sexta-feira, 5 de novembro de 2010

As Novas Tendências Evangelísticas e Uma Análise de Sua Influência Musical

Autor: Pr. Douglas Reis
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/meio/novas_tendencias.htm

Resumo:
Ellen White cita que existe uma forma de expressão correta para o cântico de adoração. Partindo do pressuposto de que, se existe uma expressão correta, é porque existe uma expressão errada, o autor busca compreender o certo e o errado nessas questões, a partir de uma perspectiva solidamente baseada na Bíblia e no Esp. de Profecia.

Destaques:
"Na Bíblia, o cântico dos anjos é dirigido a Deus Pai, quando concluiu Sua Obra de Criação (Jó 38:7) e Deus Filho, quando concluiu a Sua Obra de Redenção (Apocalipse 5:12). Sempre uma obra divina serve de mote para que os anjos glorifiquem o Ser Superior, exaltando Seu poder criador, a beleza de Sua santidade, a inteireza de Sua justiça, enfim, aquilo que compõe a singularidade de Seu caráter. Adorar a Deus é reconhecer amorosamente aquilo que Ele é. A música cristã deve estar fundamentada neste princípio, não na exaltação performática das habilidades do músico."

"Penso que um ministério de música bem-sucedido deve se basear nas orientações divinas. Deus graciosamente deu aos adventistas princípios claros para orientar nossa música. Não basta alcançar qualidade técnica e produzir com competência. Se não somos pautados pelo que o Senhor diz, estamos fadados ao fracasso espiritual, ainda que alcancemos o sucesso e a glória passageira deste mundo. Louvar é o contrário de dar um "show", porque a ênfase não recai no artista, senão na adoração que o ministro/cantor oferece a Deus. Penso que devemos de ter critérios muito mais substanciosos para analisar o trabalho de qualquer artista cristão do que simplesmente dizer "tudo o que é novo, não presta!" O outro extremo, é sucumbirmos a modismos, descuidando da vigilância necessária no contexto profético em que vivemos."

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Música Tripartida: Herança do Século Dezenove

Autor: Parcival Módolo
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/diversos/musica_tripartida.htm

Resumo:
A tese principal do autor deste artigo é que a música da igreja reflete uma séria divisão entre a música popular, sacra e clássica, que ocorreu no século XIX.

Ele acredita que a melhor forma de compreender nossa música da igreja de hoje é traçar o desenvolvimento histórico desta divisão, cujas raízes estão no impacto que a industrialização teve em cada aspecto da sociedade do século XIX.

Mostra como a música se tornou, juntamente com outras artes, simplesmente um produto a ser consumido pelo homem, em vez de ser produzida para os ouvidos de Deus, como antes. Gradualmente, sobreveio uma aguda divisão entre a música popular, sacra e clássica.

Os efeitos serão mais claramente notados com o aparecimento das gospel songs, ou canções evangelísticas, popularizadas pelas grandes cruzadas evangelísticas de Finney, Moody e Sankey. Trazido ao Brasil pelo missionários, este tipo de música eventualmente veio a tornar-se conhecido pelo protestantismo brasileiro como música "sacra".

O autor chama a igreja a repensar a forma como a sua música tem sido feita.

Destaques:
"A arte, em geral, e também a música, torna-se destinada e produzida em função, ou pelo menos, a partir daquela a quem poderíamos chamar de nova burguesia intelectualizada. Só que essa nova classe sócio-cultural vinha com as mais diferentes exigências e pretensões, e eventualmente com estranhas reivindicações, freqüentemente de gosto extremamente duvidoso."

"A música sacra no século dezenove não tem a mesma importância que tivera nos séculos anteriores. Não mais desempenha papel central no culto, nem na vida das pessoas. Isso vale especialmente para a música litúrgica, aquela que semanalmente acompanha o ofício religioso."

"Há aqui uma importante questão a considerar: A música sacra anterior ao século dezenove destina-se aos ouvidos de Deus. A música sacra do século dezenove é para o público, para os ouvidos do homem."

"Desconhecemos, por conta da nossa herança musical mais recente, o conceito, muito antigo, de música especial, diferente da secular, melhor que a profana, aperfeiçoada, utilizada no culto a Deus exatamente porque é destinada a um Deus perfeito. Assim, a rigor, no que se refere ao aspecto técnico da composição e independentemente do texto, podemos dizer que a música tocada e cantada nas nossas igrejas, do século dezenove até hoje, é música destinada a ouvidos humanos, é dirigida a homens. É por isso que, infelizmente, os critérios para avaliá-la, hoje em dia, passam sempre pela discussão do gosto pessoal do ouvinte, das suas preferências individuais. E o ouvinte aqui é o homem, não Deus."

