terça-feira, 31 de julho de 2012

Devemos Adorar a Deus Através da Dança?

Autor: Pr. Ciro Sanches Zibordi

Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/forma/adorar_danca.htm

Destaques:

"As danças de Miriã e Davi foram parte da comemoração de uma vitória. Não devem ser vistas como parte integrante de um culto litúrgico ? aliás, Davi depois ofereceu um culto a Deus sem dança! Embora o Senhor não tenha rejeitado aqueles gestos e manifestações pessoais, isso não é uma justificativa para se introduzir na casa de Deus ou no culto ao Senhor (independentemente do local) todo tipo de arte ou manifestações corporais do mundo, como coreografias, balé, shows de rap, street dance e bailes como parte da liturgia. Além disso, aquelas danças isoladas não respaldam as chamadas "baladas gospel" e outros modismos da atualidade."

"Sabemos que há diversidade de ministérios (I Coríntios 12:5), porém não nos esqueçamos de que isso alude à maneira multiforme de o Espírito Santo atuar. Essa menção de modo algum apóia todo e qualquer ministério inventado por pessoas que querem fazer prevalecer as suas preferências pessoais. A despeito de a Bíblia não apoiar o chamado ministério da dança, existem grupos chamados de ministérios de dança e coreografia nas igrejas (coreografia é uma forma de dança também!), formados por pessoas sinceras. Mas repito: não há no Novo Testamento nenhuma passagem que apóie a introdução da dança no culto público e coletivo. Isso é uma influência do secularismo, uma palavra mais suave para mundanismo (Romanos 12:1,2; I João 2:15-17; Tiago 4:4)."

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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Jesus, Pastor de Pessoas e Não de Consumidores

Autor: Nelson Bomilcar

Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/crescimento/jesus_pastor.htm ou, caso você queira dar uma olhada no novo site (ainda não disponível para o público em geral), http://musicaeadoracao.com.br/site2012/38597/jesus-pastor-de-pessoas-e-nao-de-consumidores/

Destaques:

"A lógica e o discurso são os mesmos do mercado: cantamos sobre a marca Jesus, escrevemos sobre ela, lançamos produtos temáticos. Já há até estudos de marketing acerca de características de gênero, classe social, faixa etária e necessidades de determinados grupos sendo usados para a criação de igrejas."

"Como pastor, Jesus deu e dá sua vida pelas ovelhas e por seu rebanho. Somos, como igreja, comunidade e ajuntamento de pessoas que estavam prisioneiras em seus próprios medos, incertezas e angústias. Éramos cativos de mente e coração. O desespero e a incerteza diante da morte e da fragilidade da experiência humana nos atormentavam."

"O pastor Jesus alimenta o faminto, sacia o sedento, limpa o imundo, cura os feridos, protege e conduz ovelhas. Jesus nos ajuda a dar significado ao pastoreio e a contextualizar esta vocação do acolhimento, do cuidado, do ensino e da formação espiritual."

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terça-feira, 24 de julho de 2012

Quando uma Igreja se Transforma em um "Não Lugar"

Autor: Evaldo Rocha

Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/diversos/nao_lugar.htm

Observação:

O sociólogo Zygmunt Bauman em Modernidade Líquida classifica o "não lugar" da seguinte maneira: "Um não lugar é um espaço destituído das expressões simbólicas de identidade, relações e história: exemplos incluem aeroportos, auto-estradas, anônimos quartos de hotel, transporte público...".

Destaques:

4. Uma igreja se transforma em um não lugar quando se organiza como recinto religioso de consumo sem proposta de profundidade em Deus.

A igreja como comunidade de Deus precisa rechaçar a superficialidade, marca de nossa sociedade pós-moderna que fabrica indivíduos que não desenvolvem seu potencial, não criam vínculos reais e vivem de experiências de satisfação. Quando uma igreja fortalece esta visão consumista ela se distancia do desígnio de Deus, transformando-se em um não lugar. Um lugar de consumo e um espaço que oferece um momento para ser desfrutado e não um lugar de permanência e de construção com Deus e com o próximo.

