O Hinário Adventista de 1943 foi publicado apenas 10 anos depois da publicação do primeiro hinário adventista brasileiro com música em todos os hinos. Na verdade, tratava-se apenas de uma nova edição, com o acréscimo de mais alguns hinos, totalizando 350 hinos.
Este hinário foi o livro de cânticos de toda uma geração de pioneiros adventistas. Nesta época, o adventismo era bastante forte entre a vibrante colônia alemã no Brasil, o que justifica o fato de alguns hinos trazerem o título pelo qual ele era conhecido no idioma alemão, além de um índice em alemão dos hinos mais conhecidos.
Agora, este hinário está disponível na forma de imagens das páginas originais. Para acessar a imagem desejada, visite o link indicado abaixo, o qual abrirá uma página de índice, com o nome número e nome dos hinos. Esclarecemos ainda que tivemos o cuidado de manter a grafia original dos títulos dos hinos.
Endereço para acesso: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/ha_1943/index.htm
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Papagaios Que Dizem Aleluia
Autor: Pr. Douglas Reis
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/28718/papagaios-que-dizem-aleluia/
Resumo: Partindo da expressão "papagaio de pirata", que descreve alguns políticos de menor importância que gostam de parecer no palanque ao lado de grandes líderes nacionais, com o objetivo de "sair na foto", o autor extrapola esta metáfora para advertir contra a "idolatria" que se pode ver ocorrendo com relação a "artistas" da indústria fonográfica gospel.
Destaque:
"O culto à personalidade no meio gospel absorve os adoradores cristãos, e concorre diretamente com o culto ao próprio Deus. Quando se trata de ir assistir a banda gospel favorita, alguns, que de outra forma não iriam até a igreja na esquina de sua casa, movem montanhas (mas não pela fé!). Coleções de CDs, DVDs, participação freqüente em fóruns na internet, e até pôsteres (!) de artistas constituem, para alguns, uma idolatria camuflada em admiração saudável."
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Destaque:
"O culto à personalidade no meio gospel absorve os adoradores cristãos, e concorre diretamente com o culto ao próprio Deus. Quando se trata de ir assistir a banda gospel favorita, alguns, que de outra forma não iriam até a igreja na esquina de sua casa, movem montanhas (mas não pela fé!). Coleções de CDs, DVDs, participação freqüente em fóruns na internet, e até pôsteres (!) de artistas constituem, para alguns, uma idolatria camuflada em admiração saudável."
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terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Música em Minha Bíblia
Em 1968 a Casa Publicadora Brasileira traduziu e publicou o excelente livro "Música na Minha Bíblia", de autoria de Helen G. Grauman. Porém, após o esgotamento da edição, não foram feitas novas reimpressões e, até onde se sabe, não há planos para uma reedição.
Por muitos anos este livro tem sido uma das melhores fontes de pesquisa no idioma Português acerca do assunto da música nos tempos bíblicos.
Este livro está, a partir de agora, disponível no Música Sacra e Adoração, no formato PDF, para consultas e download. Para acessar o livro, basta visitar nossa página índice de livros online, em https://musicaeadoracao.com.br/livros-indice/livros-online/ e clicar no link correspondente.
Porém, note que é um arquivo grande, de 26,5 MB. Não tente fazer este download se você não tem acesso à Internet por banda larga.
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Por muitos anos este livro tem sido uma das melhores fontes de pesquisa no idioma Português acerca do assunto da música nos tempos bíblicos.
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Salmos, Hinos e Cânticos
Sub-Títulos:
Parte 1 - Contextualização Histórica
Parte 2 - O Papel dos Hinos
Parte 3 - A Controvérsia dos Cânticos
Autor: Rolando de Nassau
Resumo:
Esta série de três artigos, escritos por Rolando de Nassáu, trata das características musicais adotadas pelos cristãos desde a Antigüidade. Ao longo da História da cristandade Ocidental, o uso musical de salmos, hinos e cânticos se alternou, de acordo com os interesses das Igrejas líderes da propagação religiosa nos países Europeus. O autor não deixa de lado o aspecto musical brasileiro, analisando, de forma breve, características dos movimentos evangélicos contemporâneos.
Concentrando-se na hinódia cristã batista (denominação religiosa da qual faz parte o autor), analisa no segundo artigo da série, o paulatino abandono da hinódia tradicional cristã, pelo uso de cânticos. Segundo o autor (idéia que compartilhamos), esse movimento, de certa forma, "trai" a linha tradicional da musicalidade das igrejas Protestantes. Segue-se, então, uma breve análise de como deveria ser a música no interior da igreja.
No terceiro e último artigo da série, Rolando analisa as principais características dos cânticos cristãos, criticando de forma mais dura o uso generalizado destes, no lugar dos hinos ditos "tradicionais". Rolando, seguindo uma linha de raciocínio compartilhada pelos autores do Música Sacra e Adoração, analisa o uso dos cânticos como uma adaptação das igrejas contemporâneas ao "suposto" gosto musical da juventude. Mais uma vez, destacamos a importância da revisão deste ponto de vista.
