quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Músicos Como Sal

Autor: Pr. Jael Enéas
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/19956/musicos-como-sal/

Resumo:
Utilizando-se da conhecida metáfora na qual, durante o Sermão do Monte, Cristo compara os cristãos ao sal (Mateus 5:13), o autor, ele próprio um músico talentoso, aplica alguns dos conceitos que podem ser extraídos desta metáfora ao ministério dos músicos cristãos.

Obviamente que o músico cristão, antes de ser músico, é cristão; por isso, muitas das aplicações feitas também são extensíveis a todos os cristãos, independentemente do ministério desenvolvido por cada um. Porém, muitas das aplicações feitas pelo Pr. Jael aplicam-se diretamente ao ministério de música, fornecendo lições importantes para o desenvolvimento desta obra para a glória de Deus.

Destaques:
"Às vezes, se torna moda falar mal do sal, como coisa de hipertensos, mas, se o sal for puro e na medida, ele é indispensável para a vida. Porém, atenção: o bom tempero é aquele em que o sal não é percebido. Líderes do ministério da música precisam ser equilibrados e ter bom senso na prática e no testemunho."

"Assim, como o sal que age nos alimentos, sem fazer parte deles, o músico com a personalidade de Cristo, agirá em sua Igreja ou comunidade de forma diferente e distinta do mundo."

"Se quisermos alcançar o equilíbrio na postura, na opinião e na liderança, é preciso despojar-se aos pés de Cristo e aprender dEle, sobre desprendimento, humildade e serviço. Músicos equilibrados que escolheram ser Sal da Terra optam pelo bom-senso e crescimento em Cristo."
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Minha Peregrinação da Música Secular Para a Música Sacra

Autor: Cristina Piccardi
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/29024/minha-peregrinacao-da-musica-secular-para-a-musica-sacra/

Resumo:
Cristina Picardi é a cantora que tem acompanhado o Dr. Samuele Bacchiocchi em suas palestras ao redor do mundo, utilizando sua bela e bem educada voz para apresentar uma mensagem especial às congregações e platéias que se reúnem para ouvir os seminários do Dr. Bacchiocchi

Neste artigo autobiográfico, a cantora conta como, de uma pessoa totalmente engajada no mundo da ópera, com uma excelente formação e uma promissora carreira à sua frente, abriu mão de tudo para dedicar-se exclusivamente à música sacra.

Destaques:
"No ano de 2003, meu professor de canto adventista brasileiro mudou-se para os EUA. Ele me convidou para ir aos EUA para uma avaliação em diversas universidades, para que eu pudesse conseguir uma bolsa de estudos para pós-graduação em técnica vocal. Enquanto eu estava visitando a sua casa, fui convidada pela primeira vez para assistir a uma igreja Adventista do Sétimo Dia e experimentar a verdadeira adoração no santuário de Deus. Meu coração começou a mudar."

"Quando voltei à universidade Duquesne para continuar meus estudos de canto em ópera, devo confessar que foi muito tentador reconsiderar minha decisão. Uma vez que você se encontra cercado de cantores de ópera e está sempre envolvida em apresentações de ópera, é muito difícil não ser afetado pela atmosfera operística. Por um tempo eu me escondi da pressão acreditando que eu podia muito bem cantar tanto música secular quanto sacra."

"Durante minha peregrinação de fé da música secular para a sacra, aprendi que Deus quer que eu O sirva com todo o meu ser. Aprendi que tomar a posição de cantar música sacra pode custar muito. Para mim significou abandonar uma carreira promissora na ópera. Mas, no final, o Senhor honrou meu compromisso abrindo novas portas para meu que eu pudesse ministrar ao Seu povo."

