Autor: Benjamin C. Maxson
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/19889/aprendendo-a-louvar/
Resumo:
É impressionante como os que se dizem adoradores de Deus perderam o conceito do que é "adoração". Maior ainda é a confusão quando se trata do conceito de "louvor". Muitos acham que "adoração" e "louvor" são sinônimos; mas não são.
Louvor é um elogio: é o mais exaltado e elaborado elogio que se pode fazer. Porém, um elogio pode, apropriadamente, ser feito a coisas e pessoas, enquanto que a verdadeira adoração só pode ser prestada a Deus. Quando o louvor é feito como um elogio a Deus, então ele faz parte da adoração; é umas das formas de adorar.
Isto me faz pensar: por que tantas vezes ouvimos falar em "momentos de louvor", e raramente ouvimos falar em "momentos de adoração"? Será que nestes "momentos de louvor" não estamos louvando a nós mesmos (ao nosso próprio gosto pessoal, à nossa própria natureza carnal), ou a "artistas evangélicos" famosos, em vez de focalizarmos nossa mente unicamente em Deus?
Este artigo pretende resgatar o verdadeiro conceito do louvor a Deus. Nos ensina a como modificar nossa forma de pensar em Deus, para que possamos compreender verdadeiramente os atributos de Deus, e louvá-Lo por isso.
Destaques:
"Existem muitos fatores que tornam difícil o louvor. O primeiro é que simplesmente não estamos acostumados a louvar. Temos poucos modelos dos quais podemos aprender. O segundo é o fato de que o louvor exige que coloquemos de lado o “eu” e pensemos primeiro em Deus. Não podemos estar pensando no “eu” e louvar a Deus ao mesmo tempo. Terceiro, para podermos louvar, precisamos alterar nosso ritmo de vida. Precisamos tomar tempo para nos concentrarmos em Deus e em Seus atributos. Colocando de forma simples, o louvor não vem naturalmente para a maioria de nós. Temos que aprender a louvar."
"Não existe uma única maneira “correta” de louvar a Deus. Isto pode ser feito individualmente ou em grupo. E existem várias maneiras que tenho tentado e descoberto serem significativas. Uma oração de louvor é a primeira que vem à minha mente. Isto significa fazer do louvor o foco e o conteúdo de toda a oração. Cantar louvores também é muito poderoso. Existe algo acerca da música que se presta ao louvor. Louvor de forma escrita é uma maneira única de concentrar a mente no louvor, Simplesmente escreva o teu louvor a Deus em um diário espiritual. Uma “caminhada de oração” na qual damos uma caminhada e concentramos nossa mente totalmente em louvar a Deus é uma outra forma de tornar o louvor significativo. Podemos até mesmo dedicar todo um dia ao louvor a Deus e buscar concentrar a nossa mente no louvor através do dia."
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sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Uma “Confissão” Chocante da Igreja da Comunidade Willow Creek
Autor: Bob Burney
Endereço para o texto completo:
https://musicaeadoracao.com.br/28675/uma-confissao-chocante-da-igreja-da-comunidade-willow-creek/
Resumo:
Este é mais um texto que comenta o resultado das pesquisas realizadas pela comunidade de Willow Creek. Devido à abrangência da influência desta comunidade para as igrejas evangélicas, estamos publicando mais este artigo.
Destaques:
"Milhares de pastores ficavam embevecidos com cada palavra que emanava dos lábios dos especialistas em crescimento de igrejas. Seminários satélite estavam lotados com líderes eclesiásticos famintos por aprender o último método para “fazer igrejas”. A promessa era clara: milhares de pessoas e milhões de dólares não podem estar errados. Esqueça o que as pessoas precisam, dê a elas o que elas querem. Como argumentar com os números? Se você ousasse desafiar os “especialistas” seria imediatamente rotulado como um “tradicionalista”, um antiquado dos anos 50, um dinossauro teimoso, que não está disposto a mudar com a nova época."
"Se você quer simplesmente uma multidão, o modelo “sensível aos que buscam” produz resultados. Se você quer seguidores de Cristo sólidos, sinceros, maduros, [este método] é um engodo. Em uma confissão chocante, Hybels afirma:
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Resumo:
Este é mais um texto que comenta o resultado das pesquisas realizadas pela comunidade de Willow Creek. Devido à abrangência da influência desta comunidade para as igrejas evangélicas, estamos publicando mais este artigo.
Destaques:
"Milhares de pastores ficavam embevecidos com cada palavra que emanava dos lábios dos especialistas em crescimento de igrejas. Seminários satélite estavam lotados com líderes eclesiásticos famintos por aprender o último método para “fazer igrejas”. A promessa era clara: milhares de pessoas e milhões de dólares não podem estar errados. Esqueça o que as pessoas precisam, dê a elas o que elas querem. Como argumentar com os números? Se você ousasse desafiar os “especialistas” seria imediatamente rotulado como um “tradicionalista”, um antiquado dos anos 50, um dinossauro teimoso, que não está disposto a mudar com a nova época."