Destaques:
"Se perguntarmos à maioria dos crentes que apreciam os hinos, certamente responderão que, pelo menos, têm conteúdo teológico e doutrinário confiável, e melodia que traz recordações úteis à vida e à fé cristã; esses elementos predispõem o crente a preparar-se, emocional e espiritualmente, para o culto divino. A maioria reconhece que, do ponto-de-vista literário, os hinos têm textos mais apurados e profundos; quanto ao aspecto musical, têm mais melodia e harmonia do que ritmo; no que se refere ao comportamento "litúrgico", são cantados com postura formal, solene e reverente; relativamente à condição pessoal, são apreciados pelas pessoas psicológica e racionalmente maduras".
"Nossa principal objeção ao uso generalizado e constante de cânticos é pelo fato de estarem menos comprometidos com a identidade denominacional (porque, usados por imitação e modismo, são oriundos de movimentos carismáticos e neo-pentecostais, estranhos, que se infiltram na Denominação Batista) e serem deficientes ou insuficientes na exposição doutrinária".
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Parte 1 - Contextualização Histórica
Parte 2 - O Papel dos Hinos
Parte 3 - A Controvérsia dos Cânticos
Autor: Rolando de Nassau
Resumo:
Esta série de três artigos, escritos por Rolando de Nassáu, trata das características musicais adotadas pelos cristãos desde a Antigüidade. Ao longo da História da cristandade Ocidental, o uso musical de salmos, hinos e cânticos se alternou, de acordo com os interesses das Igrejas líderes da propagação religiosa nos países Europeus. O autor não deixa de lado o aspecto musical brasileiro, analisando, de forma breve, características dos movimentos evangélicos contemporâneos.
Concentrando-se na hinódia cristã batista (denominação religiosa da qual faz parte o autor), analisa no segundo artigo da série, o paulatino abandono da hinódia tradicional cristã, pelo uso de cânticos. Segundo o autor (idéia que compartilhamos), esse movimento, de certa forma, "trai" a linha tradicional da musicalidade das igrejas Protestantes. Segue-se, então, uma breve análise de como deveria ser a música no interior da igreja.
No terceiro e último artigo da série, Rolando analisa as principais características dos cânticos cristãos, criticando de forma mais dura o uso generalizado destes, no lugar dos hinos ditos "tradicionais". Rolando, seguindo uma linha de raciocínio compartilhada pelos autores do Música Sacra e Adoração, analisa o uso dos cânticos como uma adaptação das igrejas contemporâneas ao "suposto" gosto musical da juventude. Mais uma vez, destacamos a importância da revisão deste ponto de vista.
Destaques:
"Se perguntarmos à maioria dos crentes que apreciam os hinos, certamente responderão que, pelo menos, têm conteúdo teológico e doutrinário confiável, e melodia que traz recordações úteis à vida e à fé cristã; esses elementos predispõem o crente a preparar-se, emocional e espiritualmente, para o culto divino. A maioria reconhece que, do ponto-de-vista literário, os hinos têm textos mais apurados e profundos; quanto ao aspecto musical, têm mais melodia e harmonia do que ritmo; no que se refere ao comportamento "litúrgico", são cantados com postura formal, solene e reverente; relativamente à condição pessoal, são apreciados pelas pessoas psicológica e racionalmente maduras".
"Nossa principal objeção ao uso generalizado e constante de cânticos é pelo fato de estarem menos comprometidos com a identidade denominacional (porque, usados por imitação e modismo, são oriundos de movimentos carismáticos e neo-pentecostais, estranhos, que se infiltram na Denominação Batista) e serem deficientes ou insuficientes na exposição doutrinária".
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A Dança na Adoração à Luz da Bíblia
Autor: Levi de Paula Tavares
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/20159/a-danca-na-adoracao-a-luz-da-biblia/
Resumo:
Este texto, que é par do texto divulgado recentemente, intitulado O Uso da Percussão na Adoração à Luz da Bíblia, faz uma análise dos relatos e princípios bíblicos, corroborados por estudos de renomados eruditos, acerca da utilização de expressões corporais, notadamente a dança ao som de instrumentos rítmicos, no contexto da adoração a Deus.
A análise se dá através da resposta, à luz da Palavra de Deus, aos principais argumentos utilizados por aqueles que buscam defender a utilização da dança na adoração, a saber:
Destaques:
"É importante notar que Davi, que é considerado por muitos como o exemplo principal para a dança religiosa na Bíblia, nunca deu instruções aos levitas com respeito a quando e como dançariam no Templo. Se Davi cresse que a dança deveria ser um componente na adoração divina, sem dúvida teria dado instruções relativas a ela aos músicos levitas que designou para se apresentarem no templo. Sua omissão da dança na adoração divina dificilmente pode ser considerada como um lapso. Ao contrário, ela nos fala da distinção que Davi fez entre a música sacra, executada na Casa de Deus e a música secular tocada fora do Templo para o entretenimento."
"Quanto à compreensão correta dos salmos, deveríamos ter em mente o princípio da hermenêutica bíblica que diz que sempre deveríamos considerar o estilo literário do conteúdo em estudo. É uma narrativa histórica? É uma parábola, uma declaração profética? Estas perguntas devem ser feitas pelo estudioso diligente de forma que, a partir de suas respostas, possa buscar uma interpretação coerente. Os salmos devem ser compreendidos como fazendo parte do estilo literário poético e como tais não deveriam ser interpretados como sendo literais."
