quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Cinco Grandes Ilusões Auditivas

Autor: Mike Marshall
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/efeitos/ilusoes_auditivas.htm
(acesse o endereço para ouvir as ilusões auditivas)

Resumo:
As cinco mais impressionantes ilusões auditivas, com exemplos em áudio.

Destaques:
Ilusão da Barbearia:
Esta é uma demonstração do efeito estéreo. Ao ouvir essa "ilusão", tem-se a sensação de estar realmente na cadeira de uma barbearia, com o barbeiro se movendo a sua volta, cortando seu cabelo. Na medida em que o barbeiro se move à sua direita, o volume aumenta levemente no canal direito e diminui no esquerdo. De modo semelhante, o aumento do som da tesoura, dá a impressão de ele a está trazendo cada vez mais perto de cada um dos ouvidos. A ilusão demonstra nossa habilidade de localizar sons no espaço; ao comparar os sons que chegam a cada ouvido, conseguimos identificar de onde eles vêm.

Ilusão da Escala:
Existem diversas maneiras de como as pessoas percebem esses sons, mas a mais comum é unir as notas altas e baixas em um só grupo. Ao invés de ouvir as duas escalas, as pessoas ouvem uma melodia descendente e ascendente novamente em um ouvido, e uma ascendente e descendente no outro. Em outras palavras, o cérebro rearranja algumas das notas para um ouvido diferente, de forma a montar uma melodia coerente. Pessoas destras tendem a ouvir a melodia mais aguda no ouvido direito, e a grave no esquerdo, enquanto que canhotos demonstram uma resposta mais diversa.

Melodias Fantasmas:
Algumas peças musicais consistem em arpeggios de alta velocidade, ou outros padrões repetitivos, os quais mudam apenas sutilmente. Se eles são tocados de maneira rápida o suficiente, o cérebro capta aquelas notas ocasionais que se alteram e as une em forma de melodia. Esta melodia desaparece se a seqüência é tocada lentamente.

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Escalas Flexíveis e Oitavas Imutáveis

Autor: Mick Hamer
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/efeitos/escalas_oitavas.htm

Resumo:
Ao tentar fazer pesquisas que pudessem responder à pergunta: "A nossa apreciação musical e uma questão genética ou cultural?", os cientistas chegaram a conclusões surpreendentes: Embora a nossa percepção do intervalo de oitava seja natural, bem como a noção de outros intervalos simples, a percepção e apreciação das escalas são, essencialmente culturais.

Destaque:
Braun afirma que o experimento demonstra que duas notas separadas por uma ou mais oitavas compartilham o mesmo caminho neurológico, ativando um grupo de neurônios específico de uma parte do cérebro chamada de tálamo auditivo. Assim, embora o reconhecimento das oitavas pareça ser inato, aprendemos outros intervalos musicais da mesma forma que as crianças aprendem as linguagens.

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Os Verdadeiros Adoradores

Autor: Willian Santos Rodrigues
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/adorador/adoradores.htm

Resumo:
João 4:23 fala em "verdadeiros adoradores". Quem são eles? Quais são as suas características? Por antítese, quem são os adoradores falsos? Analisando os conceitos bíblicos da adoração e os atributos dos verdadeiros adoradores, como Abraão, Elias e Jó, o autor busca parâmetros e princípios que possam nos guiar no caminho da verdadeira adoração, e chega a uma conclusão: o verdadeiro adorador, é aquele que tem uma comunhão diária com Deus.

Destaques:
"Uns adoram a televisão. São completamente submissos a ela, ou a alguns de seus programas, como: novelas, seriados, esportes, filmes; não conseguem tirar 20 minutos de seu dia – que tem 24 horas – para estar dentro do quarto em comunhão com Deus. Mas conseguem perder toda uma tarde de domingo na frente da televisão, ou dormir todo dia à meia-noite, por causa dela, ou até transgredir o sábado, por um capitulo da novela das 8:00. Preste bem atenção! Não é minha intenção falar de pecados. Mas quero convidar a todos, a partir de hoje, a se tornarem verdadeiros adoradores."

"Talvez você pense: Isto é ser radical, fanático; mas saiba o seguinte: se Satanás tiver 1% de suas ações, ele tem tudo. Não acredita? Leia II Timóteo 3:1-5. Veja se você se encaixa em algumas dessas prerrogativas. Veja também Judas 18,19. Esse é o quadro dos últimos dias. Isto é profético. Essa é a imagem daqueles que não conhecem a Deus. "Causam divisões no grupo, pois são sensuais" (Judas 19). A sensualidade é pecado, da mesma forma que o amor ao dinheiro (I Timóteo 6:10). Essas são pessoas que podem até estar praticando formas de adoração, mas não são verdadeiros adoradores."

"Quanto tempo você passa com Jesus? Quantos minutos ou horas do seu dia você passa olhando firmemente para sua cruz? Sua vida é uma vida de constante oração, comunhão, e intimidade com Cristo? Ou você só tem um tempinho para Ele no momento em que acorda, ou antes de dormir, e às vezes nem isso? Às vezes, Cristo acaba se tornando um tipo de obrigação; mas não deve ser assim. Jesus é vida! E sem Ele a vida não existe."

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Os Animais são Naturalmente Musicais?

Autor: Christine Kenneally
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/experiencias/animais_musicais.htm

Resumo:
Trata-se de mais um artigo da edição especial sobre música e seus efeitos na mente humana e nos animais, da conceituada revista New Scientist, publicada em Fevereiro de 2008, que abordou de forma destacada a música.

Neste instigante artigo, a autora busca responder a várias perguntas, de acordo com as últimas pesquisas científicas, como: Como os animais são sensíveis à música? Se sim, que tipo de música eles mais gostam? Será que somente os seres humanos apreciam música? Como um pássaro canoro ouve um som musical?

Destaques:
"Em 2001, entretanto, um estudo de Anthony Wright e colegas da Universidade de Medicina do Texas, em Houston, colocaram essas descobertas em cheque. Descobriram que macacos Rhesus eram capazes de reconhecer melodias transpostas em uma oitava inteira, sem grandes dificuldades – mas apenas quando eram submetidos à musicas infantis, como "Parabéns a Você", caracterizadas por fortes transições tonais. Quando Wright submeteu os macacos à músicas com melodias fracas, descobriu que os macacos não eram capazes nem de se lembrar das canções, quanto mais executar transposições. Experimentos anteriores, aponta Wright, usaram músicas atonais ou mesmo notas sem qualquer melodia, o que poderia explicar os resultados contraditórios. Aparentemente, pelo menos neste sentido, nossa habilidade musical não é tão diferente dos primatas, já que também temos certa dificuldade em reconhecer musica atonal, se ela se move para cima ou para baixo, na escala."

"Aves, baleias, focas e humanos compartilham não apenas canções complexas, mas a habilidade de aprendê-las – não são apenas pré-programados para produzir sons musicais de acordo com uma marca de tempo genética, como são muitos animais. Isso lhes confere uma criatividade adicional. Da mesma forma que grupos humanos possuem diferentes tipos de tradição musical, diferentes grupos de baleias possuem dialetos próprios, e é possível para uma influenciar o gosto das outras. Tem sido documentado mais de uma vez que um grupo social de baleias irá abandonar suas canções características em favor de sons novos de um grupo social estranho."

"A perspectiva de que os pássaros têm prazer em cantar é sustentada por um estudo publicado em 2006 por Erich Jarvis e colegas do Centro Médico Universitário em Durham, Carolina do Norte. Descobriram um aumento nos níveis de dopamina em pássaros canoros machos, no momento em que cantavam. Os níveis aumentavam especialmente quando cantavam para uma fêmea. Dopamina, reconhecida como o neurotransmissor do bem-estar, é importante para o aprendizado. Ainda não está claro o papel que desempenha nos pássaros canoros, diz Jarvis, mas suspeitamos de que sua função primária seja a de induzir um reforço na aprendizagem e sua função secundária pode ser a de criar uma sensação de euforia."

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Dirigidos pelo Espírito ou Orientados por Propósitos?

Autor: William Crump
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/crescimento/propositos_crump.htm

Resumo:
O material a seguir não é um artigo, ou, pelo menos, não foi escrito na forma de um artigo. Trata-se da resenha do livro "Uma Vida Com Propósitos", de Rick Warren, disponível aos leitores na conhecida livraria virtual Amazon.com.

O autor tem uma postura equilibrada, embora crítica, sem entrar em pontos polêmicos ou doutrinários, atendo-se principalmente ao bom-senso cristão.

Destaque:
"O livro enfatiza que o amor, os relacionamentos harmoniosos, a paz, e a interação com outras pessoas são os objetivos principais da vida cristã; compromisso e reconciliação, mas não necessariamente resolução, deveriam prevalecer quando problemas ou diferenças de opinião aparecem. Para chegar a esta conclusão, Warren parece descrever a Deus somente como um Ser eternamente benevolente, um Amigo ou Colega simpático, que sempre atenderá as suas necessidades. Isto remove de Deus a Sua onipotência, santidade e reverência. Warren não apenas evita descrever a Deus como um Juiz zeloso, que é intolerante para com o pecado, mas também faz pouco esforço em enfatizar que a pessoa deve, por ocasião de sua conversão, mudar de vida e abandonar o estilo de vida mundano. Tudo o que é necessário é "sussurrar" uma breve oração de aceitação e – zás – você está na família de Deus!"

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A Crise de Identidade Adventista: Uma Visão da Música de Adoração

Autor: Dr. Samuele Bacchiocchi
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/meio/crise_identidade.htm

Resumo:
Não é nenhuma novidade que a Igreja Adventista do Sétimo Dia - assim como todas as outras igrejas protestantes tradicionais - tem enfrentado uma forte crise de identidade. Esta crise deve-se a questionamentos, levantados principalmente pelos pressupostos humanistas e pós-modernos, os quais negam qualquer verdade estabelecida e buscam colocar o homem e suas necessidades no centro de tudo, inclusive da religião. Além disso, estratégias para o crescimento numérico de igrejas, baseadas nesses pressupostos, estão sendo adotadas indiscriminadamente por várias lideranças eclesiásticas.

O autor, como um palestrante internacional muito requisitado, tem notado, em todas as regiões do mundo que a falta de critérios bíblicos na escolha da música na adoração tem sido o principal fator contribuinte para esta crise de identidade. Desta forma, ele pretende contribuir com a igreja fornecendo um estudo acerca dos critérios e princípios bíblicos que devem nortear as nossas escolhas musicais. Isto é fundamentalmente importante se realmente desejamos adorar a Deus, uma vez que, se Ele revelou princípios nesta área, espera que Seus filhos se atenham a esses princípios.

Após uma longa introdução, em que outros fatores de crise na identidade adventista são rapidamente citados, o autor apresenta, de forma clara, didática e biblicamente sólida, vários princípios, extraídos principalmente das instruções e da prática com relação ao ministério musical levítico no Templo de Jerusalém.