"Se você quer simplesmente uma multidão, o modelo “sensível aos que buscam” produz resultados. Se você quer seguidores de Cristo sólidos, sinceros, maduros, [este método] é um engodo. Em uma confissão chocante, Hybels afirma:
'Cometemos um erro. O que deveríamos ter feito quando as pessoas cruzavam a linha da fé e se tornavam cristãos [é que] deveríamos ter começado a dizer e ensinar às pessoas a assumir a responsabilidade de alimentarem a si mesmas. Deveríamos ter feito as pessoas entender, ter ensinado a essas pessoas como ler as suas Bíblias entre os cultos, como realizarem práticas espirituais por si próprias, de uma forma muito mais agressiva.'"
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A Confissão de Willow Creek
Autor: Michael Craven
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/28674/a-confissao-de-willow-creek/
Resumo:
A Igreja da Comunidade de Willow Creek tem servido como modelo e exemplo de uma igreja de sucesso. Por vários anos, pastores (inclusive adventistas) de todas as partes do mundo tem ido a esta igreja para ver de perto seus métodos e participar de treinamentos sobre como ter uma igreja de sucesso. Suas metodologias focadas em crescimento tem sido comentadas, tanto em elogios quanto em críticas, por todas as lideranças evangélicas mundiais e sua influência sobre o mundo cristão é inegável.
Recentemente a igreja de Willow Creek fez uma pesquisa entre seus milhares de membros e surpreendeu-se com os resultados: um em cada quatro membros estava estacionado ou insatisfeito com o seu crescimento espiritual. Esta pesquisa caiu como uma bomba sobre os fiéis seguidores dos métodos focados em crescimento de Willow Creek.
Este artigo comenta esses resultados, esperando que sirvam para uma análise crítica dessas metodologias, com vistas ao contínuo crescimento da igreja de Cristo.
Destaques:
"Entre as descobertas, [vimos que] aproximadamente um em cada quatro pessoas na igreja de Willow Creek estão estacionadas em seu crescimento espiritual ou insatisfeitas com a igreja – e muitos deles estão considerando nos deixar”.
Para seu crédito, a igreja de Willow Creek faz e responde à seguinte pergunta: “Uma crescente audiência aos programas do ministério é automaticamente comparável a crescimento espiritual? Para sermos brutalmente honestos: não... somente a atividade na igreja não causa um impacto direto no crescimento [espiritual] do coração...”
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A Igreja da Comunidade de Willow Creek tem servido como modelo e exemplo de uma igreja de sucesso. Por vários anos, pastores (inclusive adventistas) de todas as partes do mundo tem ido a esta igreja para ver de perto seus métodos e participar de treinamentos sobre como ter uma igreja de sucesso. Suas metodologias focadas em crescimento tem sido comentadas, tanto em elogios quanto em críticas, por todas as lideranças evangélicas mundiais e sua influência sobre o mundo cristão é inegável.
Recentemente a igreja de Willow Creek fez uma pesquisa entre seus milhares de membros e surpreendeu-se com os resultados: um em cada quatro membros estava estacionado ou insatisfeito com o seu crescimento espiritual. Esta pesquisa caiu como uma bomba sobre os fiéis seguidores dos métodos focados em crescimento de Willow Creek.
Este artigo comenta esses resultados, esperando que sirvam para uma análise crítica dessas metodologias, com vistas ao contínuo crescimento da igreja de Cristo.
Destaques:
"Entre as descobertas, [vimos que] aproximadamente um em cada quatro pessoas na igreja de Willow Creek estão estacionadas em seu crescimento espiritual ou insatisfeitas com a igreja – e muitos deles estão considerando nos deixar”.
Para seu crédito, a igreja de Willow Creek faz e responde à seguinte pergunta: “Uma crescente audiência aos programas do ministério é automaticamente comparável a crescimento espiritual? Para sermos brutalmente honestos: não... somente a atividade na igreja não causa um impacto direto no crescimento [espiritual] do coração...”
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Calvino e a Adoração Comunitária
Autor: Rev. Ricardo Moura Lopes
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/20136/calvino-e-a-adoracao-comunitaria/
Resumo:
O autor, um ministro Presbiteriano, fez uma extensa pesquisa acerca dos escritos do grande reformador Calvino que continham opiniões aplicáveis à adoração comunitária, ou seja, ao culto congregacional, com o propósito de sintetizar estas opiniões, dando-nos uma visão dos princípios defendidos por Calvino para a adoração. O artigo é fundamental para todos os que buscam alicerçar seus conceitos e princípios teológicos para uma liturgia significativa.
Destaques:
"Deus não quer que os homens lhe ofereçam qualquer coisa. Tão pouco quer que os homens decidam o que lhe dar. Esse reformador entendia que o próprio Deus é quem dita o que deve lhe ser entregue em culto, tanto no aspecto da vida inteira do cristão ser um culto, como na adoração comunitária, visto que o texto de Romanos 12 abrange ambos os aspectos."
"No entendimento de Calvino, a música tinha o papel de ajudar no fervor, evitando um aspecto mecânico na oração. A música seria um ajuda para 'incitar os corações e inflamá-los em maior afeto e fervor para orar.' Contudo, Calvino não entendia que a música deva ser algo direcionado às emoções, mas deve chegar lá por meio do entendimento e da inteligibilidade que devem ser presentes na música. Para Calvino, aquele que canta não pode dar mais atenção à melodia, e a outros elementos musicais, que ao sentido das palavras."
