igreja então 'converte' essas pessoas e as 'discipula' por meio do uso de técnicas da administração organizacional moderna (estilo TQM - Gerenciamento da Qualidade Total), para que elas possam produzir transformações na comunidade e no mundo. Os membros da igreja, tornam-se assim agentes de mudança social, ou 'agentes de transformação'."
(Parte 3 - Como Diaprax se Manifesta na Igreja)


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A Ilusão Musical

Autor: Daniel Levitin
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/21644/a-ilusao-musical/

Resumo:
Trata-se de mais um artigo da edição especial sobre música e seus efeitos na mente humana, da conceituada revista New Scientist, publicada em Fevereiro de 2008. O autor analisa, de acordo com as ultimas pesquisas científicas, como a música é percebida no cérebro.

Destaques:
"Imagine que você colocou uma fronha de travesseiro bem esticada na boca de um balde, e várias pessoas começam a jogar ali, de diferentes distâncias, bolas de pingue-pongue. As pessoas podem jogar quantas bolinhas quiserem e com qualquer freqüência. O seu trabalho é adivinhar, apenas olhando o movimento da fronha para cima e para baixo, quantas pessoas estão ali, quem são elas e se elas estão se aproximando de você, se distanciando ou estão paradas. Essencialmente, este é o problema com o qual o seu sistema auditivo precisa lidar quando usa o tímpano como a porta de entrada da audição."

"A maioria das pessoas presume que o mundo é exatamente como mostra sua percepção. Entretanto, experimentos têm forçado pesquisadores, inclusive a mim mesmo, a confrontar a realidade de que as coisas não são bem assim. Aquilo que realmente ouvimos é o final de uma longa cadeia de eventos mentais que cria uma impressão – uma imagem mental – do mundo físico. Em nenhum lugar isso é mais impressionante do que na ilusão perceptiva na qual nosso cérebro impõe estrutura e ordem em uma seqüência de sons para criar o que chamamos de música."
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A Diferença Entre Louvor e Adoração

Autor: Pr. Valdeci Junior
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/19610/a-diferenca-entre-louvor-e-adoracao/

Resumo:
"Louvor" e "Adoração" são a mesma coisa? Muitos se surpreenderão ao descobrir que não, estes termos não são sinônimos. Nem biblicamente, nem etimologicamente, os dois termos tem sérias diferenças entre si. E, ao meditarmos sobre a nossa experiência de adoração, temos que ter estas diferenças em mente. Ao selecionarmos o que estamos colocando diante de Deus em nossos cultos, estas diferenças deveriam estar muito claras, principalmente para os responsáveis pela organização e execução destes momentos, além de toda a congregação que estará participando.

Destaques:
"O louvor, se direcionado de forma correta, pode ser dirigido de vários seres, para vários seres. O pensamento de que, se estamos louvando outro ser que não é o nosso Deus, estamos pecando, não coaduna com o uso que a Bíblia muitas vezes faz da palavra louvor. Um ser humano pode louvar um animal, e ainda assim, continuar não desonrando ao Senhor, uma vez que Este seja mais exaltado que aquele, no "trono do coração"."

"Em toda adoração deve haver louvor, mas nem sempre há adoração em todo louvor."
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Amusia - Eles Simplesmente Não Captam

Autor: Graham Lawton
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/21625/amusia-eles-simplesmente-nao-captam/

Resumo:
Este é o primeiro de uma série de artigos que publicaremos sobre a ação da música ma mente humana, de acordo com as mais recentes pesquisas científicas. Esta série de artigos foi publicada em uma edição especial da conceituada revista New Scientist, em Fevereiro de 2008, que abordou de forma destacada a música.

A amusia é uma condição neurológica que impede que a pessoa aprecie a música. Para uma pessoa com esta condição, a música simplesmente não tem qualquer sentido, e pode até ser extremamente desagradável.

Destaques:
"Com o passar de alguns anos, têm ficado claro que a incapacidade de lembrar-se de uma melodia pode, às vezes, ser causada por um problema neurológico chamado de "amusia congênita". Esta condição neurológica rouba completamente das pessoas aquilo que normalmente é uma apreciação instintiva e espontânea da música. Não é de se estranhar que este problema tenha se tornado um tópico de pesquisa da maior relevância, na intenção de entender os mistérios de como o cérebro lida com a música."