Destaques:
"O cântico na Bíblia não é para o prazer pessoal nem para alcançar os "gentios" com melodias familiares a eles. É para louvar a Deus recitando Sua palavra - um método conhecido como "cantilena". Prazer em cantar não vem de uma batida rítmica que estimula as pessoas fisicamente, mas da própria experiência em louvar ao Senhor. "Louvem o Senhor, pois o Senhor é bom; cantem louvores ao seu nome, pois é nome amável". (Salmos 135:3; NVI). "Louvai ao Senhor, porque é bom e amável cantar louvores ao nosso Deus; fica-lhe bem o cântico de louvor". (Salmos 147:1)."

"A música tem um lugar e um propósito especiais no universo de Deus. É um presente divino à família humana através da qual os seres humanos podem expressar sua gratidão a Deus, enquanto experimentam satisfação dentro de si mesmos. O prazer de cantar não vem de uma batida rítmica que estimula as pessoas fisicamente, mas da própria experiência de louvar o Senhor. "Louvai ao Senhor, porque é bom e amável cantar louvores ao nosso Deus" (Salmos 147:1)."

"O ministério de música deve ser dirigido por pessoas treinadas, dedicadas, e inclinadas espiritualmente. Esta lição é ensinada pelo ministério de música no Templo o qual era executado por levitas experientes e maduros, os quais eram treinados musicalmente, preparados espiritualmente, apoiados financeiramente, e servidos pastoralmente. Este princípio estabelecido por Deus para os músicos do templo é aplicável aos ministros da música em nossos dias."

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(Falsas) Estratégias de Crescimento para a Igreja

Estamos escrevendo hoje para informar sobre a publicação não de um artigo, mas de 12 artigos!

Trata-se de duas séries que analisam as novas tendências de crescimento da igreja, notadamente aquelas baseadas nos livros "Uma Vida com Propósito" e "Uma Igreja Com propósito", de Rick Warren. Essas tendências têm influenciado grandemente a vida eclesiástica e os planos da esmagadora maioria das igrejas, tanto evangélicas quanto tradicionais.

A primeira série tem por título "Igreja Dirigida pelo Espírito ou Orientada por Propósitos?", de autoria de Berit Kjos e consiste de nove partes, a saber:

Parte 01 - Análise das Premissas Básicas
Parte 02 - Alargando a Porta para o Reino
Parte 03 - Suavizando a Palavra de Deus
Parte 04 - O Espírito de Adoração
Parte 05 - Evangelismo Orientado Pela Música
Parte 06 - Esquecendo-se do Temor de Deus
Parte 07 - Unidade e Comunidade
Parte 08 - Os Grupos Pequenos e o Processo Dialético
Parte 09 - Como Lidar com os Resistentes


A segunda série tem por título "O Que Há de Errado com a Igreja do Século 21?", escrita por Robert Klenck e divide-se em três partes:

Parte 1- Visão Geral do Movimento de Crescimento de Igrejas
Parte 2 - Diaprax na Igreja
Parte 3 - Como Diaprax se Manifesta na Igreja


Veja abaixo alguns parágrafos das partes publicadas.

Dada a grande importância deste tema para as questões da utilização da música na adoração (veja as partes 4 e 5 da primeira série), recomendamos a leitura atenta deste material, a fim de conhecermos as reais raízes das transformações pelas quais a igreja está passando.

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Igreja Dirigida pelo Espírito ou Orientada por Propósitos?
Trechos

"Na Igreja de Saddleback, somos assumidamente contemporâneos ... Distribui um cartão para todos na igreja dizendo: 'Escreva os nomes das estações de rádio que você ouve.' Eu não perguntei isso aos incrédulos, mas para as pessoas da igreja: 'Que tipo de música você ouve?' Quando recebi as respostas, nem uma única pessoa respondeu: 'Ouço música de órgão.' Nem uma ... Então, tomamos a decisão estratégica de sermos uma igreja de música contemporânea. Logo depois que tomamos essa decisão e deixamos de tentar agradar a todos, a Igreja de Saddleback experimentou um crescimento explosivo..."
(Parte 01 - Análise das Premissas Básicas)

"Ao contrário das gerações anteriores, poucos aprenderam as verdades básicas sobre nosso Deus bíblico e Seus padrões morais. Muitos simplesmente rejeitam a noção de "pecado" como legalismo fora de moda e fecham seus olhos para seu poder corruptor em suas vidas. Quando se deparam com o ensino não ofensivo de hoje sobre o pecado, muitos traduzem isso para uma ainda mais confortável meia-verdade: "O pecado é uma parte normal da vida e sou tão bom quanto todo mundo - talvez um pouco melhor. Além disso, Deus me ama como sou." Em outras palavras, não há nenhum sentimento de culpa, de medo ou quebrantamento diante de nosso eterno Juiz! "Pelo contrário, de maneira nenhuma se envergonham, nem tampouco sabem que coisa é envergonhar-se." [Jeremias 6:13-15]"
(Parte 02 - Alargando a Porta para o Reino)

"Todavia, a incessante busca do homem por "uma forma nova e original" tem sempre nos tornado vulneráveis à tentação. Desde o início, Satanás oferece prazeres e sabedoria para aqueles que reformulam ou modificam a Palavra intemporal de Deus - misturando mentiras com a verdade, o que esconde a enganação. No Jardim do Éden, isso levou à desobediência de Eva e à alienação da humanidade. Em toda a Idade Média, levou a horrendas heresias e também à perseguição cruel daqueles que se firmavam na Palavra imutável de Deus. No nosso tempo, a chegada do pragmatismo e da pós-modernidade tem levado à outra rodada de revisões. E, com a rejeição pós-moderna aos absolutos imutáveis, isso parece não ter fim."
(Parte 03 - Suavizando a Palavra de Deus)

"Embora todas as partes do universo tenham sido criadas pelo nosso Deus soberano, Ele nos deixa usar Suas matérias-primas de acordo com nossas próprias inclinações - independente se elas honrem ou profanem Seu nome. Mas quando nos tornamos parte de Sua família e do Seu Reino, Ele nos faz responsáveis para com Seus elevados e santos padrões - e ao que revelou sobre Si Mesmo em Sua Palavra."
(Parte 04 - O Espírito de Adoração)

"'O estilo de música que você escolhe para usar em seus cultos será uma das mais decisivas (e controversas!) decisões que você tomará na vida da sua igreja,' escreveu Rick Warren em um artigo intitulado Selecting Worship Music. 'Você precisa fazer combinar a música com o tipo de pessoa que Deus quer que sua igreja alcance ... A música que você usa 'posiciona' sua igreja na cidade ou bairro. Ela define quem você é ... Ela vai determinar o tipo de pessoa que você atrai, o tipo de pessoa que você mantém e o tipo de pessoa que você perde.'"

"Assim, quando Rick Warren ofereceu a música que a maioria das pessoas queria, elas se arrebanharam para a igreja. Mas o "sucesso mensurável" não prova que Deus ordenou ou inspirou esse plano em particular. De fato, Deus nos adverte para não 'procurar agradar a homens'. [Gálatas 1:10; I Tessalonicenses 2:4] A popularidade no mundo nunca foi um sinal da aprovação de Deus."
(Parte 05 - Evangelismo Orientado Pela Música)

"Embora o amor de Deus seja incondicional, Suas promessas não são. A maioria está ligada - freqüentemente na mesma passagem em que aparecem - a especificações e condições para seu cumprimento. Mas essas condições e instruções são geralmente deixadas de fora. Da forma que são apresentadas no livro, muitas promessas de Deus para aqueles que - por Sua graça e Espírito - O seguem, se tornam, ao invés disto, universais e incondicionais afirmativas para todos os que lêem o livro. Não há necessidade de se entristecer pelos nossos pecados, de tremer diante de Sua Palavra, ou de arrepender-se de nossa dependência ao emocionalismo contemporâneo, pois todos estão bem diante daquele que ama a todos 'apaixonadamente' da maneira como somos."
(Parte 06 - Esquecendo-se do Temor de Deus)

"Não pode haver verdadeira ou duradoura unidade a não ser que ela seja baseada na Palavra de Deus e sem contemporizações. Quando as igrejas adotam as mesmas estratégias psicosociais usadas pelas escolas públicas para o treinamento multicultural - e também pelos governos e empresas em "desenvolvimento-comunitário" para a solidariedade social - precisam distorcer ou esconder as Escrituras contrárias, como II Coríntios 6:12-18. Não se pode agradar a Deus apoiando-se em métodos de sucesso do mundo. Quando as igrejas reinterpretam e adaptam partes da Bíblia de acordo com as percepções pós-modernas e as 'necessidades sentidas', mudam seu fundamento da sabedoria de Deus para as estratégias e regras humanas. Uma dessas estratégias é simplesmente descartar as advertências bíblicas e 'disciplinar' ou expulsar os membros preocupados e piedosos, reputando-os como 'divisivos'.
(Parte 07 - Unidade e Comunidade)

"Uma boa discussão depende de fatos e da lógica - informações sólidas - para apresentar um argumento lógico que possa persuadir os outros que algo é verdadeiro ou correto. Mas essa discussão didática choca-se com os propósitos do grupo dialético, que treina mentes diversas (lembre-se, todos são incentivados a trazer seus amigos) para ignorar as verdades ofensivas para o bem da unidade. Cada pessoa precisa aprender a compartilhar seus corações autenticamente , a 'ouvir' com empatia, colocar de lado os fatos divisivos ou os padrões bíblicos, e continuamente sintetizar as visões individuais e os valores em um terreno comum que evolua continuamente. É claro que esse processo de sentir-se bem ofusca a linha divisória de Deus entre o bom e o mau, entre a verdade e o erro. [Veja II Timóteo 4:3-4]"
(Parte 08 - Os Grupos Pequenos e o Processo Dialético)

"Uma razão por que as pessoas se conformam ao sedutor 'processo de transformação' nas igrejas evangélicas é o medo da perda. A rejeição machuca. No entanto, esse temor é útil para os agentes de transformação de hoje. Exatamente como a punição pública severa foi usada ao longo dos tempos para atemorizar as massas à conformidade exterior, assim também o temor da rejeição pessoal agora faz as pessoas de todas as idades 'a seguirem em frente e serem simpáticas com todos'."