"A exemplo do cuidado de Calvino, a Igreja deve ser cuidadosa com o preparo do culto ao Senhor. A adoração pública deve sempre levar o adorador ao entendimento da Palavra e a uma reação que demonstre seu entendimento. A adoração pública não pode ser simplesmente um lugar onde haja uma liturgia, ou um rito. É um lugar de entendimento, participação, emoção e resposta de vida ao que é ensinado. Este é um ponto importante para Calvino, o ensino."
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O autor, um ministro Presbiteriano, fez uma extensa pesquisa acerca dos escritos do grande reformador Calvino que continham opiniões aplicáveis à adoração comunitária, ou seja, ao culto congregacional, com o propósito de sintetizar estas opiniões, dando-nos uma visão dos princípios defendidos por Calvino para a adoração. O artigo é fundamental para todos os que buscam alicerçar seus conceitos e princípios teológicos para uma liturgia significativa.
Destaques:
"Deus não quer que os homens lhe ofereçam qualquer coisa. Tão pouco quer que os homens decidam o que lhe dar. Esse reformador entendia que o próprio Deus é quem dita o que deve lhe ser entregue em culto, tanto no aspecto da vida inteira do cristão ser um culto, como na adoração comunitária, visto que o texto de Romanos 12 abrange ambos os aspectos."
"No entendimento de Calvino, a música tinha o papel de ajudar no fervor, evitando um aspecto mecânico na oração. A música seria um ajuda para 'incitar os corações e inflamá-los em maior afeto e fervor para orar.' Contudo, Calvino não entendia que a música deva ser algo direcionado às emoções, mas deve chegar lá por meio do entendimento e da inteligibilidade que devem ser presentes na música. Para Calvino, aquele que canta não pode dar mais atenção à melodia, e a outros elementos musicais, que ao sentido das palavras."
"A exemplo do cuidado de Calvino, a Igreja deve ser cuidadosa com o preparo do culto ao Senhor. A adoração pública deve sempre levar o adorador ao entendimento da Palavra e a uma reação que demonstre seu entendimento. A adoração pública não pode ser simplesmente um lugar onde haja uma liturgia, ou um rito. É um lugar de entendimento, participação, emoção e resposta de vida ao que é ensinado. Este é um ponto importante para Calvino, o ensino."
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Os Verdadeiros Adoradores
Autor: Rev. Josivaldo de França Pereira
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/19991/os-verdadeiros-adoradores-pereira/
Resumo:
Neste artigo curto, mas profundo, o autor baseia-se no conhecido texto de João 4:23-24, onde Jesus define alguns aspectos básicos da adoração. A partir deste texto, são destacados dois princípios básicos:
1. Os Verdadeiros Adoradores são Aqueles que Conhecem a Deus e são Conhecidos por Deus.
2. Os Verdadeiros Adoradores Adoram em Espírito e Em Verdade
Destaques:
"É importante e fundamental conhecer a Deus para que ele seja verdadeiramente adorado, porém, mais importante do que conhecer a Deus é ser conhecido por Deus (veja Mateus 7:21-23; Tito 1:16)."
"O que conta não é onde se deve adorar, mas a atitude do coração e da mente, e a obediência à verdade de Deus quanto ao objeto e o método de adoração. Não é o onde, mas o como e o quê o que realmente importa"
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Resumo:
Neste artigo curto, mas profundo, o autor baseia-se no conhecido texto de João 4:23-24, onde Jesus define alguns aspectos básicos da adoração. A partir deste texto, são destacados dois princípios básicos:
1. Os Verdadeiros Adoradores são Aqueles que Conhecem a Deus e são Conhecidos por Deus.
2. Os Verdadeiros Adoradores Adoram em Espírito e Em Verdade
Destaques:
"É importante e fundamental conhecer a Deus para que ele seja verdadeiramente adorado, porém, mais importante do que conhecer a Deus é ser conhecido por Deus (veja Mateus 7:21-23; Tito 1:16)."
"O que conta não é onde se deve adorar, mas a atitude do coração e da mente, e a obediência à verdade de Deus quanto ao objeto e o método de adoração. Não é o onde, mas o como e o quê o que realmente importa"
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A Base da Verdade
O texto abaixo é um techo do artigo A Adoração Verdadeira de autoria do Pr. Calvin G. Gardner, o qual está disponível na íntegra no endereço https://musicaeadoracao.com.br/19564/a-adoracao-verdadeira-gardner/
A Base da Verdade
Seria um engano consciente se achamos que toda e qualquer expressão de adoração que parte do homem é verdadeira. O homem possui um coração enganoso e uma mente limitada (Jeremias 17:9; Isaías 55:8,9). Essas duas coisas produzem um erro que não é percebido facilmente pelo homem, especialmente quando a maioria ao seu redor está envolvida no erro (II Timóteo 4:3,4).