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Música: Explicatio Textus, Prædicatio Sonora

Autor: Parcival Módolo
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/meio/musica_explicatio_textus.htm

Resumo:
O título deste artigo é sugestivo; uma tradução livre seria algo como Música, uma Explicação do Texto, uma Pregação Sonora. Através de análise dos escritos de Lutero, bem como do contexto histórico sócio-cultural da época, o autor demonstra que as afirmações deste a respeito da música sempre consideravam o conceito da Música Boa e Música Má, ou seja, música que agada a Deus e música que agrada a Satanás.

Fica claro que este dualismo permeou não apenas a época de Lutero, mas toda a Idade Média e até mesmo antes, até o final do período barroco. Fica claro também que as regras de composição utilizadas por todo este período levavam este conceito em conta.

Em seus parágrafos conclusivos o autor lamenta que este dualismo tenha se perdido e que de elo de ligação a música tenha passado a ponto de discórdia entre os irmãos e as gerações.

Destaques:
"O conceito de "qualidade", ou a definição do que seria bom ou mau no que se referia à música, era, nos séculos XVI a XVIII, bastante objetivo e claro. Falava-se em música boa e má usando-se parâmetros muito bem determinados e que iam além da beleza do produto final, da intenção de quem o produzira e, até mesmo, da finalidade da obra."

"Não acredito, como músico, que o problema seja, todo ele, causado pela música. Penso que ela é apenas sintoma, reflexo. Temo que haja muito mais a considerar. Mas é também como músico que acredito que a música verdadeiramente sacra poderá nos ajudar a reencontrar caminhos porventura perdidos, a falar da nossa identidade e, certamente, proclamar o nome daquele em quem cremos, por que cremos e como cremos. Nossa música poderá ser novamente explicatio textus, praedicatio sonora."

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Adoração Bíblica: Princípios Bíblicos Acerca da Adoração Agradável a Deus

Autor: Arival Dias Casimiro
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/adoracao/adoracao_biblica.htm

Resumo:
É difícil resumir este material. Trata-se de uma extensa e profunda pesquisa sobre o assunto, na forma de uma apostila de seis Capítulos, mais as partes de Introdução, Conclusões e Bibliografia. A abordagem dos capítulos é a seguinte:

Capítulo Primeiro - O Que Significa Adorar?
Capítulo Segundo - A Adoração no Antigo Testamento
Capítulo Terceiro - A Adoração na Nova Aliança
Capítulo Quatro - Os Elementos do Culto Cristão
Capítulo Cinco - A Música no Culto
Capítulo Seis - Dança no Culto

Um ponto a destacar é o sólido embasamento das idéias em um vastíssimo número de textos bíblicos, que estão disponíveis para consulta a um simples clique sobre a passagem citada. Agradecemos ao nosso colaborador Adrian Theodor por este árduo trabalho manual de formatação dos textos.

Destaques:
"Por definição, a Igreja é uma comunidade de adoradores. Ela existe para adorar. Ela é uma casa espiritual, um sacerdócio santo e real. João afirma: "Àquele que nos ama, e, pelo seu sangue, nos libertou dos nossos pecados, e nos constituiu reino, sacerdotes para o seu Deus e Pai, a ele a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém!" (Apocalipse 1:5-6). "Adoração não é uma opção, é uma obrigação; não é luxo, é uma necessidade. Adorar a Deus e glorificá-lo é a única coisa que a igreja pode fazer e que nenhuma outra assembléia pode fazer. Não estou certo de que estejamos fazendo isto" diz Warren W. Wiersbe."

"Creio que precisamos definir critérios bíblicos que ajudarão a selecionar a música a ser utilizada no culto. Sugiro os seguintes critérios:
  • Quanto ao objetivo principal da música deve ser agradar a Deus. Cantemos ao Senhor. Há também os objetivos secundários: instruir, edificar, consolar, proclamar, aconselhar e promover a unidade da igreja.
  • Quanto à origem deve ser do coração e da mente regenerada pelo Espírito Santo. Cantemos com a mente e com o espírito.
  • Quanto ao estilo musical deve ser variado. Os extremos de só cantar hino ou só entoar cânticos espirituais servem apenas para referendar estilos de cultos (tradicional ou contemporâneo) e divisões na igreja (velhos e jovens).
  • Quanto ao conteúdo da música deve ser bíblico ou de acordo com a sã doutrina. A poesia musical deve refletir aquilo que ensina a Palavra de Deus.
  • Quanto a sua execução deve ser com excelência. Deus merece o melhor e exige o melhor. Excelência significa o "melhor que for possível". Excelência é a união da simplicidade com a profundidade, ou da humildade com a competência.
  • Quanto aos resultados, a música deve promover: uma visão elevada de Deus, a edificação espiritual e a santidade pessoal dos que cantam."
O material citado não está sendo enviado como de costume devido ao grande volume do material. Convido a todos que o acessem diretamente em nosso sítio virtual.