"Uma vez que os agentes de transformação precisam estar totalmente comprometidos com sua missão ou propósito estratégico, precisam também ver os dissidentes como errados. Embora algumas questões possam ser negociadas, esta não é uma delas. A transformação bem sucedida depende de persuadir a vasta maioria a compartilhar o foco resoluto deles. Aqueles que discordam com suas estratégias manipuladoras são vistos como barreiras intoleráveis para o objetivo final: um novo modo coletivo de pensamento, de ser e de servir."
(Parte 09 - Como Lidar com os Resistentes)



O Que Há de Errado com a Igreja do Século 21?
Trechos

"Rick Warren fala sobre mudar a ênfase de programas de construção de igreja para um processo de construção das pessoas. O que ele está falando é da mudança do paradigma do modo tradicional de pensar para um modo transicional e, eventualmente, transformacional, que será alcançado por meio do uso do processo da dialética hegeliana - um tipo de pressão dos pares em um grupo. Ele descreve essa mudança de paradigma como a transição para uma "igreja do século 21" e descreve os pastores como "agentes da mudança". Esse "processo de construção de pessoas" é na realidade uma mudança na forma como as pessoas processam as informações factuais."
(Parte 1- Visão Geral do Movimento de Crescimento de Igrejas)

"Existe um par de outros fenômenos que ocorrem nos grupos pequenos. O primeiro é o vínculo, para que as pessoas se sintam 'plugadas' nessas grandes ou mega-igrejas. 'Os grupos pequenos são o modo mais eficiente de fechar a porta de trás de sua igreja.' - Rick Warren [10] Em segundo lugar, a participação nos chamados grupos de 'responsabilidade' é freqüentemente exigida nos compromissos assinados. A confissão regular e completa de todos os pecados a um líder ou parceiro de prestação de contas tem dois efeitos: Primeiro, a prestação de contas temporal a outro homem leva a uma mudança no pensamento do confessor para longe da noção que ele/ela está na presença constante de Deus e é responsável diante Dele somente para se preocupar com o que o parceiro de prestação de contas pensará ou dirá sobre qualquer pensamento ou ação em particular. Em segundo lugar, há uma lavagem cerebral que ocorre com a confissão, levando à submissão ao confessor."
(Parte 2 - Diaprax na Igreja)

"O Que é o Movimento de Crescimento de Igrejas? É a utilização de técnicas modernas de marketing pela igreja, de modo a atrair e manter um grande número de pessoas (atendendo às 'necessidades sentidas' delas). A igreja então 'converte' essas pessoas e as 'discipula' por meio do uso de técnicas da administração organizacional moderna (estilo TQM - Gerenciamento da Qualidade Total), para que elas possam produzir transformações na comunidade e no mundo. Os membros da igreja, tornam-se assim agentes de mudança social, ou 'agentes de transformação'."
(Parte 3 - Como Diaprax se Manifesta na Igreja)

A Ilusão Musical

Autor: Daniel Levitin
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/efeitos/ilusao_musical.htm

Resumo:
Trata-se de mais um artigo da edição especial sobre música e seus efeitos na mente humana, da conceituada revista New Scientist, publicada em Fevereiro de 2008. O autor analisa, de acordo com as ultimas pesquisas científicas, como a música é percebida no cérebro.

Destaques:
"Imagine que você colocou uma fronha de travesseiro bem esticada na boca de um balde, e várias pessoas começam a jogar ali, de diferentes distâncias, bolas de pingue-pongue. As pessoas podem jogar quantas bolinhas quiserem e com qualquer freqüência. O seu trabalho é adivinhar, apenas olhando o movimento da fronha para cima e para baixo, quantas pessoas estão ali, quem são elas e se elas estão se aproximando de você, se distanciando ou estão paradas. Essencialmente, este é o problema com o qual o seu sistema auditivo precisa lidar quando usa o tímpano como a porta de entrada da audição."

"A maioria das pessoas presume que o mundo é exatamente como mostra sua percepção. Entretanto, experimentos têm forçado pesquisadores, inclusive a mim mesmo, a confrontar a realidade de que as coisas não são bem assim. Aquilo que realmente ouvimos é o final de uma longa cadeia de eventos mentais que cria uma impressão – uma imagem mental – do mundo físico. Em nenhum lugar isso é mais impressionante do que na ilusão perceptiva na qual nosso cérebro impõe estrutura e ordem em uma seqüência de sons para criar o que chamamos de música."

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Amusia - Eles Simplesmente Não Captam

Autor: Graham Lawton
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/efeitos/amusia.htm

Resumo:
Este é o primeiro de uma série de artigos que publicaremos sobre a ação da música ma mente humana, de acordo com as mais recentes pesquisas científicas. Esta série de artigos foi publicada em uma edição especial da conceituada revista New Scientist, em Fevereiro de 2008, que abordou de forma destacada a música.

A amusia é uma condição neurológica que impede que a pessoa aprecie a música. Para uma pessoa com esta condição, a música simplesmente não tem qualquer sentido, e pode até ser extremamente desagradável.

Destaques:
"Com o passar de alguns anos, têm ficado claro que a incapacidade de lembrar-se de uma melodia pode, às vezes, ser causada por um problema neurológico chamado de "amusia congênita". Esta condição neurológica rouba completamente das pessoas aquilo que normalmente é uma apreciação instintiva e espontânea da música. Não é de se estranhar que este problema tenha se tornado um tópico de pesquisa da maior relevância, na intenção de entender os mistérios de como o cérebro lida com a música."

"Mas o que causa a amusia congênita? De acordo com Peretz, a melhor explicação é a de que o cérebro é equipado com um "módulo" especial de processamento melódico, o qual ocasionalmente não se desenvolve completamente. Isso poderia explicar porque a "amusia" afeta somente a percepção musical. Se esta informação for correta, a música, assim como a linguagem, é inata, implantada de forma profunda em nossos cérebros."

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A Diferença Entre Louvor e Adoração

Autor: Pr. Valdeci Junior
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/adoracao/diferenca.htm

Resumo:
"Louvor" e "Adoração" são a mesma coisa? Muitos se surpreenderão ao descobrir que não, estes termos não são sinônimos. Nem biblicamente, nem etimologicamente, os dois termos tem sérias diferenças entre si. E, ao meditarmos sobre a nossa experiência de adoração, temos que ter estas diferenças em mente. Ao selecionarmos o que estamos colocando diante de Deus em nossos cultos, estas diferenças deveriam estar muito claras, principalmente para os responsáveis pela organização e execução destes momentos, além de toda a congregação que estará participando.

Destaques:
"O louvor, se direcionado de forma correta, pode ser dirigido de vários seres, para vários seres. O pensamento de que, se estamos louvando outro ser que não é o nosso Deus, estamos pecando, não coaduna com o uso que a Bíblia muitas vezes faz da palavra louvor. Um ser humano pode louvar um animal, e ainda assim, continuar não desonrando ao Senhor, uma vez que Este seja mais exaltado que aquele, no "trono do coração"."

"Em toda adoração deve haver louvor, mas nem sempre há adoração em todo louvor."

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Adoração, Músicos e Músicas

Autor: Rodolpho Gorski
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/adoracao/adoracao_musicos.htm

Resumo:
Trata-se da análise de alguns textos bíblicos, a fim de tentar compreender os elevados princípios existentes nestes versos que são aplicáveis à adoração, comparando-os com os preceitos relativos ao tema, expressos no Manual da Igreja.

Destaques:
"A adoração efetiva é aquela em que o adorador entra em sintonia com o objeto da adoração, que é Deus. A comunhão é, pois, indispensável, e sem ela não pode haver adoração e louvor. A comunhão é uma via de duas mãos. Deus Se comunica conosco e nós nos comunicamos com Ele. Isso é encontro, identificação e sintonia, em espírito, entre Deus e o adorador."

"Não basta batizar a música chamando-a pelo novo nome de "música sacra". O rótulo externo com um novo e atrativo nome, nada diz. O que realmente diz é a natureza do produto, a sua fonte e a sua identificação. Identifica-se com o Céu ou com o mundo? É apropriada para ser cantada por alguém que está andando com Jesus, ou seria sucesso numa casa noturna ou numa emissora FM comum?"

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Louvor Perfeito

Autor: Daniel Oscar Plenc
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/adoracao/louvor_perfeito.htm

Resumo:
Trata-se de uma compilação, ordenada de forma lógica e didática, de vários princípios deixados por Ellen G. White a respeito do tema da música na igreja.

É interessante notar que, embora alguns vejam este assunto com certos cuidados e reservas, ou que outros o vejam como um assunto polêmico, para a Sra. White, não havia qualquer polêmica ou cuidado especial com respeito ao tema. O que haviam eram princípios claros os quais, uma vez aplicados com um espírito humilde, levariam a igreja a expressar a verdadeira adoração e a ser influenciada favoravelmente em direção a esta verdadeira adoração. E estes princípios são tratados por ela de forma clara e explícita, sem qualquer diferença de idade ou classe sócio-cultural.

Para os que não são adventistas, reforço aquilo que dizemos na página de abertura do nosso sítio: "Uma vez que sou membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia, é no contexto desta denominação que a maioria dos artigos aqui oferecidos se insere. Mas, sendo Deus o objeto final da adoração de todas as denominações cristãs, os princípios publicados aqui poderão, sob a tutela inspiradora do Espírito Santo, ser aplicados para ao culto de adoração em outras denominações cristãs."

Destaques:
A orientação divina sobre a música e o canto evitará os extremos do emocionalismo e do formalismo, do descuido e do profissionalismo. "Os verdadeiros pastores conhecem o valor da obra interior do Espírito Santo sobre o coração humano. Satisfazem-se com a simplicidade nos cultos. Em vez de dar valor ao canto popular, volvem sua atenção principalmente para o estudo da Palavra, e dão de coração louvor a Deus. Acima do adorno exterior, consideram o interior, o ornamento de um espírito manso e quieto. Na sua boca não se acha engano". – Evangelismo, pág. 502.

Para Ellen White, a música é um veículo adequado para a adoração e o louvor. "A música faz parte do culto de Deus, nas cortes celestiais, e devemos esforçar-nos, em nossos cânticos de louvor, por nos aproximar tanto quanto possível da harmonia dos coros celestiais. O devido cultivo da voz é um aspecto importante da educação, e não deve ser negligenciado. O cântico, como parte do culto religioso, é um ato de adoração, tanto como a prece. O coração deve sentir o espírito do cântico, a fim de dar a este a expressão correta." – Patriarcas e Profetas, pág. 594.

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Direct Boxes - O Que Você Precisa Saber Sobre Elas

Autor: David Fernandes
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/tecnicos/sonorizacao/direct_box.htm

Resumo:
Pouca gente sabe da grande utilidade da utilização de direct boxes para conseguir uma mixagem equilibrada em sem distorções no espectro sonoro. Este artigo esclarece a maior parte das dúvidas, explicando o funcionamento e as possibilidades destas pequenas notáveis.

Destaque:
"Direct boxes, também conhecidos como DI's, são dispositivos usados para alterar o sinal de saída de uma fonte sonora, mudando seu nível e impedância, de forma a adequá-los à entrada do mixer, permitindo a conexão de instrumentos musicais eletrônicos a um sistema de som."

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Apresentação Solo

Autor: Paulo Roberto Barbosa
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/adorador/apresentacao_solo.htm

Destaque:
"Você tem se preparado, não apenas para cantar no coral da vida mas também para a apresentação solo diante do Senhor?"