"Mas o que causa a amusia congênita? De acordo com Peretz, a melhor explicação é a de que o cérebro é equipado com um "módulo" especial de processamento melódico, o qual ocasionalmente não se desenvolve completamente. Isso poderia explicar porque a "amusia" afeta somente a percepção musical. Se esta informação for correta, a música, assim como a linguagem, é inata, implantada de forma profunda em nossos cérebros."
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Adoração, Músicos e Músicas

Autor: Rodolpho Gorski
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/19551/adoracao-musicos-e-musicas/

Resumo:
Trata-se da análise de alguns textos bíblicos, a fim de tentar compreender os elevados princípios existentes nestes versos que são aplicáveis à adoração, comparando-os com os preceitos relativos ao tema, expressos no Manual da Igreja.

Destaques:
"A adoração efetiva é aquela em que o adorador entra em sintonia com o objeto da adoração, que é Deus. A comunhão é, pois, indispensável, e sem ela não pode haver adoração e louvor. A comunhão é uma via de duas mãos. Deus Se comunica conosco e nós nos comunicamos com Ele. Isso é encontro, identificação e sintonia, em espírito, entre Deus e o adorador."

"Não basta batizar a música chamando-a pelo novo nome de "música sacra". O rótulo externo com um novo e atrativo nome, nada diz. O que realmente diz é a natureza do produto, a sua fonte e a sua identificação. Identifica-se com o Céu ou com o mundo? É apropriada para ser cantada por alguém que está andando com Jesus, ou seria sucesso numa casa noturna ou numa emissora FM comum?"
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Louvor Perfeito

Autor: Daniel Oscar Plenc
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/19641/louvor-perfeito/

Resumo:
Trata-se de uma compilação, ordenada de forma lógica e didática, de vários princípios deixados por Ellen G. White a respeito do tema da música na igreja.

É interessante notar que, embora alguns vejam este assunto com certos cuidados e reservas, ou que outros o vejam como um assunto polêmico, para a Sra. White, não havia qualquer polêmica ou cuidado especial com respeito ao tema. O que haviam eram princípios claros os quais, uma vez aplicados com um espírito humilde, levariam a igreja a expressar a verdadeira adoração e a ser influenciada favoravelmente em direção a esta verdadeira adoração. E estes princípios são tratados por ela de forma clara e explícita, sem qualquer diferença de idade ou classe sócio-cultural.

Para os que não são adventistas, reforço aquilo que dizemos na página de abertura do nosso sítio: "Uma vez que sou membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia, é no contexto desta denominação que a maioria dos artigos aqui oferecidos se insere. Mas, sendo Deus o objeto final da adoração de todas as denominações cristãs, os princípios publicados aqui poderão, sob a tutela inspiradora do Espírito Santo, ser aplicados para ao culto de adoração em outras denominações cristãs."

Destaques:
A orientação divina sobre a música e o canto evitará os extremos do emocionalismo e do formalismo, do descuido e do profissionalismo. "Os verdadeiros pastores conhecem o valor da obra interior do Espírito Santo sobre o coração humano. Satisfazem-se com a simplicidade nos cultos. Em vez de dar valor ao canto popular, volvem sua atenção principalmente para o estudo da Palavra, e dão de coração louvor a Deus. Acima do adorno exterior, consideram o interior, o ornamento de um espírito manso e quieto. Na sua boca não se acha engano". – Evangelismo, pág. 502.

Para Ellen White, a música é um veículo adequado para a adoração e o louvor. "A música faz parte do culto de Deus, nas cortes celestiais, e devemos esforçar-nos, em nossos cânticos de louvor, por nos aproximar tanto quanto possível da harmonia dos coros celestiais. O devido cultivo da voz é um aspecto importante da educação, e não deve ser negligenciado. O cântico, como parte do culto religioso, é um ato de adoração, tanto como a prece. O coração deve sentir o espírito do cântico, a fim de dar a este a expressão correta." – Patriarcas e Profetas, pág. 594.
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Direct Boxes - O Que Você Precisa Saber Sobre Elas

Autor: David Fernandes
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/25589/direct-boxes-o-que-voce-precisa-saber-sobre-elas/

Resumo:
Pouca gente sabe da grande utilidade da utilização de direct boxes para conseguir uma mixagem equilibrada em sem distorções no espectro sonoro. Este artigo esclarece a maior parte das dúvidas, explicando o funcionamento e as possibilidades destas pequenas notáveis.

Destaque:
"Direct boxes, também conhecidos como DI's, são dispositivos usados para alterar o sinal de saída de uma fonte sonora, mudando seu nível e impedância, de forma a adequá-los à entrada do mixer, permitindo a conexão de instrumentos musicais eletrônicos a um sistema de som."
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