Não é sábio colocar como base de sustentação aquilo que é enganoso e limitado. Devemos usar o que é firme e eterno. Só a Bíblia é a base firme para estipular o que é a adoração verdadeira. Se a Bíblia por escrito é a base firme "mui firme" (II Pedro 1:19; Hebreus 4:12); se ela é a nossa única regra de fé e prática, então tudo o que não concorda com ela tem que ser julgado falso (Isaías 8:20).
A Verdade e O Amor
O Amor leva à verdade,
A Verdade purifica o amor.
Existe a verdade e a sua natureza é única, exclusiva e eliminatória. A verdade proclama: "À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, é porque não há luz neles." (Isaías 8:20). A doutrina repreende, exorta, corrige e reprova com o intuito de que haja perfeição e "boa" obediência (II Timóteo 3:16,17; 4:2).
O ensinamento pela Palavra de Deus pode dividir (Hebreus 4:12, Mateus 10:34). Por a Bíblia ser o entendimento verdadeiro, aquele que retém as Suas palavras odiará todo falso caminho (Salmos 119:104, 128). Se pretendemos agradar a Deus, temos que nos separar de quem não anda segundo a verdade (ou na igreja - Romanos 16:17; II Tessalonicenses 3:6, 14; I Timóteo 6:3-5; ou no mundo - II Coríntios 6:14-18).
Deus pergunta ao Seu povo, "Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?" (Amós 3:3). A resposta é clara, pois a verdade é única, exclusiva e eliminatória. O amor, por natureza, é inclusivo. O amor é sofredor, não se irrita, nem suspeita o mal. O amor bíblico sofre e suporta tudo (I Coríntios 13:4-7). O servo que anda com a verdade não precisa desistir de amar. Mas há diferença entre o amor e a participação com o erro. O amor equilibrado andará junto da verdade, nunca em oposição a ela (João 14:15).
O amor leva nos a cuidar de todos os que estão no erro e, a verdade leva-nos a odiar o erro (Judas 1:22,23; I Coríntios 5:5; II Coríntios 6:14-18). O Apóstolo Paulo tinha amor pelo povo de Israel e este íntimo amor fez com que ele desejasse que eles andassem segundo a verdade (Romanos 10:1; 11:14).
Deus, o Amor verdadeiro, levou nos à verdade (Cristo) para nossa salvação do pecado (Efésios 2:4-7)!
Para podermos entrar no amor, nosso erro tinha que ser deixado de lado (arrependimento). Agora, para andarmos santos, por amor a Deus, deixamos o erro (II Coríntios 6:14-18). É nosso culto racional (Romanos 12:1).
O amor, mesmo inclusivo, é equilibrado pela verdade que é exclusiva. Por amor aceitamos todas as pessoas e pela verdade esforçamo-nos para que essas andem na luz.
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A Base da Verdade
Seria um engano consciente se achamos que toda e qualquer expressão de adoração que parte do homem é verdadeira. O homem possui um coração enganoso e uma mente limitada (Jeremias 17:9; Isaías 55:8,9). Essas duas coisas produzem um erro que não é percebido facilmente pelo homem, especialmente quando a maioria ao seu redor está envolvida no erro (II Timóteo 4:3,4).
Não é sábio colocar como base de sustentação aquilo que é enganoso e limitado. Devemos usar o que é firme e eterno. Só a Bíblia é a base firme para estipular o que é a adoração verdadeira. Se a Bíblia por escrito é a base firme "mui firme" (II Pedro 1:19; Hebreus 4:12); se ela é a nossa única regra de fé e prática, então tudo o que não concorda com ela tem que ser julgado falso (Isaías 8:20).
A Verdade e O Amor
O Amor leva à verdade,
A Verdade purifica o amor.
Existe a verdade e a sua natureza é única, exclusiva e eliminatória. A verdade proclama: "À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, é porque não há luz neles." (Isaías 8:20). A doutrina repreende, exorta, corrige e reprova com o intuito de que haja perfeição e "boa" obediência (II Timóteo 3:16,17; 4:2).
O ensinamento pela Palavra de Deus pode dividir (Hebreus 4:12, Mateus 10:34). Por a Bíblia ser o entendimento verdadeiro, aquele que retém as Suas palavras odiará todo falso caminho (Salmos 119:104, 128). Se pretendemos agradar a Deus, temos que nos separar de quem não anda segundo a verdade (ou na igreja - Romanos 16:17; II Tessalonicenses 3:6, 14; I Timóteo 6:3-5; ou no mundo - II Coríntios 6:14-18).
Deus pergunta ao Seu povo, "Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?" (Amós 3:3). A resposta é clara, pois a verdade é única, exclusiva e eliminatória. O amor, por natureza, é inclusivo. O amor é sofredor, não se irrita, nem suspeita o mal. O amor bíblico sofre e suporta tudo (I Coríntios 13:4-7). O servo que anda com a verdade não precisa desistir de amar. Mas há diferença entre o amor e a participação com o erro. O amor equilibrado andará junto da verdade, nunca em oposição a ela (João 14:15).
O amor leva nos a cuidar de todos os que estão no erro e, a verdade leva-nos a odiar o erro (Judas 1:22,23; I Coríntios 5:5; II Coríntios 6:14-18). O Apóstolo Paulo tinha amor pelo povo de Israel e este íntimo amor fez com que ele desejasse que eles andassem segundo a verdade (Romanos 10:1; 11:14).