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Ações de Graça, Louvor e Adoração

Autor: Adrian Theodor
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/adoracao/graca_louvor_adoracao.htm

Resumo:
Devido a vários fatores que não vem ao caso enumerar aqui, temos notado um paulatino, mas acrescente, distanciamento entre os adoradores da atualidade e os conceitos bíblicos envolvidos na adoração. Isto tem causado de uma certa confusão por parte de alguns, que falam em uma coisa quando queriam dizer outra, ou que atribuem valores aos elementos da adoração que não encontram qualquer base bíblica.

Uma confusão comum ocorre entre os elementos "Louvor" e Adoração", que muitos acreditam ser sinônimos, mas na realidade não são. Podem até estar interligados, mas são conceitos diferentes. Em alguns casos podem até estar em oposição entre si! Acrescente-se a isso o elemento "Ação de Graças", e a confusão é total.

Visando esclarecer esses pontos e desvendando o que a Palavra de Deus tem a nos dizer acerca destes termos e seu significado na experiência do verdadeiro adorador, nosso amigo e colaborador de longa data, Adrian Theodor preparou este excelente e profundo artigo. Como o próprio autor fala, "Pode parecer, ao olhar mais superficial, um preciosismo intelectual; todavia, ao pensarmos que tais palavras têm relação direta com nossa atitude para com Deus, devemos refletir sobre suas nuances e verdadeiros significados. Nada melhor para nos guiar nesta reflexão do que a própria Palavra dAquele que é o foco destas ações."

Oramos para que possa ser útil a todos os que ministram nesta área da obra de Deus!

Destaques:
"Para podermos adorar verdadeiramente a Deus, portanto, é necessário que o agente da adoração conheça ao Deus, a quem o culto será prestado, de forma íntima, pois irá oferecer este Deus um culto, uma reverência extrema e única. Seguindo este raciocínio, no contexto da adoração verdadeira (aquela oferecida de modo correto, ao único Deus verdadeiro, o Altíssimo de Israel), nossa mente deve estar voltada para os principais atributos divinos: Santidade, Bondade, Amor, Pureza, Beleza, Eternidade, Onisciência, Onipotência, Onipresença, etc."

"O verdadeiro adorador é aquele que não se limita ao "mais confortável" ou "mais agradável" ou "mais de acordo com o meu gosto", porém procura incessantemente a vontade do Pai. O verdadeiro adorador, aquele guiado pelo Espírito, pergunta a si mesmo o tempo todo: "Qual a vontade do Pai?"; "Estou de acordo com a verdade?". A adoração em Espírito e em Verdade é um imperativo, portanto, porque é esse tipo de adoração que Deus deseja. Mais do que isto: Deus procura! E se Deus está a procura de adoradores, significa que eu e você podemos ser encontrados a qualquer momento, basta que respondamos ao chamado do Altíssimo! Estamos dispostos? Entregaremos o nosso coração para a transformação necessária para a nossa salvação?"


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A Igreja ao Gosto do Freguês

Autor: T. A. McMahon
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/crescimento/igreja_gosto.htm

Resumo:
Qual é a estratégia bíblica de crescimento para a igreja? Por que a simplicidade do "Ide e pregai" está sendo substituída por estretégias de marketing, pesquisas de opinião, terapias de grupo, shows de entetenimento envangélico e outras técnicas para estimular o crescimento da igreja? Uma vez que não podemos ver qualquer texto bíblico que forneça apoio para o uso destas estratégias de crescimento da igreja, temos que crer que técnicas humanas estão em operação neste caso.

O autor do artigo em epígrafe traça um retrato surpreendente das principais características deste movimento que surgiu nos Estados Unidos, mas que se espalhou rapidamente por todo o mundo, através de todas as denominações.

Destaques:
"O alvo declarado dessas igrejas é alcançar os perdidos, o que é bíblico e digno de louvor. Mas o mesmo não pode ser dito quanto aos métodos usados para alcançar esse alvo. Vamos começar pelo marketing como uma tática para alcançar os perdidos. Fundamentalmente, marketing traça o perfil dos consumidores, descobre suas necessidades e projeta o produto (ou imagem a ser vendida) de tal forma que venha ao encontro dos desejos do consumidor. O resultado esperado é que o consumidor compre o produto. George Barna, a quem a revista Christianity Today (Cristianismo Hoje) chama de "o guru do crescimento da igreja", diz que tais métodos são essenciais para a igreja de nossa sociedade consumista. Líderes evangélicos do movimento de crescimento da igreja reforçam a idéia de que o método de marketing pode ser aplicado – e eles o têm aplicado – sem comprometer o Evangelho. Será?"

"A maior parte dos que freqüentam as "igrejas ao gosto do freguês" professam ser cristãos. No entanto, eles foram atraídos a essas igrejas pelas mesmas coisas que atraíram os não-crentes, e continuam sendo alimentados pela mesma dieta biblicamente anêmica, inicialmente elaborada para não-cristãos. Na melhor das hipóteses, eles recebem leite aguado; na pior das hipóteses, "alimento" contaminado com "conversas inúteis e profanas e as idéias contraditórias do que é falsamente chamado conhecimento" (I Timóteo 6:20 NVI). Certamente uma igreja pode crescer numericamente seguindo esses moldes, mas não espiritualmente."

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Vocalises Online Avançados

Para os que ainda não conhecem, estamos escrevendo hoje para divulgar a página com Vocalizes Online Avançados.

O público-alvo desta página são aqueles que já tem alguma experiência em canto, que estejam fazendo ou tenham tido aulas de canto e querem treinar um pouco mais em casa. Nesta página você tem a partitura do vocalize e um trecho musical em MIDI com o som para você acompanhar. Existe o som para vozes agudas e para vozes graves.

Esta página está disponível em http://www.musicaeadoracao.com.br/tecnicos/tecnica_vocal/vocalises_avancados.htm

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Crise na Adoração

Autor: Sidnei Roza
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/adoracao/crise_adoracao.htm

Resumo:
Será que podemos dizer que a adoração está em crise? Ou será que a adoração está somente passando por uma transformação natural? Ou então, será que a adoração não está, na verdade, encontrando um apogeu?

O autor, neste artigo curto e denso, aponta o problema da falta de espiritualidade e falta de participação como sintomas de uma crise galopante na adoração. Após uma breve análise da questão, aponta a solução, a única solução possível: comunhão pessoal.

Destaque:
Creio que membros em crise formarão uma igreja também em crise. Antes de reclamar da sua comunidade, pense na sua condição espiritual. Têm você estado na presença de Deus todos os dias? A ausência de comunhão diária com Deus provoca o enfraquecimento do desejo de estar na igreja nos dias de culto. Afinal, cada família é uma igreja. Eu pergunto: como está a igreja da sua casa?

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Fogo na Igreja

Autor: Lloyd Grolimund
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/meio/fogo_igreja.htm

Resumo:
Por que algumas pessoas dizem que a Igreja Adventista é uma igreja fria, sem poder? Será que elas tem alguma razão em suas observações? Até que ponto estamos sendo formais e tradicionais demais, em detrimento do fervor religioso que caracterizava a igreja primitiva? Qual é a solução adequada para melhorar o fervor em nossas igrejas?

Muitos de nossos líderes acreditam que a resposta está na adoção de um modelo pentecostal de adoração, onde a adoração é, basicamente, experimental. A base para este raciocínio seria que o espantoso crescimento das igrejas pentecostais deve ser uma demonstração de que Deus está abençoando este movimento. Será que isto é verdade?

O autor, um pastor adventista australiano, encara de frente estas e outras questões, chegando a conclusões surpreendentes e fornecendo sugestões para a melhoria de nossa experiência de adoração, sem a necessidade de recorrermos a modelos estranhos à cosmovisão adventista.

Destaques:
"É este Fogo (Deus) que o mundo pós-moderno está procurando na adoração. De fato, a adoração tem a ver com a presença do Fogo (Deus). Sem o Fogo (Deus) não pode haver verdadeira adoração."

"Foi a presença de Deus através do fogo (o Espírito Santo) que ocasionou o milagre que fez nascer a igreja apostólica cristã (Pentecostes em Atos 2). O adventismo do sétimo dia é o descendente direto deste momento impulsionado pelo Fogo. Deus não apenas nos abençoou com a verdade, mas também nos concedeu o Espírito Santo (Fogo) para o avançamento da verdade. É por isto que um pequeno movimento do século 19 cresceu rapidamente até chegar a uma grande fé internacional que possui vinte milhões de adoradores participantes em praticamente todos os países do mundo."

"A função do Espírito Santo é ensinar toda a verdade. Se o pentecostalismo afirma ter a inspiração e a liderança guiadas pelo Espírito, então DEVE ser um celeiro da verdade. Deve ensinar a verdade, pregar a verdade, praticar a verdade, extrair profundamente da verdade, obedecer e seguir a verdade. (...)"

"Sou um pastor que acredita na mensagem adventista do sétimo dia em sua plenitude. Às vezes enfrento forte oposição; contudo, em 15 anos, nunca tive que deixar a igreja para permanecer fiel. Estou pregando a Palavra verdadeira em uma das maiores igrejas da Divisão Sul do Pacífico. Não estou tendo qualquer problema significativo por parte de nenhum dos irmãos ou líderes de nossa Divisão, União ou Associação da igreja. Creio que há espaço no adventismo para praticarmos e pregarmos uma caminhada fiel com Jesus sem influencias pentecostais. As pessoas que consideram que a única opção para fazer a igreja "progredir" é iniciar ou unir-se a um ministério independente infiel, não fazem nada além de participar de uma organização que não tem simpatia para com a causa da igreja e, finalmente, para com Deus."

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Outras Reflexões: Adventistas Liberais

Autor: Pr. Douglas Reis

Por melhores que fossem suas intenções primárias, fariseus se vulgarizaram como indivíduos hipócritas. Mais ainda: são o símbolo perpétuo da atitude radicalmente intolerante. Curioso: pouco se fala sobre os saduceus. Uma leitura distraída do Evangelho quase os colocaria em mesmo nível com os fariseus. Não caiamos aqui: são grupos distantes, acérrimos oponentes. Os saduceus representavam o outro extremo, o do liberalismo advindo da amálgama entre religião judaica e cultura helenística. Seu naturalismo negava anjos, milagres, visões e artigos afins.

À semelhança de fariseus, eram igualmente dogmáticos. (E é forçoso que se bata na tecla – outrossim, tornou-se popular a premissa de que somente tradicionalistas tenham seus dogmas; entretanto, ressalto que o liberalismo possui uma dogmática de peculiar dialeto).

Compensa dizer: Jesus conseguiu desagradar fariseus e saduceus, não por capricho, senão pela insistência de que a religião verdadeira procede da obediência à Revelação. Assim, desacatou as tradições de fariseus enquanto virava as costas às práticas de saduceus.