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segunda-feira, 23 de julho de 2012

Fontes de Inspiração ou Objetos de Adoração?

Autor: Daniel Silva de Azevedo

Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/testemunhos/inspiracao_adoracao.htm

Destaques:

"Há uma linha tênue entre manifestar admiração por alguém e torná-lo objeto de adoração. Pense nos ídolos da música que atraem milhares de fãs aos seus shows. Seus admiradores investem tempo e dinheiro consumindo um "pacote de serviços" que inclui músicas, vídeos, imagens, hábitos, linguagem, vestuário, corte de cabelo e outros itens. Suas mensagens e atitudes influenciam poderosamente o comportamento de seus seguidores. A admiração toma a forma de idolatria"

"Quando percebemos que, apesar de todos os nossos defeitos de caráter, Deus nos ama e deseja que sejamos felizes ao Seu lado, somos inundados com um sentimento misto de vergonha e alegria. Seu amor gera em nós o desejo de servi-Lo, de andar segundo a Sua vontade, de imitar o Seu caráter. Passamos a amá-Lo também e esse amor é o que nos motiva a adorá-Lo de muitas formas, inclusive através da música."

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quarta-feira, 23 de maio de 2012

Hinologia Adventista em Defesa da Trindade: Uma Análise da Pessoa do Espírito Santo

Autor: Eleazar Domini

Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/hinos/hinos_trindade.htm

Resumo:

O texto, fartamente ilustrado com cópias de hinos antigos, demonstra claramente que a doutrina do Espírito Santo, como a conhecemos hoje, já estava presente na hinódia adventista desde os nossos primeiros hinários, ainda no século 19.

Estes fatos contrastam com a visão antitrinitariana defendida por algumas pessoas, que querem afirmar que os pioneiros adventistas (inclusive Ellen G. White) não acreditavam na pessoa do Espírito Santo e que esta doutrina seria uma concessão moderna ao catolicismo romano.

O artigo destaca que Ellen G. White usou estes hinários por cerca de 39 anos e nunca fez qualquer advertência com relação ao seu conteúdo.

Destaques:

"O presente artigo objetivou responder ao grupo resumido de dissidentes que não crêem na Trindade, analisando-se de forma cronológica e crescente a Hinologia Adventista do Sétimo Dia. O consenso geral, por parte dos tais dissidentes, de que os pioneiros em sua inteireza eram antitrinitarianos, não corresponde à realidade dos fatos. Como foi apresentado, de maneira a não deixar dúvidas, o tema da Trindade esteve presente na Hinologia Adventista desde seus primórdios, atravessou gerações e chegou a atualidade. Pessoas de iminência dentro do corpo de pioneiros da igreja como Edson White (filho da senhora White) e seu primo Franklin Belden, prepararam hinários como o que foi publicado em 1886 (Hymns and Tunes) e o de 1900 (Christ in Song). Hinários estes que continham vívidas letras trinitarianas e até menção a própria Trindade (como foi bem apresentado nas divisões gerais do Hinário Christ in Song, feito por Belden). É importante salientar que nenhum desses hinários foi de particular posicionamento, mas todos obtiveram o aval do comitê da Associação Geral, dando assim, uma seriedade ao assunto que ora foi discutido."

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domingo, 15 de abril de 2012

Musiké Téchne

Autora: Profª Jenise Torres

Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/efeitos/experiencias/musike.htm

Destaques:

"Música é a combinação de sons e silêncios que seguem uma pré-organização que é objeto de estudo tanto no contexto da arte ? invenção que é a arte de compor música, interpretação que é a arte do desempenho instrumental, vocal e regência ? quanto no contexto da ciência ? musicologia, musicoterapia."

"Estas considerações iniciais, consultadas na pt.wikipedia.org, são esclarecimentos introdutórios úteis para uma melhor compreensão de trechos da pesquisa do musicólogo DAVID TAME retirados do livro O Poder Oculto da Música, publicado pela Editora Cultrix (SP), do original The Secret Power of Music: the Transformation of Self and Society through Musical Energy."