"Corinhos usados no serviço de louvor são muitas vezes repetitivos e não favorecem a congregação a refletir numa mensagem mais profunda de um hino, simplesmente porque estes corinhos não têm uma mensagem profunda. Eles se focam numa idéia que é repetida inúmeras vezes até que se perca o entendimento e se torne somente automático e sem sentido. Precisamos recuperar aqueles hinos que expressam a totalidade de nossa fé e crenças. Devemos compor novas canções que expressem de forma apropriada a beleza de nossa mensagem adventista. Estas canções podem nos inspirar a continuar cantando durante a semana sobre a alegria e esperança sentidas no sábado."
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A Música na Igreja - Prof. Sikberto R. Marks

Autor: Prof. Sikberto R. Marks
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/20238/a-musica-na-igreja-sikberto/

Resumo:
O autor, descontente com os estilos de música que estão sendo aceitos na igreja decide pesquisar o assunto e verifica, para sua perplexidade, que este movimento está profetizado para os dias finais. Se esta interpretação da profecia é correta (como os editores do Música Sacra e Adoração crêem que seja), então é mais do que urgente o momento de avisar a igreja deste perigo.

Destaques:
"Não é intenção polemizar, nem condenar, nem combater esta ou aquela pessoa. Pelo contrário, a intenção é sinceramente evitar que o estrago que certos tipos de música vem causando na igreja piorem a situação. Por exemplo, ela já dividiu o ministério, há líderes que não a admitem, e há os que a defendem. O que resta então aos assim chamados leigos no meio dessas posições cruzadas?"

"Essa música ritmada e batida, em som alto, contribui para preparar os jovens, e também aos demais, para que sejam sacudidos quando as leis dominicais apertarem. Nesse tempo eles irão para onde? Para o movimento do Ecumenismo, onde música assim já está em estágio mais avançado. Onde manifestações espirituais do falso reavivamento já estão se manifestando intensamente, em meio a muita emoção e milagres. Pensam que se preparam para louvar a DEUS, mas estão se acostumando com o ritmo do mundo. O efeito dessa música nesses dias não será para dizer: te tornaste em carne santa, e sim, recebeste o ESPÍRITO SANTO. Pouca é a diferença. Mas qual o efeito? Recebeu o espírito, mas não o santo, e sim, o do inimigo. É o espiritismo que está em alta, e vem com muita força para enganar. Vem para atrapalhar, se possível inviabilizar a proclamação do alto clamor. Vem para tentar impedir a proclamação da iminente vinda de JESUS."
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Um Novo Século, Um Novo Tipo de Adorador

Autor: Pastor Douglas Reis
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/19958/um-novo-seculo-um-novo-tipo-de-adorador/

Resumo:
Qual é a influência da cultura sobre as manifestações religiosas? Até que ponto essas influências são normais ou nocivas ao propósito da Revelação? O autor busca analisar essas influências, especialmente a cultura pós-moderna, onde cada um decide por si o que constitui a sua religiosidade.

Destaques:
"Com o advento de um novo século, marcado pela ubiqüidade da tecnologia e pelo enfraquecimento do Estado como entidade regulamentadora, assistimos a ascensão de uma sociedade hostil aos valores cristãos fundamentais. Cada cidadão é seu próprio peso e medida, e as censuras são desarmadas em nome da liberdade individual. O que impera é o "raciocínio bricolagem" – ou "faça você mesmo" – que é aplicado a quase toda questão que envolva a escolha individual."

"Para atender a esta demanda, os ministérios cristãos têm, grosso modo, se pautado por uma política de acompanhar as tendências de mercado a risca, mudando suas estratégias, à medida que seguem uma postura empresarial (a imagem do pastor como um empresário bem articulado substitui a do clérigo protestante austero em seus modos e respeitado pela sua autoridade doutrinária). Hoje se pode falar de um ministério iconográfico, que exerce influência por meio da manipulação pessoal da congregação, seja pelos recursos teatrais de sua oratória, ou pelo carisma pessoal (sempre ligado ao sobrenatural, o que se deve à unção do ministro que se afirma como porta-voz do Ser Sagrado e também a ser ele um auto-proclamado agente de libertação, com poder de curar, exorcizar, etc.)."
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Uma Análise do Livro "Uma Vida Com Propósitos" - Dia Cinco - Enxergando a Vida do Ponto de Vista de Deus

Autor: Scott Mooney
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/28709/uma-analise-do-livro-uma-vida-com-propositos-dia-cinco/

Resumo:
Trata-se da quinta parte de uma série de quarenta capítulos, uma para cada capítulo do conhecido livro "Uma Vida Com Propósitos", de Rick Warren.