Em outro momento, tratamos sobre adventistas fanáticos, os quais se identificam com os fariseus em seu zelo inverso (e controverso!). Resta tratar dos saduceus. Verdade é que alguns tentam por burqas em Ellen White, quando outros a querem ver trajando minissaia.

O lado saduceu do Adventismo talvez seja o espectro (ou Spectrum?) da Teologia Liberal que ronda os círculos evangélicos; talvez se deva à influência midiática; sobretudo, porém, representa falta de avanço na compreensão bíblica. Como adventistas, cremos ser portadores da Verdade Presente. Mas o pacote de Luz, que custou a oração fervorosa dos pioneiros, não nos deu o direito de alardear que "ricos somos e de nada temos falta."

Cada geração enfrenta novos desafios à mensagem cristã. E a recusa (mesmo involuntária) de destrinchar a Luz e enfrentar o repto específico de cada época torna os cristãos uma comunidade acuada, que passa a viver da tradição estagnada. Logo, gerações posteriores de cristãos lutam contra os resquícios extenuados da tradição, as quais não foram traduzidas para seu contexto, ou mesmo pouco ou nada desenvolvidas. Todavia, ao invés de continuar a pesquisa bíblica e restaurar tudo quanto fosse necessário, esses novos cristãos substituíram a tradição por crenças palatáveis aos padrões de sua época. A base, portanto, deixa de ser bíblica e se inclina servilmente ao zeitgeist (espírito da época). Tal é a gênese do liberalismo teológico em geral, e do liberalismo adventista, em particular.

Ao contrário do adventista fanático, exaltado e carrancudo, o liberal se mostra de outra têmpera: sociável, carismático, aglutinador. Seu pragmatismo oferece a resposta para a liturgia burocratizada e um evangelismo atrativamente contextualizado. Aparentemente, o indivíduo liberal transmite uma normalidade, desfazendo o rótulo que a igreja leva de "homens verdes em torno de uma cruz". Mas precisamos inquirir: não seria essa "normalidade" um conformismo que dilui o Adventismo, tornando-o uma versão "coca-cola" da turma de Josef Bates e Hiram Edson? Ou: até que ponto o adventista liberal é adventista? A seguir, verifico três motivos de preocupação com o Adventismo liberal (sabendo que certamente haveriam outros):

A) Adventistas liberais têm seu testemunho comprometido porque, no fundo, sua visão difere bem pouco da visão daqueles que os rodeiam: como influenciar as pessoas com uma mensagem que se pretende revolucionária, ao mesmo tempo em que, na prática, não revolucionou muito a vida daqueles que a professam? Se não há diferenças significativas entre os hábitos dos cristãos em relação aos dos não-cristãos, para quê serve seu Cristianismo? A questão se torna ainda mais dramática se elencarmos as exigências do discipulado cristão, entre as quais "negar-se a si mesmo", "tomar sua cruz", estar disposto a "perder sua vida" e sofrer "perseguição" e "injúrias", além de manter a disposição de "servir os outros e não a si mesmo"; confrontadas com tais exigências (e outras), o liberalismo não passa de um bonzai, um reducionismo dessencializador. Se um Cristianismo autêntico está comissionado para ser "sal da terra" e "luz do mundo", que papel estaria reservado para ser versão mais insípida e nublada?

B) Adventistas liberais são mais racionalistas: O liberalismo se desenvolve quando não se leva o sobrenatural a sério. Saduceus escolhiam, em seu ceticismo, quais elementos da crença judaica tradicional ainda manteriam como artigo de fé; os cristãos liberais do século XVIII e XIX não acreditavam em milagres (mesmo aqueles descritos na Bíblia). Hoje, os liberais são os mais propensos a tentar conciliar ciência naturalista e teísmo. Por isso, tanta desconfiança da Bíblia e dos Escritos de Ellen White.

Às vezes, a desconfiança é camuflada pela alegação de que as declarações inspiradas fiquem restritas aos seus contextos históricos – o que em geral expressa o desejo de que fiquem presas ao passado! Uma ressalva: o entendimento do contexto, sem dúvida, é importante; porém, isso se torna um problema quando se deseja entender declarações proféticas somente como fruto de sua época, sem a possibilidade de extração de princípios para reger o povo de Deus em sua conjuntura atual; daí, o profeta se torna meramente um mensageiro silenciado pela História e sua autoridade, na melhor das hipóteses torna-se "pastoral", como Desmond Ford redefiniu a função de Ellen White.

Quando se rejeita o aspecto normativo da Revelação, coloca-se excessiva confiança na própria razão humana. Em parte, creio que isso explica o porquê liberais questionam tanto as doutrinas da igreja ou propõem entendimentos alternativos delas. Liberais reivindicam liberdade, conquanto, ironicamente, estejam enclausurados em conceitos humanos, mutáveis e incertos;

C) Adventistas liberais tendem ao Relativismo: com sua ampla tolerância aos espíritos diversos, liberais conseguem representar, nos movimentos nos quais estão inseridos, um abertura a ideias e tendências de outros movimentos. Geralmente, os próprios liberais gostam de se definir como "pessoas de mente aberta". Obviamente, o Cristianismo (tal qual o Adventismo) não devem se isolar das pessoas. Contudo, há o risco de que uma abertura sem critérios permita a infiltração de princípios que contrariem o próprio movimento. Saduceus eram o pedaço mais helenizado de Israel. O Cristianismo alemão, em fins da década de 1930 era tão insípido que não tardou em apoiar, grosso modo, o Nazismo. Não é incomum adventistas liberais participarem de eventos gospel ou incorporar ao seu estilo de vida comportamentos contrários ao estilo de vida defendido pela denominação (como sexo pré-marital e frequência a ambientes como cinemas e festas noturnas).

No fundo, o relativismo é a conclusão de que não importa o que creiamos ou como vivamos. O que importa são os sentimentos, o amor a Deus e o amor ao próximo – e o próprio emprego desses termos não é feito senão em termos gerais, suficientes para esvaziar o conteúdo bíblico deles. Afinal, quanto menos contornos e mandamentos (mesmo os bíblicos!), mais o liberal sente-se em casa!

Claro que uma incoerência tão marcada leva muitos à conclusão razoável de que, se realmente não há diferença, é melhor abandonar de vez o Adventismo…

Da mesma forma que ocorria na época de Jesus, o liberalismo hoje cresce em influência. A missão da igreja enfrenta fortes obstáculos e as características da denominação são extirpadas por compromissos com o atual zeigeist. O antídoto? Conforme um amigo, só duas coisas podem resolver: ou reavivamento ou perseguição. Espero que nos persigam logo!…

Fonte: http://questaodeconfianca.blogspot.com/

Adventistas Fanáticos: Algumas Reflexões

Autor: Pr. Douglas Reis

Já dizia um ex-professor meu no seminário que o fanatismo é uma parte da verdade que ficou louca. Esse aforismo consegue expressar com genialidade duas ideias-chaves sobre o fanatismo:

1.Sua identificação com a verdade: se o fanatismo é uma parte da verdade, ele se opõe, a princípio, e na maior parte dos casos, à heresia, que consiste em uma – ou mais – doutrina expúria, a qual concorre com a verdade. O fanático nasce a partir de uma motivação antagônica: o herético odeia a verdade; o fanático ama tanto a verdade que idealiza, segmenta e, por fim, distorce.

2.Sua peculiaridade perniciosa: o fanatismo se sobressai em relação ao conjunto doutrinal de que se origina pela tendência de manter certas ênfases, em detrimento do conjunto. Eis a peculiaridade do fanatismo. Também não podemos igualar fanatismo a uma mera excentricidade religiosa, já que ele toma certa carga de virulência, infectando tudo e todos ao redor, implicita ou explicitamente. Eis sua perniciosidade.

Embora o fanatismo não esteja restito ao Cristianismo, é relevante o número de cristãos fanáticos. Geralmente, o fanático inverte o zelo autêntico do testemunho cristão – enquanto um genuíno servo de Deus estaria disposto a morrer pela verdade, o fanático, em contrapartida, dispõe-se a matar por aquilo que considera como a vontade divina. Dessa forma, o fanático abandona o posto de súdito do Reino do Céu, condição na qual se acata a legislação do Evangelho, e se torna, ele próprio, o legislador agindo coersivamente sobre outros, a fim de acatarem seu dogmatismo.

Entre os adventistas do sétimo dia, o fanatismo achou um campo vasto. E por uma razão bem simples: sendo o Adventismo uma fé abrangente, reunindo sob os auspício de "Verdade Presente" um conjunto bem concatenado de postulados bíblicos, não se torna difícil o surgimento daqueles que se apoixonem loucamente por umas poucas dessas verdades. Levando em conta que se o aforismo inicial reza ser o fanatismo uma parte enlouquecida da verdade, pode-se definir um fanático como aquele que se apaixona loucamente por uma parte da verdade.

Passo a expor algumas ideias a respeito do fanatismo no Adventismo (em muitos aspectos, bem similar ao dos fanáticos de outros arraias). Não proponho que todos os fanáticos entre nós sejam iguais – uns se revelam mais apaixonados, outros menos, mas sempre existe a equivalência entre a paixão deles com a loucura que desenvolvem a curto, médio ou longo prazo. Dito isso:

1.Adventistas fanáticos assumem o posto de pilares da ortodoxia: em meio às marés de relativismo, a ilha-igreja quer se sentir segura. Os fanáticos surgem como indivíduos capazes de sustentar a verdade, às vezes sob os próprios ombros, tal qual Atlas na mitologia. Entretanto, sua atitude de resistência, na maioria das situações, exclui as vozes que divergem da deles em assuntos secundários, como se as opiniões contrárias representassem um desvio da fé correta. Fique claro que admito discordâncias em questões de somenos importância. Uma coisa é afirmar que existe verdade absoluta; outra, bem diferente, é pretender acesso a toda verdade absoluta, em todos os detalhes – conhecimento que apenas Deus, em última instância, é capaz de alcançar.A verdade é absoluta, não os que crem nela, havendo espaço para a atitude inquiridora, a pesquisa e o crescimento de compreensão acerca do que é verdadeiro. Logo, mesmo a ortodoxia saudável não exclui a liberdade de diálogo sobre pontos da verdade que ainda não foram completamente compreendidos, e isso dentro de um espírito largo e humilde. Quando assumo que somente eu esteja certo, e em todos os aspectos, está assassinada a possibilidade para qualquer diálogo e até, por que não dizer, de aprendizado concreto (essência do verdadeiro diálogo humano). Temos que advogar uma ortodoxia sólida, apta intelectualmente para defender e expor os principais artigos da fé adventista. Ninguém se ache autorizado a ter a palavra final sobre a interpretação dos 144 mil ou de Daniel 11, para sacar dois exemplos. Por vezes, o "ortodoxismo" – algo distinto da ortodoxia viável – não passa de uma forma mais sutil do "achismo", acrescida de intolerância desproporcional e autoritária.