Deus, o Amor verdadeiro, levou nos à verdade (Cristo) para nossa salvação do pecado (Efésios 2:4-7)!
Para podermos entrar no amor, nosso erro tinha que ser deixado de lado (arrependimento). Agora, para andarmos santos, por amor a Deus, deixamos o erro (II Coríntios 6:14-18). É nosso culto racional (Romanos 12:1).
O amor, mesmo inclusivo, é equilibrado pela verdade que é exclusiva. Por amor aceitamos todas as pessoas e pela verdade esforçamo-nos para que essas andem na luz.
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Agradando a Deus em Nossa Adoração
Autor: Dr. Robert Godfrey
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/19570/agradando-a-deus-em-nossa-adoracao/
Resumo:
As discussões acerca da verdadeira adoração a Deus têm causado confusão e perplexidade a muitos crentes. Estas discussões envolvem vários aspectos da adoração, mas tornam-se mais acirradas e emocionais quando a questão é a música. Mas, no fundo, os argumentos apresentados nestas discussões, normalmente, são as opiniões dos que estão discutindo, em vez de um claro "Assim diz o Senhor". Porém, nosso objetivo com a adoração deveria ser agradar a Deus, e não a nós mesmos, jé que Deus é o foco central da verdadeira adoração.
Neste artigo, o autor nos leva a uma apresentação, sériamente embasada na Bíblia, dos conceitos mais básicos da verdadeira adoração e da vontade de Deus nesta área. O artigo divide-se em oito grandes seções:
- Primeiro - Guerras da Adoração
- Segundo - A Necessidade da Verdadeira Adoração
- Terceiro - O Caráter da Adoração
- Quarto - Adoração e a Palavra
- Quinto - Liderança na Adoração
- Sexto - Música e Adoração
- Sétimo - Entretenimento, Evangelismo e Adoração
- Oitavo - Adorando com o Coração
Destaques:
"O Cristianismo é uma religião na qual indivíduos se tornam uma parte integral do corpo de Cristo. Não somos simplesmente uma associação de indivíduos, mas estamos organicamente unidos uns aos outros (I Coríntios 12:12-27; Efésios 1:22-23). Expressamos que somos o corpo de Cristo, especialmente quando encontramos a Deus juntos em adoração pública."
"Uma mudança na música – seja em algo antigo ou novo – é difícil, pois a maioria dos adoradores não são músicos e simplesmente gostam do que lhes é familiar. A maioria dos adoradores não é motivada por alguma teoria estética, mas por ligações emocionais que eles têm com suas músicas familiares. Sendo a música tão poderosamente engajada e expressa em nossas emoções, não é surpresa que ela seja um 'campo minado' emocional para indivíduos e congregações."
"Nos chegamos à adoração em fé. A fé é confiar em Cristo, descansar em Sua obra consumada para o perdão dos nossos pecados. Nossa fé deve ser real à medida que vamos à igreja, de forma que nossa confiança em Cristo possa aprofundar-se. Chegamos à adoração com arrependimento, reconhecendo que somos pecadores e buscando a graça de Deus, para que mais e mais nos voltemos do pecado e persigamos a santidade. Nos chegamos à adoração com amor por Deus e pelo Seu povo. Tal amor nos faz desejar comunhão com o povo de Deus e desejar nos achegar mais a Deus."
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Resumo:
As discussões acerca da verdadeira adoração a Deus têm causado confusão e perplexidade a muitos crentes. Estas discussões envolvem vários aspectos da adoração, mas tornam-se mais acirradas e emocionais quando a questão é a música. Mas, no fundo, os argumentos apresentados nestas discussões, normalmente, são as opiniões dos que estão discutindo, em vez de um claro "Assim diz o Senhor". Porém, nosso objetivo com a adoração deveria ser agradar a Deus, e não a nós mesmos, jé que Deus é o foco central da verdadeira adoração.
Neste artigo, o autor nos leva a uma apresentação, sériamente embasada na Bíblia, dos conceitos mais básicos da verdadeira adoração e da vontade de Deus nesta área. O artigo divide-se em oito grandes seções:
- Primeiro - Guerras da Adoração
- Segundo - A Necessidade da Verdadeira Adoração
- Terceiro - O Caráter da Adoração
- Quarto - Adoração e a Palavra
- Quinto - Liderança na Adoração
- Sexto - Música e Adoração
- Sétimo - Entretenimento, Evangelismo e Adoração
- Oitavo - Adorando com o Coração
Destaques:
"O Cristianismo é uma religião na qual indivíduos se tornam uma parte integral do corpo de Cristo. Não somos simplesmente uma associação de indivíduos, mas estamos organicamente unidos uns aos outros (I Coríntios 12:12-27; Efésios 1:22-23). Expressamos que somos o corpo de Cristo, especialmente quando encontramos a Deus juntos em adoração pública."
"Uma mudança na música – seja em algo antigo ou novo – é difícil, pois a maioria dos adoradores não são músicos e simplesmente gostam do que lhes é familiar. A maioria dos adoradores não é motivada por alguma teoria estética, mas por ligações emocionais que eles têm com suas músicas familiares. Sendo a música tão poderosamente engajada e expressa em nossas emoções, não é surpresa que ela seja um 'campo minado' emocional para indivíduos e congregações."