É impressionante como tantos renomados líderes cristãos tem aceitado sem questionar os conceitos expressos neste livro. Porém, ao leitor mais atento e profundamente comprometido com a solidez dos conceitos expressos na Palavra de Deus, há certos pressupostos básicos que não se encaixam na revelação que temos na Palavra.

Conforme o autor expressa na Introdução (https://musicaeadoracao.com.br/28711/uma-analise-do-livro-uma-vida-com-propositos-introducao/ ), seu propósito é demonstrar "como os conceitos fundamentais deste livro são diretamente contrários à essência da verdade cristã."

Destaques:
"Warren prossegue com sua abordagem de que Deus nos "oferece" "visão que Deus tem da vida", consistindo de três metáforas. De acordo com esta visão, a vida é um teste, uma incumbência e uma atribuição temporária. As primeiras duas metáforas são consideradas no presente capítulo e a terceira é reservada para o próximo capítulo."

"De acordo com a idéia de Warren sobre a metáfora do teste, Deus está brincando de gato e rato conosco, deliberadamente colocando todos os tipos de obstáculos em nosso caminho e então observando como lidamos com eles. 'Você está sempre sendo tes­tado. Deus constantemente observa sua reação às pessoas, problemas, sucesso, conflitos, enfermidades, decepções e até mesmo em relação ao clima!' "
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Uso de Bateria na Igreja

Autor: Gilberto Theiss
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/20302/uso-de-bateria-na-igreja/

Resumo:
O autor volta ao tema sempre polêmico, mas cada vez mais atual, da utilização da bateria nos cultos. Utilizando bases bíblicas e extra-bíblicas, delineia uma forte argumentação contra o uso deste grupo de instrumentos no culto a Deus.

Destaques:
"Os instrumentos que Deus pediu foram címbalos, alaúdes, harpas e posteriormente trombetas (veja II Crônicas 29:25,26). O texto bíblico diz: "...Porque este mandado veio do Senhor por intermédio de seus Profetas..." II Crônicas 29:25. Estes instrumentos são qualificados como ``do Senhor´´. Se este mandado veio diretamente do Senhor, atentem para ver que na lista de Deus não existia tambores. Eu desafio ao leitor a examinar todo o contexto e o histórico musical do santuário, e com certeza verá que esse tipo de instrumento jamais fora usado no santuário. A pergunta que deveríamos fazer é: "Porque Deus não colocou tal instrumento em sua lista uma vez que era muito usado pelos israelitas? Porque Deus não permitiu que o próprio Davi que era conhecedor de música, escolhesse os instrumentos que seriam usados na adoração?"

"A história diz que foram duas tentativas de Davi para trazer de volta a arca. Na primeira tentativa deu tudo errado e Davi não conseguiu trazê-la. Foi um desastre porque Davi havia contrariado a Deus em várias maneiras sobre como a arca deveria ser levada. Percebendo os erros cometidos, na segunda tentativa ele corrige tudo para fazer conforme fora ordenado por Deus. Observando atentamente, percebe-se que nas correções que foram feitas para tentar novamente trazer a arca, os tambores também entraram em sua lista de coisas que eram do desagrado do Senhor. Davi contrariou a vontade de Deus em várias coisas, mas na segunda oportunidade ele fez tudo conforme era a vontade de Deus. Houve alegria, mas ao contrário da primeira vez, a banda musical não teve tambores, mas harpas, alaúdes e címbalos (I Crônicas 15:16)."
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A História da Flauta Doce

Autor: Nicholas S. Lander
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/25185/a-historia-da-flauta-doce/

Resumo:
A flauta doce é um dos instrumentos mais antigos ainda existentes. Após um período relativamente longo onde a sua importância foi eclipsada por outros instrumentos de som mais potente, especialmente a flauta transversal, nas últimas décadas ela tem experimentado um grande renascimento, não apenas como instrumento de musicalização, mas como instrumento solista e participante de grupos instrumentais. Recentemente existem versões eletrônicas, que permitem a amplificação e abrem novas possibilidades sonoras.