2.Adventistas fanáticos preterem a pesquisa teológica às interpretações pessoais: o fanático é, por natureza, um profundo teimoso! Não espero que ninguém conclua com isso que todo teimoso seja um fanático, sequer potencialmente; mas pensemos: o fanatismo dos escribas e fariseus os levava a fechar os ouvidos para a presença da verdade, ou seja, do próprio Jesus. No colóquio de Marburg (1529), Lutero debateu com Zuínglio acerca da presença de Jesus no pão da ceia. A despeito dos argumentos diversos usados pelo reformador suiço com o fito de convencer o alemão, a teimosia de Lutero impediu-o de aceitar que o pão apenas simboliza a carne de Jesus. "Este é o meu corpo", repetia Lutero à exaustão, a tal ponto que Zuínglio asseverou que a discussão não estava mais em um plano racional. O fanático não quer provas, não importa quão qualificadas se apresentem. Em parte, a ênfase na interpretação pessoal da Bíblia legada pelo protestantismo abriu as portas para abusos, o que, em parte, foi equilibrado pela elaboração de credos – os protestantes davam liberdade individual de interpretar livremente a Bíblia, mas dentro de certos limites, procurando respeitar, inclusive, a própria Bíblia. Atualmente, a livre interpretação dentro do Adventismo constitui um problema. Um dos fatores que contribui para uma falta de limites quanta às interpretações é a confusão em nosso meio entre conhecimento bíblico e conhecimento teológico. Não importa o quanto uma pessoa conheça a Bíblia, sem treinamento teológico ela não pode discutir teologia. Que ninguém pense, pelo que disse, que acredito na salvação pela teologia. Em verdade, Deus não tornou necessário o conhecimento teológico essencial à salvação. Aliás, muitos renomados teólogos profissionais não são verdadeiros crentes – independe da boa qualidade de sua teologia. Ao mesmo tempo, para alguém ser teólogo precisa de muitas competências para além da mera habilidade de fazer ligação temática entre textos bíblicos (o que se aprende dando estudos bíblicos). Para ilustrar: recentemente vi um panfleto criticando um artigo do Pr. Marcos De Benedicto sobre a Trindade. O autor zombava o fato de Benedicto citar teólogos afamados, à semelhança de Karl Barth, o qual admitia sequer ter ouvido falar! Em virtude disso, alcunhou o articulista de "Marcos De Eruditos". Ora, veja! Como discutir Teologia sem conhecer o suiço Karl Barth, um dos maiores nomes da teologia do século XX? Seria como tratar de Pedagogia sem mencionar Piaget ou discorrer sobre Psicologia, sem Freud. Embora um psicólogo discorde de pontos da teoria freudiana, ou um pedagogo recuse-se a seguir a linha que propôs Piaget, não podem ignorá-los por completo. Os adventistas – bem como cristãos tradicionais – têm muito a questionar nos trabalhos de Barth e dos seus seguidores, neo-ortodoxos, mas não se pode fazer teologia no vácuo. Como área do conhecimento, a teologia possui grandes nomes e importantes contribuições. Um teólogo adventista age a partir da Verdade Presente, da qual extrai sua teologia e avalia as demais. Um leigo adventista necessita estudar a Bíblia e conhecer a Verdade Presente. Também não pode minimizar ou desprezar o auxílio disponível através dos escritos com certo conteúdo teológico (encontrados na lição da Escola Sabatina e alguns livros) produzidos pela denominação adventista.

3.Adventistas fanáticos são mais propensos à infecção de heresias: Observamos anteriormente a distinção entre hereges e fanáticos. Sucede, no entanto, desse converter-se naquele, para o pasmo geral. Frequentei uma igreja adventista na Penha (SP) na qual um dos anciãos, uma diaconisa e a diretora de Ministério Pessoal se desligaram da igreja para formar um grupo anti-tinitrariano. Por que cada vez mais líderes abonam as fileiras adventistas para aderirem a grupos heréticos? Uma das possíveis razões é que esses ex-membros já haviam aderido a posicionamentos fanáticos. O fanatismo se inaugura nas percepções sobre o disfarce de um zelo pelo correto; desenvolve-se com um apego a verdades específicas; passa a advogar uma atitude legalista, que transparece em ações discriminatórias contra os que não concordam ou não compreendem as verdades enfatizadas pelo fanático; e, finalmente, o desequibrio do próprio fanático põe tudo a perder, uma vez que desperta nele o desejo de reformar aquilo que se considera como apostatado. Nesse ponto, o farisaísmo pode conduzir à assimilação de heresias, e até as verdades antes admiradas são rejeitadas diante da nova concepção de crenças.

4.Adventistas fanáticos são fortes candidatos à apostasia: outro caminho para o fanático que não o da heresia passa a ser o abandono da fé. Por que fanáticos apostatam? Por não fruírem da plenitude do evangelho da Graça, presos que se acham em concepções legalistas e infrutíferas. Lutar contra velhos hábitos de caráter pela fé nunca foi desafio leve. Lutar contra hábitos errados apenas da perspectiva do esforço pessoal não se trata de algo inviável – é impossível, com todas as letras! Em seu empenho pela doutrina pura, o fanático acaba sozinho no final das contas, e percebe-se até mesmo sem Deus. E, quando se abandona a comunhão com o Senhor, uma religião árida dificilmente manterá alguém no convívio com outros cristãos. As críticas que o fanático desferiu contra os cristãos "menos zelosos e pios" do que ele, acabam se tornando as setas que ferem seu próprio coração de Saul, suspenso entre o Céu e Terra, parado justamente no meio do caminho entre os dois.

Contra o fanatismo, a solução começo por buscar a "multidão de conselhos", na qual há sabedoria. Ninguém se isole, como se fosse o único Elias injustiçado que Jesabel persegue pelos quatro cantos da Terra. Uma vida comunitária sadia é um bom passo contra uma postura desequilibrada. Uma devoção sólida pode igualmente favorecer o crescimento simétrico da espiritualidade, desde que a Bíblia seja estudada ponto a ponto, sem a atenção demorar-se apenas naquilo que é de preferência pessoal (cada um tenha a sua, o que é legítimo, a partir do momento em que nossas passagens ou doutrinas favoritas nos impeçam de ver o todo da mensagem). O estudo da história da igreja também favorece uma análise de como certas tendências se mostraram danosas e precisam ser evitadas. Enfim, todos podemos amar a verdade lucidamente e de forma integral.

Fonte: http://questaodeconfianca.blogspot.com/

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Elvis Não Morreu

Título: Elvis Não Morreu
Autor: Michelson Borges
Endereço para o texto completo:http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/adorador/elvis_nao_morreu.htm

Resumo:
Iniciando pelo fato de que o grande ídolo popular Elvis Presley iniciou sua carreira como cantor de igreja, o autor faz uma análise, inclusive citando seu testemunho pessoal, acerca da crescente miscigenação entre a música popular e a música dedicada a Deus, tanto do ponto de vista dos "artistas" quanto do ponto de vista dos consumidores deste mercado. Isto é lamentável, visto que os filhos de Deus deveriam possuir valores e parâmetros diferentes do mundo, conforme as escrituras nos advertem.

Destaques:
"Minha decisão partiu da convicção profunda de que meus gostos precisavam ser refinados e meus passatempos orientados no sentido de promover o crescimento espiritual. Evidentemente que, do ponto de vista estético, eram bonitas muitas músicas que eu ouvia anteriormente à minha conversão. Mas a questão é: Elas me aproximavam de Deus? Os sentimentos que despertavam me ajudavam a manter o foco nas 'coisas do alto'?"

"Se os cantores sacros e nós que os ouvimos continuarmos a contemporizar com o secularismo reinante, poderemos dizer realmente que Elvis não morreu – mas nossa fé estará correndo sério risco de morte."

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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Um Adorador Diante do Trono

Autor: Pr. Elcio Lourenço
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/adorador/adorador_diante_trono.htm

Resumo:
Na mesma linha do último artigo que enviamos ( Aprendendo a Louvar ), estamos enviando agora um artigo que trata das questões envolvidas na atitude correta de um adorador ao vir prestar seu culto perante Deus. Trata ainda das diferenças conceituais entre "Cantar", "Louvar" e "Adorar". Esses conceitos são fundamentais àqueles que pretendem prestar uma adoração significativa. O artigo termina com "algumas considerações práticas àqueles que desejam fazer do cântico um louvor e do louvor a adoração", de forma a tornar a adoração uma experiência espiritual verdadeiramente edificante.

Destaques:
"Esse ato de louvar e adorar não deve ocorrer somente em lugares consagrados, situações ideais ou em um momento reservado. Adorar a Deus, além de agradá-lo, tem a função de mostrar aos outros que nos cercam que Ele é Deus, aconteça o que acontecer."

"Sabendo que existe diferença entre "cântico e louvor" devemos considerar, também, que o louvor, mesmo que de ótima qualidade, não é, ainda, a adoração. Temos que evitar a armadilha da similaridade, que quer passar do básico para o sublime, sem percorrer o caminho definido como correto por Deus."

"O louvor devotado a Deus tem que ser único. Uma vez que não nos é possível servir a dois senhores, não cabe tributar ao Senhor do Universo algo que também ofereço a qualquer outro. Deus tem direito exclusivo à adoração, que não pode ser oferecida nem mesmo aos anjos, cujo poder e santidade são garantidos pelo próprio Senhor (Mateus 4:10; Apocalipse 9:20)."

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Aprendendo a Louvar

Autor: Benjamin C. Maxson
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/adorador/aprendendo_louvar.htm

Resumo:
É impressionante como os que se dizem adoradores de Deus perderam o conceito do que é "adoração". Maior ainda é a confusão quando se trata do conceito de "louvor". Muitos acham que "adoração" e "louvor" são sinônimos; mas não são.

Louvor é um elogio: é o mais exaltado e elaborado elogio que se pode fazer. Porém, um elogio pode, apropriadamente, ser feito a coisas e pessoas, enquanto que a verdadeira adoração só pode ser prestada a Deus. Quando o louvor é feito como um elogio a Deus, então ele faz parte da adoração; é umas das formas de adorar.

Isto me faz pensar: por que tantas vezes ouvimos falar em "momentos de louvor", e raramente ouvimos falar em "momentos de adoração"? Será que nestes "momentos de louvor" não estamos louvando a nós mesmos (ao nosso próprio gosto pessoal, à nossa própria natureza carnal), ou a "artistas evangélicos" famosos, em vez de focalizarmos nossa mente unicamente em Deus?

Este artigo pretende resgatar o verdadeiro conceito do louvor a Deus. Nos ensina a como modificar nossa forma de pensar em Deus, para que possamos compreender verdadeiramente os atributos de Deus, e louvá-Lo por isso.