"Nos chegamos à adoração em fé. A fé é confiar em Cristo, descansar em Sua obra consumada para o perdão dos nossos pecados. Nossa fé deve ser real à medida que vamos à igreja, de forma que nossa confiança em Cristo possa aprofundar-se. Chegamos à adoração com arrependimento, reconhecendo que somos pecadores e buscando a graça de Deus, para que mais e mais nos voltemos do pecado e persigamos a santidade. Nos chegamos à adoração com amor por Deus e pelo Seu povo. Tal amor nos faz desejar comunhão com o povo de Deus e desejar nos achegar mais a Deus."
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Música - Orar é Tudo?
Autor: Malton Lindquist
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/20243/musica-orar-e-tudo/
Resumo:
Sabemos que orar é a coisa mais importante para a vida do cristão. Mas, quando se trata de decisões ou escolhas, será que orar é tudo? Ou precisamos tomar uma decisão, assumir um curso de ação, depos de termos orado?
Incorformado com os atuais descaminhos da música sacra atual, o autor não concorda que a oração, pura e simples, possa responder a todas as quastões envolvidas. É necessário que se tomem decisões. Claro que as decisões devem ser tomadas sob a guia do Espírito Santo, mas devem ser tomadas. Além disso, muitos tendem a colocar a oração acima da vontade de Deus expressamente revelada na Bíblia e no Espírito de Profecia, o que é um absurdo.
Destaques:
"O adorador liberal ajoelha-se e ora e acha que qualquer música pode ser tocada na igreja. O tradicional ajoelha-se e ora e acha que a música só pode ser acompanhada ao piano, ou por instrumentos tocados ao vivo, desde que não sejam idênticos aos típicos das bandas de rock. O jovem ajoelha-se e ora e acha que a música deve ser alegre, animada. O ancião ajoelha-se e ora e acha que a música deve ser solene e inspiradora. Não estão todos se ajoelhando e orando? Por que ainda existem dúvidas sobre o que fazer na igreja?"
"É bom não colocar o texto de I Tessalonicenses 5:17 "orai sem cessar" acima do texto de Oséias 4:6 "O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento". Eles andam juntos. E notemos que o texto fala que "o Meu povo está sendo destruído"... não é outro povo, não é um povo que não ora, que não sabe buscar a Deus, mas é o próprio povo de Deus que está sendo destruído, apesar de todas as orações, celebrações e rituais. E isto ocorre por quê? O texto é meridianamente claro: "porque lhe falta o conhecimento"."
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Sabemos que orar é a coisa mais importante para a vida do cristão. Mas, quando se trata de decisões ou escolhas, será que orar é tudo? Ou precisamos tomar uma decisão, assumir um curso de ação, depos de termos orado?
Incorformado com os atuais descaminhos da música sacra atual, o autor não concorda que a oração, pura e simples, possa responder a todas as quastões envolvidas. É necessário que se tomem decisões. Claro que as decisões devem ser tomadas sob a guia do Espírito Santo, mas devem ser tomadas. Além disso, muitos tendem a colocar a oração acima da vontade de Deus expressamente revelada na Bíblia e no Espírito de Profecia, o que é um absurdo.
Destaques:
"O adorador liberal ajoelha-se e ora e acha que qualquer música pode ser tocada na igreja. O tradicional ajoelha-se e ora e acha que a música só pode ser acompanhada ao piano, ou por instrumentos tocados ao vivo, desde que não sejam idênticos aos típicos das bandas de rock. O jovem ajoelha-se e ora e acha que a música deve ser alegre, animada. O ancião ajoelha-se e ora e acha que a música deve ser solene e inspiradora. Não estão todos se ajoelhando e orando? Por que ainda existem dúvidas sobre o que fazer na igreja?"
"É bom não colocar o texto de I Tessalonicenses 5:17 "orai sem cessar" acima do texto de Oséias 4:6 "O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento". Eles andam juntos. E notemos que o texto fala que "o Meu povo está sendo destruído"... não é outro povo, não é um povo que não ora, que não sabe buscar a Deus, mas é o próprio povo de Deus que está sendo destruído, apesar de todas as orações, celebrações e rituais. E isto ocorre por quê? O texto é meridianamente claro: "porque lhe falta o conhecimento"."
Artigos, documentos, entrevistas e livros sobre música sacra
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A Música Sacra Dentro da Cosmovisão Adventista
Autor: Pr. Douglas Reis
Endereços para os textos completos:
Parte 1: https://musicaeadoracao.com.br/20217/a-musica-sacra-dentro-da-cosmovisao-adventista-parte-1/
Parte 2: https://musicaeadoracao.com.br/20218/a-musica-sacra-dentro-da-cosmovisao-adventista-parte-2/
Parte 3: https://musicaeadoracao.com.br/20219/a-musica-sacra-dentro-da-cosmovisao-adventista-parte-3/
Parte 4: https://musicaeadoracao.com.br/20220/a-musica-sacra-dentro-da-cosmovisao-adventista-parte-4/
Resumo:
Através de uma análise da disparidade atualmente existente entre a cosmovisão doutrinária, teológica e escatológica da IASD e as músicas utilizadas em seus cultos, o autor busca conhecer e interpretar os conceitos e princípios dados por Ellen G. White a este respeito, extraindo daí conselhos práticos para um melhor alinhamento entre a nossa música sacra e a nossa cosmovisão. É um artigo extenso, dividido em três partes e uma conclusão, ao longo das quais este tema é abordado com a profundidade e consistência necessárias.