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O Evangelho do Entretenimento

Autor: Pr. Ciro Sanches Zibordi
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/meio/evangelho_entretenimento.htm

Resumo:
O Pr. Ciro é um conhecido autor, tendo escrito livros voltados ao público jovem, bem como livros de conteúdo teológico. Seu estilo é direto, mas com profundo embasamento bíblico. Estamos agradecidos por ter recebido autorização para publicarmos o capítulo "O Evangelho do Entretenimento", de seu último livro Evangelhos Que Paulo Jamais Pregaria, da editora CPAD.

Neste capítulo o autor analisa de forma contundente a tendência atual de as igrejas buscarem "agradar às massas", em vez de buscar fazer a vontade de Deus. Neste caminho, tudo é válido, mesmo as mais bizarras e estapafúrdias exibições, desde que a igreja se mantenha cheia. O autor busca reconduzir a liderança atual para os padrões bíblicos, demonstrando como esta tendência se encontra afastada da vontade de Deus, expressa na Bíblia, com relação a este assunto.

Como a citação de textos bíblicos é extensa, estamos utilizando neste artigo uma tecnologia de construção de páginas que facilita imensamente a leitura. O internauta terá, ao lado direito da página, uma pequena coluna com os textos bíblicos e, conforme vai lendo, ao clicar em uma passagem, o texto bíblico apresenta-se imediatamente no topo da coluna. Isto permite recorrer facilmente ao texto utilizado pelo autor para o embasamento de sua argumentação, fazendo, portanto, como os bereanos que buscavam nas escrituras para ver se as coisas eram mesmo como Paulo falava (Atos 17:11). Espero que seja de proveito para você também!

Destaques:
Nunca o mundo esteve tão religioso, e as igrejas tão mundanas.

Dessacralização é o ato ou o efeito de subtrair o caráter sagrado. É sinônimo de profanação (II Timóteo 3:2; Hebreus 12:6). No caso da música sacra, é desprovê-la dos elementos relacionados com o louvor a Deus, tornando-a vulgar, secular, mundana, como qualquer outra, chamando a atenção para os músicos e cantores, e não para Jesus, o único digno de louvor (Salmos 48:1). Lembre-se de que o Senhor habita entre louvores, e não entre os cantores e músicos (Salmos 22:3).

O evangelho do entretenimento não se restringe a música profana e shows – estes são apenas reflexo da falta de compromisso com a sã doutrina. Também não existe nenhuma restrição ou orientação pastoral aos seguidores desse evangelho quanto à linguagem, ao traje e ao comportamento. É proibido proibir. Chamam as proibições constantes da Bíblia de legalismo fanatismo, etc. (...) O crente pode agir com liberdade, porém não deve se esquecer de que o seu limite está na Bíblia (I Coríntios 6:12; 10:23; I Tessalonicenses 5:22; Tito 2:8; I Timóteo 2:9,10). Por isso, Paulo, inspirado por Deus, disse: "Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis, então, da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pela caridade" (Gálatas 5:13).

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"Em Espírito e em Verdade"

Publicamos uma palestra com o título "Em Espírito e em Verdade".

Esta palestra, com base no livro "Cristãos em Busca do Êxtase", do Prof. Vanderlei Dorneles, publicado pela Imprensa Universitária do Unasp (UNASPRESS), faz uma análise profunda nas raízes do culto encontrado hoje em nossos templos, que tende ao emocional, ao "sentir a presença de Deus", em vez de simplesmente confiar em Suas promessas pela fé. Evidentemente, esta análise passa pelo conceito de "Razão x Emoção", à luz da Palavra de Deus e do Espírito de Profecia.

Algumas das conclusões apresentadas certamente surpreenderão a muitos. Mas o nosso objetivo é que este trabalho seja um impulsionador a uma revisão dos nossos valores litúrgicos, e uma melhor apreciação dos princípios divinos para o nosso culto de adoração.