Destaques:
"Existem muitos fatores que tornam difícil o louvor. O primeiro é que simplesmente não estamos acostumados a louvar. Temos poucos modelos dos quais podemos aprender. O segundo é o fato de que o louvor exige que coloquemos de lado o “eu” e pensemos primeiro em Deus. Não podemos estar pensando no “eu” e louvar a Deus ao mesmo tempo. Terceiro, para podermos louvar, precisamos alterar nosso ritmo de vida. Precisamos tomar tempo para nos concentrarmos em Deus e em Seus atributos. Colocando de forma simples, o louvor não vem naturalmente para a maioria de nós. Temos que aprender a louvar."

"Não existe uma única maneira “correta” de louvar a Deus. Isto pode ser feito individualmente ou em grupo. E existem várias maneiras que tenho tentado e descoberto serem significativas. Uma oração de louvor é a primeira que vem à minha mente. Isto significa fazer do louvor o foco e o conteúdo de toda a oração. Cantar louvores também é muito poderoso. Existe algo acerca da música que se presta ao louvor. Louvor de forma escrita é uma maneira única de concentrar a mente no louvor, Simplesmente escreva o teu louvor a Deus em um diário espiritual. Uma “caminhada de oração” na qual damos uma caminhada e concentramos nossa mente totalmente em louvar a Deus é uma outra forma de tornar o louvor significativo. Podemos até mesmo dedicar todo um dia ao louvor a Deus e buscar concentrar a nossa mente no louvor através do dia."

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Uma “Confissão” Chocante da Igreja da Comunidade Willow Creek

Autor: Bob Burney
Endereço para o texto completo:
http://www.musicaeadoracao.com.br/crescimento/confissao_willow2.htm

Resumo:
Este é mais um texto que comenta o resultado das pesquisas realizadas pela comunidade de Willow Creek. Devido à abrangência da influência desta comunidade para as igrejas evangélicas, estamos publicando mais este artigo.

Destaques:
"Milhares de pastores ficavam embevecidos com cada palavra que emanava dos lábios dos especialistas em crescimento de igrejas. Seminários satélite estavam lotados com líderes eclesiásticos famintos por aprender o último método para “fazer igrejas”. A promessa era clara: milhares de pessoas e milhões de dólares não podem estar errados. Esqueça o que as pessoas precisam, dê a elas o que elas querem. Como argumentar com os números? Se você ousasse desafiar os “especialistas” seria imediatamente rotulado como um “tradicionalista”, um antiquado dos anos 50, um dinossauro teimoso, que não está disposto a mudar com a nova época."

"Se você quer simplesmente uma multidão, o modelo “sensível aos que buscam” produz resultados. Se você quer seguidores de Cristo sólidos, sinceros, maduros, [este método] é um engodo. Em uma confissão chocante, Hybels afirma:
'Cometemos um erro. O que deveríamos ter feito quando as pessoas cruzavam a linha da fé e se tornavam cristãos [é que] deveríamos ter começado a dizer e ensinar às pessoas a assumir a responsabilidade de alimentarem a si mesmas. Deveríamos ter feito as pessoas entender, ter ensinado a essas pessoas como ler as suas Bíblias entre os cultos, como realizarem práticas espirituais por si próprias, de uma forma muito mais agressiva.'"
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A Confissão de Willow Creek

Autor: Michael Craven
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/crescimento/confissao_willow1.htm

Resumo:
A Igreja da Comunidade de Willow Creek tem servido como modelo e exemplo de uma igreja de sucesso. Por vários anos, pastores (inclusive adventistas) de todas as partes do mundo tem ido a esta igreja para ver de perto seus métodos e participar de treinamentos sobre como ter uma igreja de sucesso. Suas metodologias focadas em crescimento tem sido comentadas, tanto em elogios quanto em críticas, por todas as lideranças evangélicas mundiais e sua influência sobre o mundo cristão é inegável.

Recentemente a igreja de Willow Creek fez uma pesquisa entre seus milhares de membros e surpreendeu-se com os resultados: um em cada quatro membros estava estacionado ou insatisfeito com o seu crescimento espiritual. Esta pesquisa caiu como uma bomba sobre os fiéis seguidores dos métodos focados em crescimento de Willow Creek.

Este artigo comenta esses resultados, esperando que sirvam para uma análise crítica dessas metodologias, com vistas ao contínuo crescimento da igreja de Cristo.

Destaques:
"Entre as descobertas, [vimos que] aproximadamente um em cada quatro pessoas na igreja de Willow Creek estão estacionadas em seu crescimento espiritual ou insatisfeitas com a igreja – e muitos deles estão considerando nos deixar”.

Para seu crédito, a igreja de Willow Creek faz e responde à seguinte pergunta: “Uma crescente audiência aos programas do ministério é automaticamente comparável a crescimento espiritual? Para sermos brutalmente honestos: não... somente a atividade na igreja não causa um impacto direto no crescimento [espiritual] do coração...”

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Calvino e a Adoração Comunitária

Autor: Rev. Ricardo Moura Lopes
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/meio/calvino_comunitaria.htm

Resumo:
O autor, um ministro Presbiteriano, fez uma extensa pesquisa acerca dos escritos do grande reformador Calvino que continham opiniões aplicáveis à adoração comunitária, ou seja, ao culto congregacional, com o propósito de sintetizar estas opiniões, dando-nos uma visão dos princípios defendidos por Calvino para a adoração. O artigo é fundamental para todos os que buscam alicerçar seus conceitos e princípios teológicos para uma liturgia significativa.

Destaques:
"Deus não quer que os homens lhe ofereçam qualquer coisa. Tão pouco quer que os homens decidam o que lhe dar. Esse reformador entendia que o próprio Deus é quem dita o que deve lhe ser entregue em culto, tanto no aspecto da vida inteira do cristão ser um culto, como na adoração comunitária, visto que o texto de Romanos 12 abrange ambos os aspectos."

"No entendimento de Calvino, a música tinha o papel de ajudar no fervor, evitando um aspecto mecânico na oração. A música seria um ajuda para 'incitar os corações e inflamá-los em maior afeto e fervor para orar.' Contudo, Calvino não entendia que a música deva ser algo direcionado às emoções, mas deve chegar lá por meio do entendimento e da inteligibilidade que devem ser presentes na música. Para Calvino, aquele que canta não pode dar mais atenção à melodia, e a outros elementos musicais, que ao sentido das palavras."

"A exemplo do cuidado de Calvino, a Igreja deve ser cuidadosa com o preparo do culto ao Senhor. A adoração pública deve sempre levar o adorador ao entendimento da Palavra e a uma reação que demonstre seu entendimento. A adoração pública não pode ser simplesmente um lugar onde haja uma liturgia, ou um rito. É um lugar de entendimento, participação, emoção e resposta de vida ao que é ensinado. Este é um ponto importante para Calvino, o ensino."

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Os Verdadeiros Adoradores

Autor: Rev. Josivaldo de França Pereira
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/adorador/verdadeiros_adoradores.htm

Resumo:
Neste artigo curto, mas profundo, o autor baseia-se no conhecido texto de João 4:23-24, onde Jesus define alguns aspectos básicos da adoração. A partir deste texto, são destacados dois princípios básicos:

1. Os Verdadeiros Adoradores são Aqueles que Conhecem a Deus e são Conhecidos por Deus.
2. Os Verdadeiros Adoradores Adoram em Espírito e Em Verdade

Destaques:
"É importante e fundamental conhecer a Deus para que ele seja verdadeiramente adorado, porém, mais importante do que conhecer a Deus é ser conhecido por Deus (veja Mateus 7:21-23; Tito 1:16)."

"O que conta não é onde se deve adorar, mas a atitude do coração e da mente, e a obediência à verdade de Deus quanto ao objeto e o método de adoração. Não é o onde, mas o como e o quê o que realmente importa"

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A Base da Verdade

O texto abaixo é um techo do artigo A Adoração Verdadeira de autoria do Pr. Calvin G. Gardner, o qual está disponível na íntegra no endereço http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/adoracao/adoracao_verdadeira.htm


A Base da Verdade

Seria um engano consciente se achamos que toda e qualquer expressão de adoração que parte do homem é verdadeira. O homem possui um coração enganoso e uma mente limitada (Jeremias 17:9; Isaías 55:8,9). Essas duas coisas produzem um erro que não é percebido facilmente pelo homem, especialmente quando a maioria ao seu redor está envolvida no erro (II Timóteo 4:3,4).

Não é sábio colocar como base de sustentação aquilo que é enganoso e limitado. Devemos usar o que é firme e eterno. Só a Bíblia é a base firme para estipular o que é a adoração verdadeira. Se a Bíblia por escrito é a base firme "mui firme" (II Pedro 1:19; Hebreus 4:12); se ela é a nossa única regra de fé e prática, então tudo o que não concorda com ela tem que ser julgado falso (Isaías 8:20).

A Verdade e O Amor
O Amor leva à verdade,
A Verdade purifica o amor.


Existe a verdade e a sua natureza é única, exclusiva e eliminatória. A verdade proclama: "À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, é porque não há luz neles." (Isaías 8:20). A doutrina repreende, exorta, corrige e reprova com o intuito de que haja perfeição e "boa" obediência (II Timóteo 3:16,17; 4:2).

O ensinamento pela Palavra de Deus pode dividir (Hebreus 4:12, Mateus 10:34). Por a Bíblia ser o entendimento verdadeiro, aquele que retém as Suas palavras odiará todo falso caminho (Salmos 119:104, 128). Se pretendemos agradar a Deus, temos que nos separar de quem não anda segundo a verdade (ou na igreja - Romanos 16:17; II Tessalonicenses 3:6, 14; I Timóteo 6:3-5; ou no mundo - II Coríntios 6:14-18).

Deus pergunta ao Seu povo, "Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?" (Amós 3:3). A resposta é clara, pois a verdade é única, exclusiva e eliminatória. O amor, por natureza, é inclusivo. O amor é sofredor, não se irrita, nem suspeita o mal. O amor bíblico sofre e suporta tudo (I Coríntios 13:4-7). O servo que anda com a verdade não precisa desistir de amar. Mas há diferença entre o amor e a participação com o erro. O amor equilibrado andará junto da verdade, nunca em oposição a ela (João 14:15).

O amor leva nos a cuidar de todos os que estão no erro e, a verdade leva-nos a odiar o erro (Judas 1:22,23; I Coríntios 5:5; II Coríntios 6:14-18). O Apóstolo Paulo tinha amor pelo povo de Israel e este íntimo amor fez com que ele desejasse que eles andassem segundo a verdade (Romanos 10:1; 11:14).

Deus, o Amor verdadeiro, levou nos à verdade (Cristo) para nossa salvação do pecado (Efésios 2:4-7)!

Para podermos entrar no amor, nosso erro tinha que ser deixado de lado (arrependimento). Agora, para andarmos santos, por amor a Deus, deixamos o erro (II Coríntios 6:14-18). É nosso culto racional (Romanos 12:1).