"Na investigação dos efeitos da música sobre a vida, realizaram-se alguns experimentos preliminares com plantas. Por paradoxal que possa parecer, o efeito da música sobre o reino vegetal primitivo é um dos métodos mais convincentes para provar que a música influi na vida, inclusive na vida humana. Pois as experiências levadas a cabo com seres humanos e, até certo ponto, com animais, têm o fator extra da mente para atrapalhar. Isso quer dizer que, se bem que se possa demonstrar que os homens ou os animais foram influenciados por tons, o efeito pode não ter sido direto nem objetivo. Ao contrário, o efeito sobre o corpo talvez tenha sido causado pela reação subjetiva da mente à música ouvida. No caso da pesquisa dos efeitos produzidos pela música sobre as plantas, no entanto, não se pode alegar que estiveram presentes fatores psicológicos. Se se puder demonstrar que a música afeta as plantas, tais efeitos terão de ser imputados, por força, à influência objetiva e direta dos tons sobre as células e os processos da forma de vida".

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"Ai se eu te pego" embala procissão na Semana Santa

Olá Amigos

Por mais incrível que pareça, pelo paradoxo representado, o título acima é verdadeiro, conforme atesta a notícia e o vídeo que pode ser acessado no endereço abaixo:

http://br.noticias.yahoo.com/blogs/vi-na-internet/ai-se-eu-te-pego-embala-prociss%c3%a3o-na-195427080.html

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terça-feira, 3 de abril de 2012

A Adoração e A Bíblia

Autor: Miguel Angel Darino

Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/adoracao/adoracao_biblia.htm

Destaques:

"Tem sido dito, e com acerto, que a adoração é a razão de ser da Igreja de Cristo. W. T. Conner escreveu: "O negócio primário, pois, da igreja não é a evangelização, nem as missões, nem a benevolência; é a adoração. A adoração a Deus em Cristo deveria estar no coração de tudo o que a igreja fizesse. Ela é a mola mestra de toda a atividade da igreja". Isto está de acordo com a revelação bíblica, que nos diz muito enfaticamente que a igreja existe "para o louvor da Sua glória" (Efésios 1:6)."

"Infelizmente nos últimos anos se está experimentando um "desapego" à Bíblia como fundamento e guia. Pode ser algo inconsciente, mas é real. É provável que os "ares pós-modernos" estejam ajudando a esta realidade. Fala-se muito de "experiências", de sentir, de gozar, de adoração contemporânea, de adoração tradicional, de adoração contextual, de adoração equilibrada, de adoração "conectada", de revelações, etc., mas pouco da Bíblia. Parece ser mais importante a experiência com Deus que o conhecimento da Palavra. Em não poucos casos se realiza uma prática cultual mais intuitiva que fundamentada na Escritura."

"Apesar de que em nossa mentalidade a adoração tem mais a conotação de uma experiência "subjetiva e pessoal" em oposição a um "sistema litúrgico", o termo se usa como equivalente do termo saxão weordhscipe (inglês arcaico), que se refere a "dar tributo de dignidade ou valor a um objeto ou pessoa". Atualmente em inglês se usa a palavra worship que é nada mais que uma contração do velho termo anglo-saxão mencionado. Mas worship transmite à mentalidade latina a idéia de um sistema litúrgico ou formas, mais que de relação pessoal com Deus. Quando nos referimos ao culto público ou reunião pública, geralmente traduzimos o termo como "serviço de adoração", (worship service), que não indica em nossa mentalidade necessariamente adoração como experiência espiritual. Daí a necessidade de comparar o termo em inglês. Mais ainda, em nossa própria língua muitos não têm plena consciência de que adoração cristã, no sentido bíblico mais profundo, indica prostração, reconhecimento de autoridade e relação com essa autoridade. Mas isto faz ressaltar a experiência acima do sistema (Gênesis 24:48, Êxodo 4:31, II Reis 17:35, Salmos 5:7, 95:6-7, João 4:23)."