"Outro ponto a considerar é que o tambor, em suas diversas formas, sempre fez parte da música folclórica e popular hebraica. Porém, quando Davi, por ordem divina, planejou e, posteriormente, Salomão instituiu o serviço levítico no Templo, nenhum instrumento de percussão foi admitido na adoração. O evento descrito em I Samuel 10 ocorre muitos anos antes de Davi haver estabelecido essas orientações. E, mesmo depois dessas orientações, o povo continuou usando esses instrumentos em suas manifestações musicais fora do Templo."
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Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/20159/a-danca-na-adoracao-a-luz-da-biblia/
Resumo:
Este texto, que é par do texto divulgado recentemente, intitulado O Uso da Percussão na Adoração à Luz da Bíblia, faz uma análise dos relatos e princípios bíblicos, corroborados por estudos de renomados eruditos, acerca da utilização de expressões corporais, notadamente a dança ao som de instrumentos rítmicos, no contexto da adoração a Deus.
A análise se dá através da resposta, à luz da Palavra de Deus, aos principais argumentos utilizados por aqueles que buscam defender a utilização da dança na adoração, a saber:
1 – Miriã, a profetisa, dançou com pandeiros e levou o povo de Israel ao mesmo. (Êxodo 15:20,21)
2 – Davi "dançou diante do Senhor" (II Samuel 6:14-16)
3 – Os textos de Salmos 149:3 e 150:4 mandam louvar ao Senhor com danças
4 –Profetas em Israel profetizavam ao som de tambores. (I Samuel 10:5)
5 –A filha de Jefté dançou diante do pai com adufes. (Juizes 11:34) Além disso, as mulheres de Israel dançavam diante de Saul e de Davi com adufes. (I Samuel 18:6; 21:11).
Destaques:
"É importante notar que Davi, que é considerado por muitos como o exemplo principal para a dança religiosa na Bíblia, nunca deu instruções aos levitas com respeito a quando e como dançariam no Templo. Se Davi cresse que a dança deveria ser um componente na adoração divina, sem dúvida teria dado instruções relativas a ela aos músicos levitas que designou para se apresentarem no templo. Sua omissão da dança na adoração divina dificilmente pode ser considerada como um lapso. Ao contrário, ela nos fala da distinção que Davi fez entre a música sacra, executada na Casa de Deus e a música secular tocada fora do Templo para o entretenimento."
"Quanto à compreensão correta dos salmos, deveríamos ter em mente o princípio da hermenêutica bíblica que diz que sempre deveríamos considerar o estilo literário do conteúdo em estudo. É uma narrativa histórica? É uma parábola, uma declaração profética? Estas perguntas devem ser feitas pelo estudioso diligente de forma que, a partir de suas respostas, possa buscar uma interpretação coerente. Os salmos devem ser compreendidos como fazendo parte do estilo literário poético e como tais não deveriam ser interpretados como sendo literais."
"Outro ponto a considerar é que o tambor, em suas diversas formas, sempre fez parte da música folclórica e popular hebraica. Porém, quando Davi, por ordem divina, planejou e, posteriormente, Salomão instituiu o serviço levítico no Templo, nenhum instrumento de percussão foi admitido na adoração. O evento descrito em I Samuel 10 ocorre muitos anos antes de Davi haver estabelecido essas orientações. E, mesmo depois dessas orientações, o povo continuou usando esses instrumentos em suas manifestações musicais fora do Templo."
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Uma Análise do Livro "Uma Vida Com Propósitos" - Dia Dois - Você Não é Um Acidente
Autor: Scott Mooney
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/28706/uma-analise-do-livro-uma-vida-com-propositos-dia-dois/
Resumo:
Trata-se da segunda parte de uma série de quarenta capítulos, uma para cada capítulo do conhecido livro "Uma Vida Com Propósitos", de Rick Warren.
É impressionante como tantos renomados líderes cristãos tem aceitado sem questionar os conceitos expressos neste livro. Porém, ao leitor mais atento e profundamente comprometido com a solidez dos conceitos expressos na Palavra de Deus, há certos pressupostos básicos que não se encaixam na revelação que temos na Palavra.
Conforme o autor expressa na Introdução ( https://musicaeadoracao.com.br/28711/uma-analise-do-livro-uma-vida-com-propositos-introducao/ ), seu propósito é demonstrar "como os conceitos fundamentais deste livro são diretamente contrários à essência da verdade cristã."
Destaques:
"Ele cita o cientista Dr. Michael Denton, que disse "...o cosmos é um conjunto especialmente projetado com a vida e raça humana como seu objetivo fundamental e propósito, um conjunto no qual todas as facetas da realidade tem seu significado e explicação neste fato central."(p.24). Warren então em seguida adiciona sua própria declaração "A Bíblia disse a mesma coisa milhares de anos atrás." (p.24). Ele cita Isaias 45:18 para sustentar sua visão: "Deus formou a Terra... Ele não a criou vazia, mas a formou para que fosse habitada". Contudo, a afirmação que Deus pretendesse que a Terra fosse habitada por pessoas, dificilmente é o mesmo que se dizer "todas as facetas da realidade tem seu significado e explicação" no "fato central" da vida humana. A declaração do Dr. Denton é clara o bastante, mas está longe de ser claro se sua declaração conclui a mesma coisa que a Bíblia tem dito por milhares de anos. Devemos dar a este ponto escrutínio muito maior do que Warren permitiu."