Este artigo trata não apenas do surgimento e desenvolvimento da flauta doce, mas também das últimas tendências deste instrumento, tudo fartamente ilustrado com imagens detalhadas.

Destaques:
"Durante o século XVII a flauta doce foi completamente redesenhada para uso como instrumento solo. Antes feita em uma ou duas partes, era agora feita em três o que permitiu fazê-la com uma forma mais acurada. Foi feita uma furação mais precisa que feita anteriormente e tinha assim uma escala cromática precisa de duas oitavas e finalmente se alcançava as duas oitavas e um quinto. Era feita para produzir sons com boa intensidade, ter um tom cheio e penetrante, e grande poder de expressividade. Muitos esplêndidos exemplos originais de tais instrumentos sobrevivem hoje em condições de uso. Estas flautas doce barrocas são feitas admiravelmente para o desempenho da música de câmara e concerto. Nesta forma a flauta doce sobreviveu até mais tarde como um instrumento profissional no século XVIII e como um instrumento amador de algum modo no século XIX até que foi temporariamente eclipsada pela flauta transversal."

"Adler-Heinrich começou recentemente a produção de uma gama de Trichterflöten ou flauta doce de sino. Foram desenvolvidas flautas doce de sino durante os últimos 25 anos por Klaus Grunwald, pintor e professor de arte que mora em Cologne, em grande parte para o seu próprio uso. Ele procurou por uma flauta doce sem chaves que se projetasse bem em grandes recintos fechados e as manteve como instrumentos modernos. Trabalhando em grande parte com ferramentas simples como limas, raspas, brocas e ferramentas de ar quente, Grunwald fez uns 80 protótipos que variam do sopranino a grande baixo, de todo tipo concebível, e em vários materiais. As flautas doce de Grunwald eram semelhantes às flautas doce do renascimento, com um longo e largo corpo cilíndrico, um perfil externo simples, e grandes buracos de tom. A diferença crucial era a incorporação de um grande e resplandecente sino exponencial, (de madeira ou metal) semelhante ao de um clarinete. Outra característica era um buraco de dedo (fingerhole) elevado para o dedo mais baixo, acrescentado por razões ergonômicas. Grunwald foi solicitado através de ordens de compra para seus instrumentos únicos, mas, realmente não teve nenhum desejo para os reproduzir para a venda comercial. Eventualmente, um contrato foi assinado o que permitiu Adler-Heinrich produzir instrumentos com desenhos de Grunwald sob sua supervisão.


As Flautas Doce Sino (Bell Recorders).

As novas flautas doce de sino Adler-Heinrich Grunwald são sem igual, não só por causa dos seus sinos grandes, chamejados. Seus windways, corpos, e outras características também diferem radicalmente de desenhos tradicionais. É dito que estes instrumentos produzem um som extremamente cheio e sólido do começo ao fim da escala, e oferece uma larga variedade de digitações alternativas que permitem variações dinâmicas. Uma gama muito mais larga de pressões de respiração pode ser usada que em instrumentos tradicionais, e uma variedade notável de articulações também é possível, enquanto lhes permite competir prosperamente com instrumentos modernos altos como piano, saxofone, ou metais. Atualmente estão disponíveis os modelos soprano e contralto, mas há planos de produzir todos os tamanhos do sopranino a grande baixo em varias madeiras "

"Outros Instrumentos de Sopro Eletrônicos (EWI) são feitos por Akai, Casio, SSSounds, e Yamaha, entre outros. Eles são todos controlados pela respiração e vários equipados com buracos sensíveis à pressão, chaves ou blocos. Eles podem ser programados para produzir o som de quase qualquer instrumento, inclusive a flauta doce. Eles são capazes de fazer o glissando, o portamento, os acordes, "ataque de timbre" (um tipo de chorusing) e outros efeitos. Alguns podem ser programados para tocar com as digitações de vários instrumentos acústicos. O primeiro EWI foi denominado de "Steinerphone" desenvolvido do Instrumento de Válvula Eletrônico (EVI ou trompete eletrônico) protótipo de Nyle Steiner (Black 1997 Cole 1999). Steiner vendeu os seus protótipos depois a Akai que continuou o seu desenvolvimento. Outro antigos EWIs incluem o Lyricon da Computone Inc. (1972) e seus derivados, culminando nos sintetizadores Yamaha de sopro.