"A adoração cristã se desenvolveu, não rivalizando-se com a adoração antiga, mas manifestando de forma aprimorada à nova vida, com os elementos litúrgicos que ajudariam a uma celebração concordante com a obra de Deus em Cristo. A experiência de celebração do Cristo vitorioso e ressuscitado não podia ser contida em um único sistema litúrgico realizado em um lugar específico. As implicações da nova concepção ou opção pela presença de Cristo são tremendas, pois agora se pode adorar a Deus em qualquer lugar e não somente no Templo ou na sinagoga. Sua presença é respaldada pela Palavra: "Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou Eu no meio deles". (Mateus 18:20). A adoração, pois, não é só um sistema ou uma experiência. É em realidade uma profunda experiência espiritual, a qual nós sistematizamos parcialmente com elementos que nos ajudam a revitalizar continuamente essa experiência."

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segunda-feira, 2 de abril de 2012

Separação e Contraste

Autor: Pr. Ricardo Barbosa

Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/19979/separacao-e-contraste/

Destaques:

"Entramos no século 21 e percebemos que "saúde espiritual" tornou-se sinônimo de "saúde emocional" e substituto para a salvação por meio do arrependimento e da fé. Sentir-se bem e ter saúde emocional e espiritual é o que importa. O discurso cristão não é mais contracultural. O mundo e a carne deixam de ser inimigos. Ser cristão significa sentir-se bem e ajustado com a cultura secularizada."

"Conversão significa responder ao chamado de Cristo em obediência e fé, renunciar o mundo e viver como povo santo de Deus. Isto requer separação e contraste. É por esta razão que Jesus disse aos discípulos que, se eles fossem do mundo, o mundo os amaria; porém, como eles foram chamados do mundo para Cristo, o mundo os odeia como também O odiou (João 15:18-19). Viver como Cristo viveu implica participar do mesmo sofrimento e das mesmas alegrias. Jesus afirmou: 'O servo não é maior que o seu Senhor'."

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Poluição Sonora

Autora: Paola Emilia Cicerone

Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/21580/poluicao-sonora/

Destaques:

"Curioso destino, o do ruído: todos reagimos com aborrecimento, quando é excessivo, mas não o consideramos uma ameaça real para a nossa saúde. Ou, pelo menos, tendemos a minimizar os seus efeitos: todos sabemos que a exposição prolongada aos ruídos fortes, no local de trabalho ou numa discoteca, danifica o ouvido. Mas não pensamos que o ruído de fundo que nos acompanha quando trabalhamos num ambiente superlotado ou vivemos em lugares barulhentos pode traduzir-se em ansiedade, stress, insônia e até em patologias cardiovasculares. Na verdade, nós mesmos acabamos por contribuir para o problema, por exemplo, levantando a voz para nos fazermos ouvir ou aumentando o volume da rádio para "cobrir" os barulhos aborrecidos."

"O resultado é que vivemos num permanente estado de stress. O nosso organismo está feito para reagir ao barulho em todas as circunstâncias, mesmo durante o sono, ficando num estado de alerta: um comportamento perfeitamente lógico para os nossos antepassados, nos tempos em que um barulho súbito representava invariavelmente uma ameaça que exigia defesa. O problema é que hoje, esse mecanismo permanece inalterado, e se, racionalmente sabemos interpretar os diversos barulhos que nos rodeiam ? o tubo de escape de um carro, um estouro que ocorre abruptamente, o barulho de ferros feito por um bonde ? o nosso organismo continua a reagir, através da amígdala, a área do nosso cérebro destinada à análise dos sinais externos."

"Um estudo realizado em 2005, com mais de 3 mil crianças em várias cidades européias, mostra que um aumento de 5 decibéis atrasa em dois meses a aprendizagem da leitura. E em casa as coisas não são melhores: um estudo realizado pela University College de Londres sobre as emissões sonoras de alguns dos brinquedos mais populares mostra que muitos deles chegam a tocar o limiar do perigo, fixado em 85 dB, e por vezes ultrapassam-no. E isto tendo em conta que sejam mantidos a uma distância adequada, ou seja, cerca de 25 cm, enquanto que os próprios jogos se transformam num perigo real, se forem colocados perto do ouvido. A nuvem negra toca os jogos eletrônicos, especialmente as armas de brinquedo."

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