"Warren parecia indicar a idéia cristã de significado na abertura deste capítulo com sua descrição inspiradora da oniciência e onipotência do Soberano Criador. Mas as palavras podem significar muitas coisas diferentes. Faz-se necessária a elaboração do sistema maior aonde palavras são proferidas com o objetivo de conhecer verdadeira e completamente com qual objetivo foram empregadas. Conforme prosseguimos pelo Dia Dois fica difícil manter a presunção de que Warren se refere ao Deus da Bíblia, ao Deus do Cristianismo histórico e bíblico, ao Deus de nossos pais. Na melhor das hipóteses, poderíamos até dizer que Warren interpretou mal as palavras do Dr. Denton. Contudo, quando chegamos às observações de Warren sobre significado e realidade, constatamos que quanto mais ele elabora sua visão, mais sua visão diverge da ortodoxia cristã."
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Resumo:
Trata-se da segunda parte de uma série de quarenta capítulos, uma para cada capítulo do conhecido livro "Uma Vida Com Propósitos", de Rick Warren.
É impressionante como tantos renomados líderes cristãos tem aceitado sem questionar os conceitos expressos neste livro. Porém, ao leitor mais atento e profundamente comprometido com a solidez dos conceitos expressos na Palavra de Deus, há certos pressupostos básicos que não se encaixam na revelação que temos na Palavra.
Conforme o autor expressa na Introdução ( https://musicaeadoracao.com.br/28711/uma-analise-do-livro-uma-vida-com-propositos-introducao/ ), seu propósito é demonstrar "como os conceitos fundamentais deste livro são diretamente contrários à essência da verdade cristã."
Destaques:
"Ele cita o cientista Dr. Michael Denton, que disse "...o cosmos é um conjunto especialmente projetado com a vida e raça humana como seu objetivo fundamental e propósito, um conjunto no qual todas as facetas da realidade tem seu significado e explicação neste fato central."(p.24). Warren então em seguida adiciona sua própria declaração "A Bíblia disse a mesma coisa milhares de anos atrás." (p.24). Ele cita Isaias 45:18 para sustentar sua visão: "Deus formou a Terra... Ele não a criou vazia, mas a formou para que fosse habitada". Contudo, a afirmação que Deus pretendesse que a Terra fosse habitada por pessoas, dificilmente é o mesmo que se dizer "todas as facetas da realidade tem seu significado e explicação" no "fato central" da vida humana. A declaração do Dr. Denton é clara o bastante, mas está longe de ser claro se sua declaração conclui a mesma coisa que a Bíblia tem dito por milhares de anos. Devemos dar a este ponto escrutínio muito maior do que Warren permitiu."
"Warren parecia indicar a idéia cristã de significado na abertura deste capítulo com sua descrição inspiradora da oniciência e onipotência do Soberano Criador. Mas as palavras podem significar muitas coisas diferentes. Faz-se necessária a elaboração do sistema maior aonde palavras são proferidas com o objetivo de conhecer verdadeira e completamente com qual objetivo foram empregadas. Conforme prosseguimos pelo Dia Dois fica difícil manter a presunção de que Warren se refere ao Deus da Bíblia, ao Deus do Cristianismo histórico e bíblico, ao Deus de nossos pais. Na melhor das hipóteses, poderíamos até dizer que Warren interpretou mal as palavras do Dr. Denton. Contudo, quando chegamos às observações de Warren sobre significado e realidade, constatamos que quanto mais ele elabora sua visão, mais sua visão diverge da ortodoxia cristã."
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A Música e o Fim do Tempo da Graça
Autor: Luzes da Alvorada Produções
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/19951/a-musica-e-o-fim-do-tempo-da-graca/
Resumo:
O artigo, um pouco longo, mas não prolixo, faz uma análise profunda (mas que não esgota este tema tão abrangente) da situação atual da igreja e do papel que a música desempenha na igreja hoje e o papel que ela desempenhará na sacudidura, ao terminar o tempo da graça.
As citações bibliográficas, conforme indicadas durante o texto, fundamentam-se principalmente na Bíblia e nos escritos de Ellen White, citando ainda outros escritores adventistas, notadamente trechos do livro Música, Adventismo e Eternidade, de Dario Pires Araújo.
Destaques:
"A preocupação da Igreja Adventista do Sétimo Dia, não deveria ser apenas a pregação do evangelho, mas a busca pessoal, por parte de cada membro, da presença de DEUS em suas vidas. Isso não quer dizer que devamos deixar de pregar o evangelho, de maneira nenhuma. Quer dizer que quanto mais perto de DEUS estivermos, mais poder receberemos do Céu. É o poder de DEUS, a direção do ESPÍRITO SANTO, que fará com que o evangelho seja, realmente, pregado a todo o mundo. Esforços humanos resultam apenas no que tem acontecido muitas vezes: Um grande número de pessoas sendo batizadas enquanto outras tantas deixam a igreja, seguindo pelo caminho da apostasia. Está escrito que "O mundo ficará convencido, não pelo que o púlpito ensina, mas pelo que a igreja vive. O ministério anuncia do púlpito a teoria do evangelho; a piedade prática da igreja demonstra seu poder." Serviço Cristão Pág. 67."