O amor, mesmo inclusivo, é equilibrado pela verdade que é exclusiva. Por amor aceitamos todas as pessoas e pela verdade esforçamo-nos para que essas andem na luz.


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Agradando a Deus em Nossa Adoração

Autor: Dr. Robert Godfrey
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/adoracao/agradando_adoracao.htm

Resumo:
As discussões acerca da verdadeira adoração a Deus têm causado confusão e perplexidade a muitos crentes. Estas discussões envolvem vários aspectos da adoração, mas tornam-se mais acirradas e emocionais quando a questão é a música. Mas, no fundo, os argumentos apresentados nestas discussões, normalmente, são as opiniões dos que estão discutindo, em vez de um claro "Assim diz o Senhor". Porém, nosso objetivo com a adoração deveria ser agradar a Deus, e não a nós mesmos, jé que Deus é o foco central da verdadeira adoração.

Neste artigo, o autor nos leva a uma apresentação, sériamente embasada na Bíblia, dos conceitos mais básicos da verdadeira adoração e da vontade de Deus nesta área. O artigo divide-se em oito grandes seções:

- Primeiro - Guerras da Adoração
- Segundo - A Necessidade da Verdadeira Adoração
- Terceiro - O Caráter da Adoração
- Quarto - Adoração e a Palavra
- Quinto - Liderança na Adoração
- Sexto - Música e Adoração
- Sétimo - Entretenimento, Evangelismo e Adoração
- Oitavo - Adorando com o Coração

Destaques:
"O Cristianismo é uma religião na qual indivíduos se tornam uma parte integral do corpo de Cristo. Não somos simplesmente uma associação de indivíduos, mas estamos organicamente unidos uns aos outros (I Coríntios 12:12-27; Efésios 1:22-23). Expressamos que somos o corpo de Cristo, especialmente quando encontramos a Deus juntos em adoração pública."

"Uma mudança na música – seja em algo antigo ou novo – é difícil, pois a maioria dos adoradores não são músicos e simplesmente gostam do que lhes é familiar. A maioria dos adoradores não é motivada por alguma teoria estética, mas por ligações emocionais que eles têm com suas músicas familiares. Sendo a música tão poderosamente engajada e expressa em nossas emoções, não é surpresa que ela seja um 'campo minado' emocional para indivíduos e congregações."

"Nos chegamos à adoração em fé. A fé é confiar em Cristo, descansar em Sua obra consumada para o perdão dos nossos pecados. Nossa fé deve ser real à medida que vamos à igreja, de forma que nossa confiança em Cristo possa aprofundar-se. Chegamos à adoração com arrependimento, reconhecendo que somos pecadores e buscando a graça de Deus, para que mais e mais nos voltemos do pecado e persigamos a santidade. Nos chegamos à adoração com amor por Deus e pelo Seu povo. Tal amor nos faz desejar comunhão com o povo de Deus e desejar nos achegar mais a Deus."

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Música - Orar é Tudo?

Autor: Malton Lindquist
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/meio/musica_orar.htm

Resumo:
Sabemos que orar é a coisa mais importante para a vida do cristão. Mas, quando se trata de decisões ou escolhas, será que orar é tudo? Ou precisamos tomar uma decisão, assumir um curso de ação, depos de termos orado?

Incorformado com os atuais descaminhos da música sacra atual, o autor não concorda que a oração, pura e simples, possa responder a todas as quastões envolvidas. É necessário que se tomem decisões. Claro que as decisões devem ser tomadas sob a guia do Espírito Santo, mas devem ser tomadas. Além disso, muitos tendem a colocar a oração acima da vontade de Deus expressamente revelada na Bíblia e no Espírito de Profecia, o que é um absurdo.

Destaques:
"O adorador liberal ajoelha-se e ora e acha que qualquer música pode ser tocada na igreja. O tradicional ajoelha-se e ora e acha que a música só pode ser acompanhada ao piano, ou por instrumentos tocados ao vivo, desde que não sejam idênticos aos típicos das bandas de rock. O jovem ajoelha-se e ora e acha que a música deve ser alegre, animada. O ancião ajoelha-se e ora e acha que a música deve ser solene e inspiradora. Não estão todos se ajoelhando e orando? Por que ainda existem dúvidas sobre o que fazer na igreja?"

"É bom não colocar o texto de I Tessalonicenses 5:17 "orai sem cessar" acima do texto de Oséias 4:6 "O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento". Eles andam juntos. E notemos que o texto fala que "o Meu povo está sendo destruído"... não é outro povo, não é um povo que não ora, que não sabe buscar a Deus, mas é o próprio povo de Deus que está sendo destruído, apesar de todas as orações, celebrações e rituais. E isto ocorre por quê? O texto é meridianamente claro: "porque lhe falta o conhecimento"."

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A Música Sacra Dentro da Cosmovisão Adventista

Autor: Pr. Douglas Reis

Endereços para os textos completos:

Parte 1: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/meio/musica_cosmovisao_1.htm
Parte 2: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/meio/musica_cosmovisao_2.htm
Parte 3: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/meio/musica_cosmovisao_3.htm
Parte 4: http://www.musicaeadoracao.com.br/artigos/meio/musica_cosmovisao_4.htm

Resumo:
Através de uma análise da disparidade atualmente existente entre a cosmovisão doutrinária, teológica e escatológica da IASD e as músicas utilizadas em seus cultos, o autor busca conhecer e interpretar os conceitos e princípios dados por Ellen G. White a este respeito, extraindo daí conselhos práticos para um melhor alinhamento entre a nossa música sacra e a nossa cosmovisão. É um artigo extenso, dividido em três partes e uma conclusão, ao longo das quais este tema é abordado com a profundidade e consistência necessárias.

Destaques:
"Não devemos estar tão preocupados em ser conhecidos como uma "potência musical" quanto em "alcançar a norma mais alta". Isso se torna real quando "a simplicidade de Cristo" é mantida, e "os membros da igreja são participantes da natureza de Cristo". Se estamos em comunhão com Cristo e mantemos obediência à Sua Revelação, vamos apresentar uma adoração cujo impacto criativo atingirá os corações, não porque essa seja a preocupação principal, mas porque a presença de Deus produzirá impressão duradoura nos corações. Quando analisarmos a interpretação de Ellen White, abordaremos mais detidamente os aspectos normativos de sua compreensão da música na adoração."

"Uma vez que a música parte de uma cosmovisão, ela reflete determinados princípios. Muitos cristãos modernos argumentam que a letra é quem deve dar "conta do recado", transmitindo uma mensagem cristã, independentemente do seu gênero musical. Um argumento contra essa abordagem, conforme já vimos, é a questão da coerência no que tange aos princípios da Revelação. Se nos pautarmos pelos princípios da Bíblia e do Espírito de Profecia, deveríamos buscar música mais elevada, que possua uma clara distinção da música secular (principalmente, da música popular)."

"Em cima desta visão, poderemos fortalecer um sólido ministério musical dentro do contexto distrital, incentivando financeiramente pessoas que tenham talento para a música para que completem sua formação em conservatórios ou adquiram instrumentos. Esse ministério, sem dúvida, enriquecerá o culto de adoração e permitirá que os talentos que Deus concedeu não apenas sejam bem aproveitados, mas também corretamente direcionados. Músicos cristãos recebendo apoio de suas congregações é fato mais comum do que nos pareça. Para isto, basta termos um propósito bem definido e uma visão bem fundamentada sobre como dirigir a adoração em nossos cultos."

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O Culto

Autor: Rev. Onézio Figueiredo
Endereço para o texto completo: http://www.musicaeadoracao.com.br/livros/culto_onezio/index.htm

Resumo:
Este excelente texto do Reverendo da Igreja Presbiteriana Onézio Figueiredo está agora disponível no Música Sacra e Adoração, na forma de uma apostila, dividida em capítulos, conforme divisão feita pelo próprio autor.

Não é simplesmente um artigo sobre os conceitos do culto. O autor penetra profundamente nas raízes bíblicas e históricas do culto judaico-cristão, levando-nos a compreender a razão do culto, suas diversas manifestações, e o seu ritual. Faz ainda uma análise comparativa histórica das diversas formas de liturgia no decorrer dos séculos, retirando daí princípios significativos para o culto dos nossos dias.

Destaques:
"No culto, exatamente como acontecia no "hekal" do templo de Salomão, as expressões corporais devem ser reverentes e destinadas à reverência, consentâneas com o local de adoração, a sublimidade litúrgica, a presença do Rei. No "hekal" do templo os movimentos físicos não iam além de fechar os olhos, curvar-se, ajoelhar-se, levantar-se, mover suavemente as mãos. Nada de pulos, danças, coreografias, bateção de palmas, aplausos. O hedonismo e o ludinismo eram próprios dos cultos pagãos. No tempo da "nova era", da teologia da prosperidade, do "Cristo da satisfação temporal", a hilaridade confunde-se com a espiritualidade."

"Hoje Cristo é o sacrifício em lugar do pecador, mas também é o ressurreto por ele. O que acontecia em Israel, acontece, no essencial, na Igreja: Nossos pecados são depositados aos pés da cruz de Cristo em confissão, para que seu perdão eterno tenha poder dinâmico e restaurador na continuidade da existência do escolhido. A confissão, portanto, é central e essencial no culto cristão. A Igreja que confessa seus pecados e se humilha: Louva, adora e serve ao Salvador. No Velho Testamento o pecador era sacrificado simbolicamente na vítima que oferecia em holocausto. No Novo Testamento o pecador é realmente morto e ressurreto em Cristo, ao mesmo tempo, Cordeiro e Sacerdote. A Igreja é, pois, confessional no testemunho e confessante no culto."


Trechos:
01 - Apresentação: Mary Cleme Silvério Neves
02 - Definição
03 - Terminologia
04 - Expressões cúlticas de Israel
05 - Expressões cúlticas da Igreja
06 - Igreja, um santuário
07 - O Culto da Igreja
08 - Conjunto litúrgico
09 - Conjunto diacônico
10 - Artes litúrgicas
11 - Estética dirigencial
12 - Estética templária
13 - Liturgia cristã, herança judaica
14 - Liturgia sinagogal
15 - Ordem do culto sinagogal
16 - O que Deus que convoca
17 - Culto, realização do Espírito
18 - Modelo litúrgico
19 - Fundamentos litúrgicos da Didaquê
20 - Liturgia segundo Justino Mártir
21 - Liturgia no fim do III século e início do IV
22 - Culto calvinista
23 - Calvino e o Culto
24 - Ordem do culto calvinista
25 - Culto segundo as normas de Westminster
26 - Liturgia segundo O livro de Oração Comum
27 - Lições para a Igreja hoje
28 - Ordem psicológica do culto
29 - Templo, trono de Deus
30 - Liturgia da Oração Dominical
31 - Importância da ordem psicológica do culto
32 - Bibliografia
33 - Apêndices I - Lourvor
34 - Apêndice II - Oração

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