O endereço direto para assistir a apresentação na Internet é http://www.musicaeadoracao.com.br/palestras/espirito_verdade.htm, e a apresentação poderá ser baixada a partir da página índice, em http://www.musicaeadoracao.com.br/palestras/index.htm

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Música - Ouvir Não Basta!

Acabamos de publicar quatro artigos bastante interessantes de autoria de Ivair Augusto Costa. Os artigos tem os seguintes títulos:

Música – Ouvir Não Basta! (Primeira parte: Efeitos da música)
Música – Ouvir Não Basta! (Segunda parte: Música na adoração)
Dança – O Prelúdio Sexual!
Danceterias – Elas São Excitantes!

Basta clicar em cada um dos links para acessar diretamente os artigos.

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Princípios Bíblicos

Autor: João W. Faustini
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/adoracao/principios_biblicos.htm

Resumo:
O conhecido e respeitado maestro João Wilson Faustini nos fornece alguns princípios bíblicos para a escolha da música no culto. Estes princípios são apresentados de forma concisa e didática, o que favorece grandemente a sua compreensão e aplicação.

Destaque:
O que pode de fato nos orientar com segurança nessa tarefa, não é o nosso favoritismo pessoal, o nosso gosto particular, nem o nosso costume ou a nossa cultura, mas sim, observar os importantes princípios bíblicos. Eles irão determinar o estilo do nosso louvor, porque são permanentes e não se alteram com a cultura nem com o passar dos anos.

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Quando o Ministro Não Ministrou

Autor: Denis Nogueira
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/ministerio/quando_ministro.htm

Resumo:
O ministro é chamado por Deus para ministrar. Não existem férias, assim como o céu não tira férias. Mesmo fora de sua igreja local, o ministro continua sendo ministro.

E o chamado do ministro de música não é para fazer "performances" musicais, mas para ministrar, ou seja, levar conforto, alívio e alimentação espiritual àqueles que se acham necessitados. É ir às ovelhas perdidas da casa de Israel (Mateus 10:6; 15:24).

Tendo como base uma experiência pessoal, o autor medita sobre esta questão, levando-nos a compreender melhor o nosso papel na adoração como líderes da música.

Destaque:
"Muitas vezes nos esquecemos do louvor sincero e de coração, com singeleza e simplicidade. Onde andam os cantores, para cantarem nas casas dos doentes, enfermos, viúvas, órfãos, os enlutados em suas lutas e dor, que estão em suas casas tristes e sozinhos? Onde estão os ministros que pensam nos faltosos da igreja, aqueles que há meses não aparecem no templo do Senhor? Precisamos pensar mais na preservação dos membros de nossa igreja, muitos estão saindo pela porta de trás."

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Critérios Para a Escolha da Boa Música

Autor: Pr. Erton Köhler
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/meio/criterios_escolha.htm

Resumo:
Para muitas pessoas, a escolha da música apropriada para o uso na igreja é uma grande dificuldade, pois não tem acesso a informações que lhes permitam realizar escolhas de acordo com critérios claros. Isto faz com que muitos fiquem perplexos, sem saber como reagir à avalanche de músicas de caráter popularesco que tem invadido nossas igrejas. Buscam listas de autores e intérpretes autorizados, ou uma posição oficial da igreja sobre determinados grupos. Esquecem-se de que cada um deve prestar contas, individualmente, de suas decisões diante de Deus.

Ellen G. White diz: "A capacidade de discernir entre o que é reto e o que não o é, podemos possuí-la unicamente pela confiança individual em Deus. Cada um deve aprender por si, com auxílio dEle, mediante a Sua Palavra. A nossa capacidade de raciocinar foi-nos dada para que a usássemos, e Deus quer que seja exercitada." (Educação, p. 231)

Mais preocupante ainda, para cada pessoa que tem esta dificuldade, existem muitas outras que nem mesmo se preocupam em ter um critério. Aceitam qualquer coisa que lhes é oferecida, passando a ver o culto como um momento de entretenimento em nome de Deus.

Neste artigo, são oferecidos quatro critérios simples, de fácil aplicação, que as pessoas que buscam fazer a vontade de Deus poderão aplicar às músicas que ouvem ou apresentam, de forma que somente o nome de Deus seja honrado e glorificado.

Destaque:
O que acontece com você quando ouve alguma música também deve ser levado em conta. Há músicas que deprimem por melhores que sejam. Há outras que provocam sensualismo. Há algumas que provocam raiva, insônia ou revolta. Enfim, é preciso considerar o que você sente. A música saudável traz paz, provoca pensamentos e atitudes positivos e leva para mais perto de Deus (Filipenses 4:8).

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