Destaques:
"Não devemos estar tão preocupados em ser conhecidos como uma "potência musical" quanto em "alcançar a norma mais alta". Isso se torna real quando "a simplicidade de Cristo" é mantida, e "os membros da igreja são participantes da natureza de Cristo". Se estamos em comunhão com Cristo e mantemos obediência à Sua Revelação, vamos apresentar uma adoração cujo impacto criativo atingirá os corações, não porque essa seja a preocupação principal, mas porque a presença de Deus produzirá impressão duradoura nos corações. Quando analisarmos a interpretação de Ellen White, abordaremos mais detidamente os aspectos normativos de sua compreensão da música na adoração."
"Uma vez que a música parte de uma cosmovisão, ela reflete determinados princípios. Muitos cristãos modernos argumentam que a letra é quem deve dar "conta do recado", transmitindo uma mensagem cristã, independentemente do seu gênero musical. Um argumento contra essa abordagem, conforme já vimos, é a questão da coerência no que tange aos princípios da Revelação. Se nos pautarmos pelos princípios da Bíblia e do Espírito de Profecia, deveríamos buscar música mais elevada, que possua uma clara distinção da música secular (principalmente, da música popular)."
"Em cima desta visão, poderemos fortalecer um sólido ministério musical dentro do contexto distrital, incentivando financeiramente pessoas que tenham talento para a música para que completem sua formação em conservatórios ou adquiram instrumentos. Esse ministério, sem dúvida, enriquecerá o culto de adoração e permitirá que os talentos que Deus concedeu não apenas sejam bem aproveitados, mas também corretamente direcionados. Músicos cristãos recebendo apoio de suas congregações é fato mais comum do que nos pareça. Para isto, basta termos um propósito bem definido e uma visão bem fundamentada sobre como dirigir a adoração em nossos cultos."
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Resumo:
Através de uma análise da disparidade atualmente existente entre a cosmovisão doutrinária, teológica e escatológica da IASD e as músicas utilizadas em seus cultos, o autor busca conhecer e interpretar os conceitos e princípios dados por Ellen G. White a este respeito, extraindo daí conselhos práticos para um melhor alinhamento entre a nossa música sacra e a nossa cosmovisão. É um artigo extenso, dividido em três partes e uma conclusão, ao longo das quais este tema é abordado com a profundidade e consistência necessárias.
Destaques:
"Não devemos estar tão preocupados em ser conhecidos como uma "potência musical" quanto em "alcançar a norma mais alta". Isso se torna real quando "a simplicidade de Cristo" é mantida, e "os membros da igreja são participantes da natureza de Cristo". Se estamos em comunhão com Cristo e mantemos obediência à Sua Revelação, vamos apresentar uma adoração cujo impacto criativo atingirá os corações, não porque essa seja a preocupação principal, mas porque a presença de Deus produzirá impressão duradoura nos corações. Quando analisarmos a interpretação de Ellen White, abordaremos mais detidamente os aspectos normativos de sua compreensão da música na adoração."
"Uma vez que a música parte de uma cosmovisão, ela reflete determinados princípios. Muitos cristãos modernos argumentam que a letra é quem deve dar "conta do recado", transmitindo uma mensagem cristã, independentemente do seu gênero musical. Um argumento contra essa abordagem, conforme já vimos, é a questão da coerência no que tange aos princípios da Revelação. Se nos pautarmos pelos princípios da Bíblia e do Espírito de Profecia, deveríamos buscar música mais elevada, que possua uma clara distinção da música secular (principalmente, da música popular)."
"Em cima desta visão, poderemos fortalecer um sólido ministério musical dentro do contexto distrital, incentivando financeiramente pessoas que tenham talento para a música para que completem sua formação em conservatórios ou adquiram instrumentos. Esse ministério, sem dúvida, enriquecerá o culto de adoração e permitirá que os talentos que Deus concedeu não apenas sejam bem aproveitados, mas também corretamente direcionados. Músicos cristãos recebendo apoio de suas congregações é fato mais comum do que nos pareça. Para isto, basta termos um propósito bem definido e uma visão bem fundamentada sobre como dirigir a adoração em nossos cultos."
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O Culto
Autor: Rev. Onézio Figueiredo
Endereço para o texto completo: https://musicaeadoracao.com.br/28227/o-culto-indice/
Resumo:
Este excelente texto do Reverendo Onézio Figueiredo, da Igreja Presbiteriana, está agora disponível no Música Sacra e Adoração, na forma de uma apostila, dividida em capítulos, conforme divisão feita pelo próprio autor.