"A igreja está, hoje, totalmente desinformada. Algumas pessoas têm usado textos bíblicos, erroneamente, sem ter real conhecimento da verdade. Citam casos como o do transporte da arca para Jerusalém, nos dias do rei Davi, a cântico de Míriam, junto ao Mar Vermelho ou alguns versos no livro de salmos, sem saberem o que estão falando. Consideremos, rápida e resumidamente, apenas um dos casos: Ao citar o uso de tamboris e pandeiros, no caso do transporte da arca, essas pessoas não prestaram atenção no fato de que foi nessa ocasião que Uzá morreu pelo juízo divino, e nem no fato de que os tamboris e pandeiros foram tirados, não foram mais usados, no restante do trajeto, quando a arca foi, finalmente, levada até Jerusalém. Dessa forma, a desinformação e a vontade de satisfazer ao próprio gosto pervertido tem levado muitas pessoas a usarem outros textos ainda, para imporem suas próprias idéias, sem saberem que estão fazendo a obra do inimigo."
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Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/19951/a-musica-e-o-fim-do-tempo-da-graca/
Resumo:
O artigo, um pouco longo, mas não prolixo, faz uma análise profunda (mas que não esgota este tema tão abrangente) da situação atual da igreja e do papel que a música desempenha na igreja hoje e o papel que ela desempenhará na sacudidura, ao terminar o tempo da graça.
As citações bibliográficas, conforme indicadas durante o texto, fundamentam-se principalmente na Bíblia e nos escritos de Ellen White, citando ainda outros escritores adventistas, notadamente trechos do livro Música, Adventismo e Eternidade, de Dario Pires Araújo.
Destaques:
"A preocupação da Igreja Adventista do Sétimo Dia, não deveria ser apenas a pregação do evangelho, mas a busca pessoal, por parte de cada membro, da presença de DEUS em suas vidas. Isso não quer dizer que devamos deixar de pregar o evangelho, de maneira nenhuma. Quer dizer que quanto mais perto de DEUS estivermos, mais poder receberemos do Céu. É o poder de DEUS, a direção do ESPÍRITO SANTO, que fará com que o evangelho seja, realmente, pregado a todo o mundo. Esforços humanos resultam apenas no que tem acontecido muitas vezes: Um grande número de pessoas sendo batizadas enquanto outras tantas deixam a igreja, seguindo pelo caminho da apostasia. Está escrito que "O mundo ficará convencido, não pelo que o púlpito ensina, mas pelo que a igreja vive. O ministério anuncia do púlpito a teoria do evangelho; a piedade prática da igreja demonstra seu poder." Serviço Cristão Pág. 67."
"A igreja está, hoje, totalmente desinformada. Algumas pessoas têm usado textos bíblicos, erroneamente, sem ter real conhecimento da verdade. Citam casos como o do transporte da arca para Jerusalém, nos dias do rei Davi, a cântico de Míriam, junto ao Mar Vermelho ou alguns versos no livro de salmos, sem saberem o que estão falando. Consideremos, rápida e resumidamente, apenas um dos casos: Ao citar o uso de tamboris e pandeiros, no caso do transporte da arca, essas pessoas não prestaram atenção no fato de que foi nessa ocasião que Uzá morreu pelo juízo divino, e nem no fato de que os tamboris e pandeiros foram tirados, não foram mais usados, no restante do trajeto, quando a arca foi, finalmente, levada até Jerusalém. Dessa forma, a desinformação e a vontade de satisfazer ao próprio gosto pervertido tem levado muitas pessoas a usarem outros textos ainda, para imporem suas próprias idéias, sem saberem que estão fazendo a obra do inimigo."
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O Uso da Percussão na Adoração à Luz da Bíblia
Autor: Levi de Paula Tavares
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/20267/o-uso-da-percussao-na-adoracao-a-luz-da-biblia/
Resumo:
Trata-se de uma análise dos relatos e princípios bíblicos, corroborados por estudos de renomados eruditos, acerca da utilização de instrumentos de percussão a adoração a Deus.
Esta análise é feita cronologicamente, englobando: a música no antigo Israel, desde o transporte da arca para Jerusalém, até a utilização dos instrumentos musicais no serviço levítico no Templo; a música de adoração após o Templo de Salomão e nas sinagogas; a música na adoração da Igreja Apostólica e a música de adoração no Apocalipse.
Como fechamento, há uma breve compilação dos conselhos de Ellen White acerca do assunto.
Destaques:
"Digno de nota é a ausência de qualquer instrumento de percussão da classe dos membranofones, ou seja, instrumentos que produzem som a partir da vibração de uma membrana (normalmente uma pele de animal esticada sobre um aro). Não que estes instrumentos não fossem conhecidos na época, nem que fossem estranhos a Davi. O tamboris ou adufes (toph) foram utilizados pelo próprio Davi na primeira tentativa de trazer a arca a Jerusalém (II Samuel 6:5; I Crônicas 13:8). (...) A falta de instruções com relação à utilização de instrumentos de percussão, para marcação rítmica na música do Templo dificilmente pode ser creditada a negligência ou esquecimento por parte de Davi, uma vez que as instruções relativas a esta instrumentação estavam "conforme ao mandado de Davi e de Gade, o vidente do rei, e do profeta Natã; porque este mandado veio do Senhor, por mão de seus profetas" (II Crônicas 29:25)."