EWI da Yamaha."


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Uma Análise do Livro "Uma Vida Com Propósitos" - Dia Quatro - Feitos Para Permanecer Para Sempre

Autor: Scott Mooney
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/28708/uma-analise-do-livro-uma-vida-com-propositos-dia-quatro/

Resumo:
Trata-se da segunda parte de uma série de quarenta capítulos, uma para cada capítulo do conhecido livro "Uma Vida Com Propósitos", de Rick Warren.

É impressionante como tantos renomados líderes cristãos tem aceitado sem questionar os conceitos expressos neste livro. Porém, ao leitor mais atento e profundamente comprometido com a solidez dos conceitos expressos na Palavra de Deus, há certos pressupostos básicos que não se encaixam na revelação que temos na Palavra.

Conforme o autor expressa na Introdução (https://musicaeadoracao.com.br/28711/uma-analise-do-livro-uma-vida-com-propositos-introducao/ ), seu propósito é demonstrar "como os conceitos fundamentais deste livro são diretamente contrários à essência da verdade cristã."

Destaques:
"Para Warren, a morte "parece inatural e injusta", contudo, ele fracassa ao explicar porque isso seria assim. Toda a idéia de morte como um juízo devido ao pecado, e portanto inteiramente justa, parece lhe escapar."

"Biblicamente, eternidade é a culminação do que Deus está fazendo na realidade temporal, não do que nós estamos fazendo. Deus deseja "...congregar em Cristo todas as coisas... tanto as que estão nos céus como as que estão na Terra" (Efésios 1:10). Nossa tarefa é confessar a Ele, adorá-Lo, e dar graças a Ele por todas as coisas, crer em Sua Palavra procurar Sua Graça para obedecê-la e viver por ela. Nossas vidas neste mundo não nos qualificam para usufruirmos a eternidade com Deus; a Graça eternal de Deus nos qualifica a viver de acordo com Deus neste mundo."
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E Deus Disse: Tire esta Música de Perto de Mim!

Autor: Davy Maia
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/19950/e-deus-disse-tire-esta-musica-de-perto-de-mim/

Resumo:
No ministério da Música que é importante para Deus, em comparação com o que é importante para o homem (nós mesmos)? Este pequeno artigo não responde a todas as questões acerca deste ponto, mas levanta várias delas, e de uma forma que nos incita e "cutuca", porque normalmente tentamos evitar pensar nisso.

Destaques:
"Como vemos, Deus não se engana pela nossa postura, técnica, arranjos e musicalidade. Deus quer coisas que vão muito além disto, Ele ama a verdade, pois Ele é a verdade, Ele quer relacionamento, Ele quer intimidade."

"Ter fama aos olhos humanos não significa [a aprovação Divina]. Vender milhares de CD's não significa estar aprovado pelo Senhor. Estar em capas de revistas ou na mídia, não significa estar nas "manchetes" de Deus."
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Ensina a Criança a Cantar

Autor: Joel Sarli
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/19920/ensina-a-crianca-a-cantar/

Resumo:
Este texto, escrito em 1964 vem nos mostrar as preocupações com a educação espiritual infantil já presentes àquela época. Porém, as dificuldades enfrentadas por aqueles líderes nos parecem ser demasiadamente amenas, quando comparadas com as dificuldades contemporâneas.

Porém, antes de debocharmos daquilo que era visto então como dificuldade, este texto deve nos lavar a meditar sobre quão maior é a nossa responsabilidade com as nossas crianças, nestes dias em que coisas como moral, valores, espiritualidade e afins estão imensamente mais complicadas, conforme nos aproximamos dos últimos dias.

Destaque:
"A alma infantil, melhor que em qualquer outro estágio da vida, recebe duradouras impressões. As verdades lançadas no coraçãozinho de uma criança "se cristalizam e não se apagam mais". Os hinos que levamos dos primeiros anos da nossa vida e as verdades que eles encerram acompanham-nos até a velhice."
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