Não é simplesmente um artigo sobre os conceitos do culto. O autor penetra profundamente nas raízes bíblicas e históricas do culto judaico-cristão, levando-nos a compreender a razão do culto, suas diversas manifestações, e o seu ritual. Faz ainda uma análise comparativa histórica das diversas formas de liturgia no decorrer dos séculos, retirando daí princípios significativos para o culto dos nossos dias.
Destaques:
"No culto, exatamente como acontecia no "hekal" do templo de Salomão, as expressões corporais devem ser reverentes e destinadas à reverência, consentâneas com o local de adoração, a sublimidade litúrgica, a presença do Rei. No "hekal" do templo os movimentos físicos não iam além de fechar os olhos, curvar-se, ajoelhar-se, levantar-se, mover suavemente as mãos. Nada de pulos, danças, coreografias, bateção de palmas, aplausos. O hedonismo e o ludinismo eram próprios dos cultos pagãos. No tempo da "nova era", da teologia da prosperidade, do "Cristo da satisfação temporal", a hilaridade confunde-se com a espiritualidade."
"Hoje Cristo é o sacrifício em lugar do pecador, mas também é o ressurreto por ele. O que acontecia em Israel, acontece, no essencial, na Igreja: Nossos pecados são depositados aos pés da cruz de Cristo em confissão, para que seu perdão eterno tenha poder dinâmico e restaurador na continuidade da existência do escolhido. A confissão, portanto, é central e essencial no culto cristão. A Igreja que confessa seus pecados e se humilha: Louva, adora e serve ao Salvador. No Velho Testamento o pecador era sacrificado simbolicamente na vítima que oferecia em holocausto. No Novo Testamento o pecador é realmente morto e ressurreto em Cristo, ao mesmo tempo, Cordeiro e Sacerdote. A Igreja é, pois, confessional no testemunho e confessante no culto."
Trechos:
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Este excelente texto do Reverendo Onézio Figueiredo, da Igreja Presbiteriana, está agora disponível no Música Sacra e Adoração, na forma de uma apostila, dividida em capítulos, conforme divisão feita pelo próprio autor.
Não é simplesmente um artigo sobre os conceitos do culto. O autor penetra profundamente nas raízes bíblicas e históricas do culto judaico-cristão, levando-nos a compreender a razão do culto, suas diversas manifestações, e o seu ritual. Faz ainda uma análise comparativa histórica das diversas formas de liturgia no decorrer dos séculos, retirando daí princípios significativos para o culto dos nossos dias.
Destaques:
"No culto, exatamente como acontecia no "hekal" do templo de Salomão, as expressões corporais devem ser reverentes e destinadas à reverência, consentâneas com o local de adoração, a sublimidade litúrgica, a presença do Rei. No "hekal" do templo os movimentos físicos não iam além de fechar os olhos, curvar-se, ajoelhar-se, levantar-se, mover suavemente as mãos. Nada de pulos, danças, coreografias, bateção de palmas, aplausos. O hedonismo e o ludinismo eram próprios dos cultos pagãos. No tempo da "nova era", da teologia da prosperidade, do "Cristo da satisfação temporal", a hilaridade confunde-se com a espiritualidade."
"Hoje Cristo é o sacrifício em lugar do pecador, mas também é o ressurreto por ele. O que acontecia em Israel, acontece, no essencial, na Igreja: Nossos pecados são depositados aos pés da cruz de Cristo em confissão, para que seu perdão eterno tenha poder dinâmico e restaurador na continuidade da existência do escolhido. A confissão, portanto, é central e essencial no culto cristão. A Igreja que confessa seus pecados e se humilha: Louva, adora e serve ao Salvador. No Velho Testamento o pecador era sacrificado simbolicamente na vítima que oferecia em holocausto. No Novo Testamento o pecador é realmente morto e ressurreto em Cristo, ao mesmo tempo, Cordeiro e Sacerdote. A Igreja é, pois, confessional no testemunho e confessante no culto."
Trechos:
01 - Apresentação: Mary Cleme Silvério Neves
02 - Definição
03 - Terminologia
04 - Expressões cúlticas de Israel
05 - Expressões cúlticas da Igreja
06 - Igreja, um santuário
07 - O Culto da Igreja
08 - Conjunto litúrgico
09 - Conjunto diacônico
10 - Artes litúrgicas
11 - Estética dirigencial
12 - Estética templária
13 - Liturgia cristã, herança judaica
14 - Liturgia sinagogal
15 - Ordem do culto sinagogal
16 - O que Deus que convoca
17 - Culto, realização do Espírito
18 - Modelo litúrgico
19 - Fundamentos litúrgicos da Didaquê
20 - Liturgia segundo Justino Mártir
21 - Liturgia no fim do III século e início do IV
22 - Culto calvinista
23 - Calvino e o Culto
24 - Ordem do culto calvinista
25 - Culto segundo as normas de Westminster
26 - Liturgia segundo O livro de Oração Comum
27 - Lições para a Igreja hoje
28 - Ordem psicológica do culto
29 - Templo, trono de Deus
30 - Liturgia da Oração Dominical
31 - Importância da ordem psicológica do culto
32 - Bibliografia
33 - Apêndices I - Lourvor
34 - Apêndice II - Oração
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