"A função da música na sinagoga diferia da música no Templo, principalmente porque as duas instituições tinham propósitos diferentes. O Templo era, primariamente, o lugar onde eram oferecidos sacrifícios em nome de toda nação e dos crentes individualmente. A sinagoga, por outro lado, apareceu provavelmente durante o exílio babilônico como o lugar onde eram oferecidas orações e as Escrituras eram lidas e ensinadas. Esta diferença de funções também se refletia nos diferentes papéis que a música desempenhava nessas duas instituições. Enquanto a música no templo era predominantemente vocal, com instrumentos de cordas que ajudavam no canto, a música na sinagoga era exclusivamente vocal, sem qualquer instrumento. A única exceção era o shofar (trombeta feita de chifre de carneiro) que servia como um instrumento sinalizador."
"... falar sobre um ministério de música no Novo Testamento pode parecer completamente fora de propósito. Isto pode parecer estranho a nós, que estamos acostumados a ter e incentivar um ministério musical rico e espiritualmente frutífero, mas a verdade é que o Novo Testamento faz silêncio sobre qualquer cargo "musical" na igreja. Com exceção do livro do Apocalipse, no qual a música faz parte de um rico drama escatológico, apenas uma dúzia de passagens se refere à música. Nenhuma destas passagens, entretanto, dá-nos um retrato claro do papel que a música desempenhava nos cultos na igreja durante o período do Novo Testamento. Isto não surpreende, porque os crentes deste período não viam seus grupos de adoração como sendo muito diferentes dos da sinagoga, conforme vimos acima. Ambos eram conduzidos de maneira informal, por pessoas leigas liderando a oração, leitura, cânticos, e exortação. A diferença fundamental entre os dois era a proclamação messiânica que estava presente apenas na adoração Cristã."
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Resumo:
Trata-se de uma análise dos relatos e princípios bíblicos, corroborados por estudos de renomados eruditos, acerca da utilização de instrumentos de percussão a adoração a Deus.
Esta análise é feita cronologicamente, englobando: a música no antigo Israel, desde o transporte da arca para Jerusalém, até a utilização dos instrumentos musicais no serviço levítico no Templo; a música de adoração após o Templo de Salomão e nas sinagogas; a música na adoração da Igreja Apostólica e a música de adoração no Apocalipse.
Como fechamento, há uma breve compilação dos conselhos de Ellen White acerca do assunto.
Destaques:
"Digno de nota é a ausência de qualquer instrumento de percussão da classe dos membranofones, ou seja, instrumentos que produzem som a partir da vibração de uma membrana (normalmente uma pele de animal esticada sobre um aro). Não que estes instrumentos não fossem conhecidos na época, nem que fossem estranhos a Davi. O tamboris ou adufes (toph) foram utilizados pelo próprio Davi na primeira tentativa de trazer a arca a Jerusalém (II Samuel 6:5; I Crônicas 13:8). (...) A falta de instruções com relação à utilização de instrumentos de percussão, para marcação rítmica na música do Templo dificilmente pode ser creditada a negligência ou esquecimento por parte de Davi, uma vez que as instruções relativas a esta instrumentação estavam "conforme ao mandado de Davi e de Gade, o vidente do rei, e do profeta Natã; porque este mandado veio do Senhor, por mão de seus profetas" (II Crônicas 29:25)."
"A função da música na sinagoga diferia da música no Templo, principalmente porque as duas instituições tinham propósitos diferentes. O Templo era, primariamente, o lugar onde eram oferecidos sacrifícios em nome de toda nação e dos crentes individualmente. A sinagoga, por outro lado, apareceu provavelmente durante o exílio babilônico como o lugar onde eram oferecidas orações e as Escrituras eram lidas e ensinadas. Esta diferença de funções também se refletia nos diferentes papéis que a música desempenhava nessas duas instituições. Enquanto a música no templo era predominantemente vocal, com instrumentos de cordas que ajudavam no canto, a música na sinagoga era exclusivamente vocal, sem qualquer instrumento. A única exceção era o shofar (trombeta feita de chifre de carneiro) que servia como um instrumento sinalizador."
"... falar sobre um ministério de música no Novo Testamento pode parecer completamente fora de propósito. Isto pode parecer estranho a nós, que estamos acostumados a ter e incentivar um ministério musical rico e espiritualmente frutífero, mas a verdade é que o Novo Testamento faz silêncio sobre qualquer cargo "musical" na igreja. Com exceção do livro do Apocalipse, no qual a música faz parte de um rico drama escatológico, apenas uma dúzia de passagens se refere à música. Nenhuma destas passagens, entretanto, dá-nos um retrato claro do papel que a música desempenhava nos cultos na igreja durante o período do Novo Testamento. Isto não surpreende, porque os crentes deste período não viam seus grupos de adoração como sendo muito diferentes dos da sinagoga, conforme vimos acima. Ambos eram conduzidos de maneira informal, por pessoas leigas liderando a oração, leitura, cânticos, e exortação. A diferença fundamental entre os dois era a proclamação messiânica que estava presente apenas na adoração Cristã."
Artigos, documentos, entrevistas e livros sobre música sacra
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Uma Análise do Livro "Uma Vida Com Propósitos" - Dia Um - Tudo Começa Com Deus
Autor: Scott Mooney
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/28705/uma-analise-do-livro-uma-vida-com-propositos-dia-um/
Resumo:
Trata-se da primeira parte de uma série de quarenta capítulos, uma para cada capítulo do conhecido livro "Uma Vida Com Propósitos", de Rick Warren.
É impressionante como tantos renomados líderes cristãos tem aceitado sem questionar os conceitos expressos neste livro. Porém, ao leitor mais atento e profundamente comprometido com a solidez dos conceitos expressos na Palavra de Deus, há certos pressupostos básicos que não se encaixam na revelação que temos na Palavra.
Conforme o autor expressa na Introdução ( https://musicaeadoracao.com.br/28711/uma-analise-do-livro-uma-vida-com-propositos-introducao/ ), seu propósito é demonstrar "como os conceitos fundamentais deste livro são diretamente contrários à essência da verdade cristã."
Destaques:
"De fato, é possível a alguma criatura viver apartada de seu Criador? No entanto, não há qualquer indício de consideração destas questões. Ao invés disso, há apenas a garantia de que depende de nossa própria iniciativa e força começarmos tal relacionamento. Como ele coloca, "Se você não tem tal relacionamento, irei explicar depois como iniciar um" (p.20). Isto, por sua vez, sugere outras questões; por exemplo, se Deus é o Criador de todas as coisas, e assim determina o significado e objetivo das coisas, então como podemos falar de relacionamento entre Deus e criatura que dependa de iniciativa e poder da criatura? Warren não nos fornece uma explicação."
"A mensagem de Warren até então parece ser: 1) O homem é uma criatura de Deus, mas 2) de algum modo a "criatura" pode existir sem relação com o "Criador"; 3) Embora isso possa ser problemático para a criatura, entretanto, ele pode exercitar sua força e iniciativa para entrar em um relacionamento com o Criador; 4) algo que nós temos o hábito de nos referir como "revelação" será, de algum modo, envolvido nesta "descoberta" do significado e objetivo da vida. Os conceitos de Warren para "Deus", "homem", "revelação" e "descoberta" são um tanto quanto nebulosos. Portanto, nestes termos, uma transformação do homem sem significado e sem propósitos para o homem com significado e propósitos é um processo mal definido; a criatura, de algum modo, se transforma naquilo que o Criador o criou para ser. Conforme Warren coloca, "Trata-se de tornar-se aquilo para o que Deus te criou" (p.19)."
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Trata-se da primeira parte de uma série de quarenta capítulos, uma para cada capítulo do conhecido livro "Uma Vida Com Propósitos", de Rick Warren.
É impressionante como tantos renomados líderes cristãos tem aceitado sem questionar os conceitos expressos neste livro. Porém, ao leitor mais atento e profundamente comprometido com a solidez dos conceitos expressos na Palavra de Deus, há certos pressupostos básicos que não se encaixam na revelação que temos na Palavra.
Conforme o autor expressa na Introdução ( https://musicaeadoracao.com.br/28711/uma-analise-do-livro-uma-vida-com-propositos-introducao/ ), seu propósito é demonstrar "como os conceitos fundamentais deste livro são diretamente contrários à essência da verdade cristã."
Destaques:
"De fato, é possível a alguma criatura viver apartada de seu Criador? No entanto, não há qualquer indício de consideração destas questões. Ao invés disso, há apenas a garantia de que depende de nossa própria iniciativa e força começarmos tal relacionamento. Como ele coloca, "Se você não tem tal relacionamento, irei explicar depois como iniciar um" (p.20). Isto, por sua vez, sugere outras questões; por exemplo, se Deus é o Criador de todas as coisas, e assim determina o significado e objetivo das coisas, então como podemos falar de relacionamento entre Deus e criatura que dependa de iniciativa e poder da criatura? Warren não nos fornece uma explicação."
"A mensagem de Warren até então parece ser: 1) O homem é uma criatura de Deus, mas 2) de algum modo a "criatura" pode existir sem relação com o "Criador"; 3) Embora isso possa ser problemático para a criatura, entretanto, ele pode exercitar sua força e iniciativa para entrar em um relacionamento com o Criador; 4) algo que nós temos o hábito de nos referir como "revelação" será, de algum modo, envolvido nesta "descoberta" do significado e objetivo da vida. Os conceitos de Warren para "Deus", "homem", "revelação" e "descoberta" são um tanto quanto nebulosos. Portanto, nestes termos, uma transformação do homem sem significado e sem propósitos para o homem com significado e propósitos é um processo mal definido; a criatura, de algum modo, se transforma naquilo que o Criador o criou para ser. Conforme Warren coloca, "Trata-se de tornar-se aquilo para o que Deus te criou" (p.19)."
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Brincando Com Fogo
Autor: Pr. Antonio José Bettero M. do Valle
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/19898/brincando-com-fogo-bettero/
Resumo:
O título sugestivo deste artigo é uma boa introdução para a abordagem do texto: ao flertarmos com os entretenimentos mundanos em nossa adoração, estamos brincando com fogo. E, podemos acrescentar que esta brincadeira é bastante literal, se considerarmos o juízo final.
O autor, um pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia fala bastante francamente sobre os desvios a que a falta de parâmetros claros e firmes nesta área (apesar dos princípios bíblicos e das instruções de Ellen G. White) tem levado a nossa adoração e nosso senso da santidade de Deus.
Destaques:
"Instruções claras e definidas têm sido dadas" , nas teses doutorais, em livros de gente séria e no Espírito de Profecia, mas o que acontece em nossa igreja é outra realidade. Interesses pessoais atropelam tudo isso, como se essas instruções não existissem. Quais são os critérios utilizados? Pesquisa de mercado, gosto do público alvo, meu gosto pessoal, muita animação, ritmo, batida, emoções. Estão explorando as tendências e a simplicidade de um povo. Indefinidos, populistas e comerciantes estão regendo o que chega aqui nas congregações. E o povo entra rápido no ritmo, segue cegamente tudo que vem de cima, como sendo o certo. Aquilo que agrada à maioria, tem o apoio da maioria. "Só se contesta o que incomoda" E os incomodados são uns poucos que estudam e querem fazer o certo."
"O fato de os cantores convidados sempre trazerem duas, três músicas para apresentar, mostra que vieram fazer uma apresentação, não foram ensinados a considerar o culto, a Palavra, o tema do sermão. O objetivo é claro – apresentação e não adoração. É fácil medir o grau: tente arrazoar, pedindo uma só música que mais se enquadre à mensagem, ou porque o tempo está esgotado. Veja a reação, sinta o clima. Quer saber onde está o verdadeiro objeto de adoração? Diga não nesta área tão sensível, discorde."
"Você jamais será o mesmo após ouvir a verdade. Ou vai melhorar ou piorar. Existe um conflito cósmico ocorrendo e a sua mente é o campo de batalha. É você quem decide quem vai ser o vencedor. Este grande conflito está presente em cada momento, em cada pensamento, em cada ato de sua vida. Cada palavra, cada atitude, cada música, cada roupa tem uma mensagem, está dizendo algo para alguém à sua volta, ou para anjos bons e maus. A neutralidade não existe neste conflito, nem em pensamentos nem em atos. Tudo que você escolhe ou faz está exaltando a Deus ou ao inimigo; está dizendo quem merece sua obediência, sua adoração. Suas escolhas, sua vida estão adorando a quem? Tem mostrado que você está de que lado? Deixe Jesus ser o vencedor em sua mente e coração."
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O título sugestivo deste artigo é uma boa introdução para a abordagem do texto: ao flertarmos com os entretenimentos mundanos em nossa adoração, estamos brincando com fogo. E, podemos acrescentar que esta brincadeira é bastante literal, se considerarmos o juízo final.
O autor, um pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia fala bastante francamente sobre os desvios a que a falta de parâmetros claros e firmes nesta área (apesar dos princípios bíblicos e das instruções de Ellen G. White) tem levado a nossa adoração e nosso senso da santidade de Deus.
Destaques:
"Instruções claras e definidas têm sido dadas" , nas teses doutorais, em livros de gente séria e no Espírito de Profecia, mas o que acontece em nossa igreja é outra realidade. Interesses pessoais atropelam tudo isso, como se essas instruções não existissem. Quais são os critérios utilizados? Pesquisa de mercado, gosto do público alvo, meu gosto pessoal, muita animação, ritmo, batida, emoções. Estão explorando as tendências e a simplicidade de um povo. Indefinidos, populistas e comerciantes estão regendo o que chega aqui nas congregações. E o povo entra rápido no ritmo, segue cegamente tudo que vem de cima, como sendo o certo. Aquilo que agrada à maioria, tem o apoio da maioria. "Só se contesta o que incomoda" E os incomodados são uns poucos que estudam e querem fazer o certo."
"O fato de os cantores convidados sempre trazerem duas, três músicas para apresentar, mostra que vieram fazer uma apresentação, não foram ensinados a considerar o culto, a Palavra, o tema do sermão. O objetivo é claro – apresentação e não adoração. É fácil medir o grau: tente arrazoar, pedindo uma só música que mais se enquadre à mensagem, ou porque o tempo está esgotado. Veja a reação, sinta o clima. Quer saber onde está o verdadeiro objeto de adoração? Diga não nesta área tão sensível, discorde."
"Você jamais será o mesmo após ouvir a verdade. Ou vai melhorar ou piorar. Existe um conflito cósmico ocorrendo e a sua mente é o campo de batalha. É você quem decide quem vai ser o vencedor. Este grande conflito está presente em cada momento, em cada pensamento, em cada ato de sua vida. Cada palavra, cada atitude, cada música, cada roupa tem uma mensagem, está dizendo algo para alguém à sua volta, ou para anjos bons e maus. A neutralidade não existe neste conflito, nem em pensamentos nem em atos. Tudo que você escolhe ou faz está exaltando a Deus ou ao inimigo; está dizendo quem merece sua obediência, sua adoração. Suas escolhas, sua vida estão adorando a quem? Tem mostrado que você está de que lado? Deixe Jesus ser o vencedor em sua mente e coração."
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